Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Os dons de poder. Plano de aula

TEXTO AÚREO
A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus (1 Co 2.4,5).

VERDADE PRÁTICA
Os dons de poder são capacitações especiais em situações que demandam a ação sobrenatural do Espírito Santo na vida do crente.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – 1 Co 12.4,9-11
4 - Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
9 - e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar;
10 - e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
11 - Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.

PROPOSTA
         Fé em Deus: essencial para as operações divinas;
         Fé como dom é diferente da fé salvífica;
         É como ver um livramento antes do fato acontecer;
         Dons de curar: recursos de caráter sobrenatural;
         Ainda aguardamos a redenção do nosso corpo (Rm 8.23);
         Ciência: O ser humano pensa que pode superar a Deus;
         Operação de maravilhas: alteração da ordem natural;
         Jesus operou muitas maravilhas durante seu ministério;
         Não podemos agendar as operação de Deus.

INTRODUÇÃO
A promessa de Jesus aos seus discípulos, antes de ascender aos céus, foi a de enviar “Outro Consolador” (Jo 14.16), semelhante a Ele, mas com ministério diferente para dar continuidade à sua obra. Prometeu também capacita-los um a um e operar sinais, prodígios, maravilhas e milagres no meio da igreja primitiva, através e pela concessão dos dons ministeriais, espirituais e de serviços. Os dons concedidos capacitam o crente e são a base do crescimento espiritual e promovem a adoração genuína, a edificação da igreja e a pregação do Evangelho, mas a ausência dos dons não impedem o mesmo progresso espiritual, apenas favorecem.

O ministério terreno de Jesus foi marcado por inúmeros milagres, principalmente curas. A história eclesiástica comprova que a Igreja do primeiro século também operou maravilhas no poder do Espírito Santo. Entre os primeiros cristãos sobejavam os dons de poder, que possuem as seguintes características e atribuições, uma vez que a operação deles fazem algo acontecer:
  • Revelam a Onipotência de Deus;
  • Dão respaldo a pregação do Evangelho;
  • Confirmam a autenticidade da Palavra, a fidelidade e presença de Deus no meio da igreja e O glorificam;
  • Significam o poder e autoridade conferidos à igreja;
  • Revelam a soberania e autoridade de Deus sobre as forças da natureza, sobre o ser humano e sobre os demônios;
  • São concedidos para auxiliar na propagação do evangelho;
Se Jesus não mudou e os dons espirituais são para a Igreja de hoje, por que atualmente não vemos as manifestações dos dons de poder em nosso ambiente com mais frequência? Será falta de conhecimento a respeito do assunto? Ou será por causa do mau uso que alguns fazem das dádivas divinas? Como eles são necessários à vida da igreja.

Mas por outro lado a posse destes dons, ou de outros, não torna os portadores mais espirituais que os outros ou em relação à aqueles que não possuem, pelo contrário, eles dão a idéia de responsabilidade e serviço e continuam disponíveis a igreja.

I. O DOM DA FÉ (1Co 12.9)
1. O QUE SIGNIFICA FÉ? 
Na epístola aos Hebreus lemos que “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem” (11.1). Essa é a definição bíblica sobre a fé, pois mostra a total confiança e dependência em Deus. “É um elemento fundamental na vida espiritual do crente”, é a vitória que vence o mundo (1 Jo 5.4), o combustível para o céu, cuja falta, impedirá a nossa chegada às mansões celestiais, uma vez que sem fé é impossível agradar a Deus e sem agradarmos a Ele, certamente não herdaremos a promessa maior, a eternidade.

Aprendemos com o texto do capítulo 11 de Hebreus, conhecido como a “galeria dos heróis da fé”, que Deus é poderoso para fazer todas as coisas, sendo a nossa fé em Deus, fundamental para as operações divinas entre os homens. Partindo do principio que se trata do fundamento do que se espera e prova do que se não vê, podemos entender e classificar a fé da seguinte forma:
  • Fé natural: “não leva o homem a Deus e nem trás Deus ao homem”, somente auxilia na esfera material e não pode ajuda-lo no tocante as coisas do espírito, por isto os homens ao fazerem uso dela, não pedem ou requerem milagres. É um recurso inato nascido e desenvolvido no ser humano que o faz crer em um Ser Supremo, invisível (Rm 1.19-20). É a chamada fé esperança, fé intelectual, “a crença baseada na habitualidade ou no raciocínio humano”. Por ela o homem encontra motivação para lutar, trabalhar, enfim viver sua vida superando as dificuldades diárias e ou buscando uma religião, uma filosofia de vida ou algo para crer (cfe Tg 2.19). Em outras palavras, poderíamos dizer que não existe nada de excepcional ou digno de louvor nisto, pois até mesmo os demônio demonstram este tipo de crença;
  • Fé salvífica (Hb 11.6): “esta fé não nasce no homem, mas é dom de Deus” e se torna condição para a salvação (Ef. 2.8-9). É fruto da pregação do Evangelho, manifesta na conversão, momento em que reconhecemos que não há outro Salvador. É uma dádiva de Deus (Ef 2.8), presente na vida dos que já experimentaram o novo nascimento. Estes vivem em obediência, se consagram, praticam boas obras (Rm 10.17; Gl 5.22; Ef 2.8; Hb 11.6; Tg 2.14-26; Tt 1.4; Jd 3);
  • Fé como dom: manifestação sobrenatural, que capacita o crente para remover montanhas (cfe I Co. 13.2), operar milagres, curas e realizar grandes obras, demonstrando uma confiança sem precedentes no poder de Deus, mesmo em situações desesperadoras.
2. A FÉ COMO DOM. 
É distinta daquela que recebemos por ocasião da nossa conversão: a fé salvífica (Rm 10.17; Ef 2.8). Igualmente, se distingue da fé evidenciada como fruto do Espírito (Gl 5.22). O dom da fé é a capacidade que o Espírito Santo concede ao crente para este realizar coisas que transcendem à esfera natural da vida e ou as “que estão além do alcance da imaginação humana, objetivando sempre a edificação da igreja. De acordo com o teólogo Stanley Horton, esse dom “é uma fé milagrosa para uma situação ou oportunidade especial”, porém, em nenhum momento, ele substituiu a mensagem do Evangelho.

O dom da fé é o primeiro desta relação, pois se torna como uma espécie de porta e requisito para a manifestação dos outros dois dons de poder (cura e operação de maravilhas), estando interligado com eles, porém se distingue da fé que produz salvação (At 16.31) “e também da fé como fruto do Espírito, pois é sobrenatural, especial, comunicada pelo Espírito Santo”.

“Jesus fala da capacidade do homem em remover montanhas, operar milagres, curas e realizar grandes obras, demonstrar uma confiança sem igual no poder de Deus”, ação esta capaz de produzir uma reação em sua alma, mudar ambientes e nos a convicção do possível diante do impossível (Jo 11.40-44; Jo 14.12; Mc 9.23), prévia do grande milagre.

3. EXEMPLO BÍBLICO DO DOM DA FÉ. 
Quando guiou o povo de Israel na saída do Egito e se aproximou do Mar Vermelho, já na iminência de ser destruído por Faraó, Moisés disse: “Não temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre. O Senhor pelejará por vós, e vos calareis” (Êx 14.13,14). Moisés “viu” pela fé o livramento do Senhor antes de o fato acontecer. Esta é uma boa amostra bíblica do exercício do dom da fé. A sua experiência até então havia sido com as pragas no Egito e algumas outras operações de Deus, mas nada como aquilo que estava prestes a ver. Será que ele, desde a saída, confiava em tamanho milagre?

O fato ocorrido às margens do mar Vermelho nos prova que o dom da fé se manifesta diante de uma situação calamitosa. Outros casos do uso do dom da fé foram citados na Bíblia:
  • Abraão creu, pelo dom da fé, que seria possível que ele e Sara tivessem um filho, mesmo em idade avançada (Gn 15.1-6; 17.15-22; 18.9-16; 21.1-8);
  • Abraão creu que poderia voltar para casa com o filho vivo, mesmo diante das ordens de Deus para sacrifica-lo (Gn 22.1-19);
  • Josué creu que o sol e a lua pudessem ser detidos (Js 10.12-15);
  • Sansão também recebeu o milagre, quando teve sua sede saciada (Jz 15.18-19);
  • Elias fez uso do dom da fé quando confiou nas orientações de Deus para que fosse sustentado de forma sobrenatural (1 Rs 17.2-6) e quando pediu que descesse fogo do céu para consumir cem homens (2 Rs 1.10-12);
  • Hananias, Misael e Azarias, mesmo diante das insinuações enciumadas dos caldeus e das terríveis ameaças do rei Nabucodonozor não se amedrontaram (Dn 3.13-30);
  • Daniel que confiou na providência de Deus, mesmo estando diante de famintos leões (Dn 6.16-23);
  • Pedro também teve a fé milagrosa para ordenar ao coxo que levantasse e andasse em nome de Jesus (At 3.1-9);
  • Pedro recebeu o milagre através do dom da fé, mas houve também o dom de discernimento de Espíritos (At 12.1-12 );
  • Paulo teve fé suficiente para ordenar que o coxo desde o ventre da mãe fosse curado (At 14.8,9);
  • Paulo no navio que o levava a Roma, durante o naufrágio, impediu que o mal fosse feito aos prisioneiros, abrindo a todos a oportunidade da salvação (At 27.30-36). Ele teve a certeza da vitória em meio ao temporal (At 27.21-26). Neste caso houve também a manifestações do Dom da Palavra da Sabedoria (vs. 22, 24, 26) e o dom do discernimento de Espíritos (v. 23);
II. DONS DE CURAR (1Co 12.9)
1. O QUE SÃO OS DONS DE CURAR? 
São recursos de caráter sobrenatural para atuarem na cura de qualquer tipo de enfermidade. Por isso a expressão está no plural. Deus é quem cura! Ele concede os “dons” segundo o conselho da sua vontade, sabedoria e no momento certo.

Os dons de curar não podem ser confundidos com o sinal da cura de um enfermo, uma operação de Deus para confirmar a pregação do Evangelho, na verdade os dons de curar são uma prova do amor e compaixão de Deus, pois a dor é aliviada e as pessoas são atraídas para Cristo e acabam por receber a maior de todas as curas, que é a salvação da alma. É também a capacitação divina e sobrenatural para que a igreja atue na restauração física e mental das pessoas, (At. 3.6-8; 4.30). São poderosíssimas ministrações para os doentes, não importando qual seja a enfermidade, beneficiando crentes e até mesmo incrédulos, mas assim como todos os outros dons, eles não substituem a mensagem do evangelho.

No Antigo Testamento, o Todo-Poderoso se manifestou ao povo de Israel como “Jeová Rafá” — O Senhor que sara (Êx 15.26; Sl 103.3). A concessão desses dons à Igreja deve-se à necessidade de o Evangelho ser anunciado como uma mensagem poderosa ao não crente, que outrora não tinha fé, mas que agora passou a crer no Evangelho, arrependendo-se dos seus pecados (Mc 16.17,18; At 3.11-26; 4.23-31).

2. A REDENÇÃO E AS CURAS. 
Apesar de o crente ser redimido pelo Senhor através da obra expiatória efetuada por Jesus na cruz do Calvário, ele (o crente) ainda aguarda a redenção do seu próprio corpo.

Quando o apóstolo Paulo tratou dos males que afligem à criação como resultado do pecado da humanidade, escreveu que “não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Rm 8.23). Enquanto não recebermos o novo corpo imortal e incorruptível estaremos sujeitos a toda sorte de doenças.

3. A NECESSIDADE DESSES DONS. 
Os dons de curar são necessários à igreja da atualidade. Num mundo incrédulo em que a medicina se desenvolve rapidamente, o ser humano pensa que pode superar a Deus e esquece de que está sujeito às enfermidades. Através dos dons de curar as pessoas reconhecem suas limitações e total dependência de Deus no que diz respeito a restauração da saúde, principalmente quando ocorrem curas de doenças graves, tidas como incuráveis ou terminais.

A humanidade precisa compreender a sua limitação e convencer-se da sublime realidade de um Deus Todo-Poderoso que, em sua misericórdia e amor, concede sabedoria a homens e mulheres para multiplicar o conhecimento da medicina visando o bem-estar de todos. Quanto aos dons de curas, são manifestações de poder sobrenatural que o Espírito Santo colocou à disposição da Igreja de Cristo para que a humanidade reconheça que Deus tem o poder de sanar todas as doenças.

III. O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS (1Co 12.10)
1. O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS. 
Este dom realiza obras extraordinárias, espantosas, surpreendentes, ocorrências difíceis de serem explicadas e que vão além do poder humano. O dom de operação de maravilhas altera a ordem natural das coisas consideradas impossíveis e impensáveis e que modificam as leis naturais (2 Rs 4.32-37). É a suspensão temporária da ordem costumeira (Js 10.12-13). A capacitação sobrenatural para a igreja para realizar obras maravilhosas, prodígios capazes de convencer até mesmo os mais incrédulos, porém o dom de operação também não substitui a mensagem do Evangelho, assim como os demais dons. Ele se manifesta para o que for útil e para a glorificação do Deus Todo-poderoso.

O dom de operação de maravilhas é dado à igreja para a sua própria edificação (1 Co 14.12), levando-a a manter e a desenvolver sua unidade no corpo de Cristo (Ef 4.4-6).

a) Simultaneidade da operação dos dons de poder:
Em alguns casos a ressurreição de mortos, os três dons podem operar conjuntamente, a saber o dom da fé, operação de milagres e de curas, isto foi visto na ressuscitação de Lázaro:
  • Dom da fé – necessária para chamar a pessoa de volta;
  • Dom de operação de maravilhas – para ressuscitar a pessoa;
  • Dons de curar – para curar a enfermidade que motivara a morte de Lázaro, pois ele voltou livre da enfermidade (Jo 12.1-2).

2. EXEMPLOS BÍBLICOS.
O ministério terreno de Jesus foi marcado por operações de maravilhas. O Bom Mestre repreendeu o vento e o mar, e estes logo se aquietaram (Mt 8.23-27). O nosso Senhor atestou por muitas vezes o seu poder sobre a natureza criada para sua glória (Jo 1.3). Podemos destacar outros exemplos de operação de maravilhas:
  • A vara de Moisés transformada (Ex 4.1-5);
  • As dez pragas no Egito (Ex 7-10);
  • Abertura do mar Vermelho (Ex 14.15-26);
  • As águas amargas que se tornaram potáveis (Ex 15.23-27);
  • Descida do maná (Ex 16.4-10);
  • Água que saiu da rocha (Ex 17.5-7);
  • A passagem pelo rio Jordão (Js 3.13-17);
  • Detenção do sol e lua (Js 10.12-15);
  • Pela palavra de Elias as chuvas foram retidas (I Rs 17.1);
  • O profeta Elias sendo alimentado por corvos (I Rs 17.6);
  • A multiplicação de azeite e farinha (I Rs 17.13-16);
  • O fogo que desceu do céu diante dos profetas de Baal (I Rs 18.22-39);
  • As chuvas pela palavra de Elias (I Rs 18.41-46);
  • A divisão das águas do Jordão (II Rs 2.14);
  • Eliseu multiplica o azeite da viúva (2 Rs 4.1-7)
  • Cura da esterilidade de uma mulher em Suném (II Rs 4.14-17);
  • Posteriormente a ressurreição do filho desta mulher que havia morrido (II Rs 4.32-37);
  • O fim da “morte na panela” (II Rs 4.38-41);
  • A cura de Naamã (II Rs 5.1-19);
  • O ferro do machado que flutuou na água (II Rs 6.1-7);
  • O homem que ressuscitou pelo contato com ossos de Eliseu (II Rs 13.20,21);
  • A sombra do relógio de sol que voltou dez graus (II Rss 20:11);
  • A tempestade que foi repreendida por Jesus (Mc 4.41);
  • A água que foi transformada e vinho (Jo 2.7-11);
  • A multiplicação dos pães (Mt 14:19-21);
  • A ressurreição do filho da viúva de Naim (Lc 7.11-17), da filha de Jairo (Mc 5.21-43) e a de Lázaro, morto havia quatro dias (Jo 11.1-45);
  • Paulo que foi imunizado da picada da víbora na ilha de Malta (At 28.5).
Para Jesus “nada é impossível” (Lc 1.37), Ele não mudou. O Pai Celestial deu dons à sua igreja a fim de que ela atue no mundo moderno com poder e graça.

3. DISTORÇÕES NO USO DOS DONS DE CURAR E DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS. 
O cristão não tem autorização divina para “determinar”, “decretar” ou “exigir” a cura dos enfermos. A nossa relação com Deus não se dá em forma de barganha. Quem somos nós para exigir de Deus alguma coisa? Somos seres humanos limitados! Se não fosse a graça e a misericórdia de Deus, o que seria de nós?

Como discípulos de Cristo, devemos rogar ao Pai, buscando-o de todo o nosso coração para curar os doentes, pois a Palavra de Deus recomenda que oremos pelos enfermos (Tg 5.14). A oração do justo pode muito em seus efeitos (Tg 5.16), e independe de se ter o dom ou não. Jesus nos ensinou que em seu nome deveríamos impor as mãos sobre os enfermos para que eles sejam curados (Mc 16.18). Nossa responsabilidade é orar pedindo a cura. Quem sara o enfermo, de acordo com a sua soberana vontade, é Deus.

O crente que impõe as mãos sobre o enfermo não pode ser tratado como um ídolo na igreja, principalmente se o enfermo for curado. Nem podemos imaginar que porque aconteceu o milagre aquela vez, sempre haverá outros milagres. Quem opera os sinais e as maravilhas é o Senhor, não o homem. Toda ação decorrente dos dons vem do Espírito Santo e, por isso, não podemos agendar dias nem marcar horários para sua operação. Façamos a obra de Deus com honestidade e decência!

CONCLUSÃO
Deus pode conceder a seus servos o dom da fé, dons de curar e o de operação de maravilhas, mas sempre de acordo com a sua vontade e graça. Lembre-se de que os dons de poder contribuem para legitimar a pregação do Evangelho. Infelizmente, há pessoas que querem utilizar essas dádivas para obterem lucros financeiros e enriquecimento pessoal. Isto envergonha o nome de Jesus e mancha a idoneidade da Igreja na sociedade. Quem procede desta forma está suscetível ao juízo de Deus, que virá no tempo próprio. Que nós, a Igreja, o povo do Senhor, façamos uso dos dons de poder para propagar o Evangelho de nosso Senhor e glorificar o nome do Pai no poder do Espírito Santo!

OS OBJETIVOS DA LIÇÃO FORAM ALCANÇADOS?

1) Dom da fé: capacidade para realizar grandes obras.
2) Dons de curar: recursos sobrenaturais para curas.
3) Operação de maravilhas: ocorrências extraordinárias.

REFERÊNCIAS
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.

Bíblia de Estudo Temas em Concordância. Nova Versão Internacional (NVI). Rio de Janeiro. Editora Central Gospel, 2008.

Bíblia Sagrada. Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP. Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro. Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

CABRAL, Elienai. Movimento Pentecostal. As doutrinas de nossa fé. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 2º trimestre de 2011. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2011

LOURENÇO, Luciano de Paula. Os dons de poder. Disponível em. http://luloure.blogspot.com.br/2014/04/aula-04-dons-de-poder.html. Acesso em 22 de abril de 2014.

Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)

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