Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Sofonias, o juízo vindouro. Plano de aula


TEXTO ÁUREO
Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos(Mt 24.24).

VERDADE PRÁTICA
No juízo vindouro, Deus há de julgar todos os moradores da terra, de acordo com as obras de cada um.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Sofonias 1.1-10.
1 - Palavra do SENHOR vinda a Sofonias, filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Amarias, filho de Ezequias, nos dias de Josias, filho de Amom, rei de Judá.
2 - Inteiramente consumirei tudo sobre a face da terra, diz o SENHOR.
3 - Arrebatarei os homens e os animais, consumirei as aves do céu, e os peixes do mar, e os tropeços com os ímpios; e exterminarei os homens de cima da terra, disse o SENHOR.
4 - E estenderei a minha mão contra Judá e contra todos os habitantes de Jerusalém e exterminarei deste lugar o resto de Baal e o nome dos quemarins com os sacerdotes;
5 - e os que sobre os telhados se curvam ao exército do céu; e os que se inclinam jurando ao SENHOR e juram por Malcã;
6 - e os que deixam de andar em seguimento do SENHOR, e os que não buscam ao SENHOR, nem perguntam por ele.
7 - Cala-te diante do Senhor JEOVÁ, porque o dia do SENHOR está perto, porque o SENHOR preparou o sacrifício e santificou os seus convidados.
8 - E acontecerá que, no dia do sacrifício do SENHOR, hei de castigar os príncipes, e os filhos do rei, e todos os que se vestem de vestidura estranha.
9 - Castigarei também, naquele dia, todos aqueles que saltam sobre o umbral, que enchem de violência e engano a casa dos seus senhores.
10 - E, naquele dia, diz o SENHOR, far-se-á ouvir uma voz de clamor desde a Porta do Peixe, e um uivo desde a segunda parte, e grande quebranto desde os outeiros.

PROPOSTA DA LIÇÃO
          Sofonias – anunciou a reação de Deus aos pecados;
          Sofonias, trineto do Rei Ezequias. Tinha trânsito livre;
          Mensagem: juízo, “nome aos bois” e restauração de Judá;
          Destruição da “face da terra” – anúncio idêntico ao dilúvio?
          Sofonias, exagerado (hipérbole) ou detalhista?
          Sincretismo sacerdotal: envolvimento com o paganismo;
          Sincretismo do povo: dupla adoração;
          “Dia do Senhor”: o dia do acerto de contas;
          “Sacrifício preparado e convidados santificados”?

INTRODUÇÃO
Sofonias, “o Senhor esconde” ou “o Senhor protege”, se destacou pela intrepidez com que anunciou o juízo divino contra Judá e os gentios. Sua mensagem era pura expressão da reação de Deus em virtude dos pecados cometidos pelos moradores de toda a terra, porém estes juízos foram abordados por uma perspectiva, a qual tornou o livro um dos mais escatológicos do Antigo Testamento.

Contemporâneo de Naum e Jeremias, ele profetizou no reino do Sul, durante o reinado do rei Josias. Suas profecias foram grandes advertências ao povo, que tornou aquela região uma espécie de “terra de religiões” (2 Rs 21.1-6; 19-26). Profetizou também aos estrangeiros, que influenciavam à prática de toda sorte de pecados. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“[...] eles adoravam a Baal, uma divindade cananita; adoravam os elementos da natureza, o sol e a lua, e também as estrelas, desprezando o Criador. Eles misturavam a adoração a Deus com a adoração a outras “divindades”. Aos poucos, foram abandonando o culto ao Senhor e, finalmente, manifestaram um claro descaso para com a obediência aos preceitos divinos. Este aspecto degradante do caráter do povo insultou a santidade de Deus e provocou a Sua ira. Sofonias fala do “Dia do Senhor”, e esta descrição não é da manifestação do Messias, e sim da ira de Deus. O juízo de Deus seria destinado não somente a Judá; também, sua abrangência será universal, como reação de Deus aos pecados cometidos pelos moradores de toda a Terra”.

A mensagem do profeta deixou claro que havia solução, mesmo diante das grandes injustiças, violência e idolatria cometidas em Judá.

1. O LIVRO DE SOFONIAS
1. CONTEXTO HISTÓRICO.
Sofonias exerceu o seu ministério nos dias de Josias, “o ultimo governante piedoso de Judá”, filho de Amom (v.1), que reinou entre 640 e 609 a.C., áureos tempos da grande reforma religiosa praticada por Josias (2 Rs 22.3). O seu chamado deu-se “no décimo terceiro ano do [...] reinado” de Josias (Jr 1.2). Esse período corresponde a 627 a.C. É possível que, na reforma, o rei fora encorajado por Sofonias e Jeremias. Evidências internas apontam para um tempo de pré-reforma em Judá, denunciando os desmandos dos reis Manassés e Amom (2 Rs 21.16-24). Isto se deu aproximadamente 100 anos após a queda do Reino do Norte e não aconteceu com o Sul antes devido aos pesados impostos pagos à Assíria, para que não devastassem a nação.

Esta proximidade com o Assíria afetou o comportamento religioso do povo, que aos poucos, pois aos poucos aderiram às práticas idólatras e as misturaram à verdadeira adoração (2 Rs 23.11; Jr 7.18).

2. GENEALOGIA.
É comum a menção do nome paterno nos livros dos profetas. Isaías, Jeremias, Ezequiel, Oséias, Joel e Jonas, trazem essa informação. Sofonias, porém, descreve a sua genealogia: “Sofonias, filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Amarias, filho de Ezequias” (v.1). A citação do nome do pai estabelecia o direito tanto à herança quanto à posição social ou aquisição de poder. A ausência de paternidade demonstra que tal profeta não adveio de família tradicional. Sofonias era trineto de Ezequias, que também fora rei de Judá. Isso lhe garantia livre acesso no governo real, bem como noutros segmentos da sociedade.

A citação de sua genealogia, “remontando sua linhagem quatro gerações até Ezequias”, o rei, evidenciava sua linhagem real, um homem de trânsito livre entre os governantes, respeitado, bem diferente de Amós e Miquéias, simples camponeses, portanto, para que a obra de Deus seja feita, a posição social não é levada em consideração.

3. ESTRUTURA E MENSAGEM.
Os meios de comunicação dos oráculos divinos aos profetas eram a palavra e a visão. Os porta-vozes do Eterno deixam isso claro no prólogo de seus livros (v.1a). O estilo poético predomina em todo o livro de Sofonias. O oráculo está organizado em três partes principais:
a) Primeira: anuncia o juízo contra as nações da terra, incluindo Judá (1.1-2.3), que deveria se arrepender, antes que fosse tarde demais, apesar que eles confiavam que ao final seriam abençoados, mas era necessário antes uma mudança, caso contrário não receberiam a benção.

b) Segunda: especifica os povos nesse julgamento global, Filístia, Moabe, Amom, Etiópia e Assíria (2.4-15), “pacote fechado”.

c) Terceira: trata do castigo de Jerusalém e da restauração dos remanescentes fiéis (3.1-20). O tema do “Dia do Senhor” ocupa todo o oráculo divino.

II. O JUÍZO VINDOURO
1. TODA A FACE DA TERRA SERÁ CONSUMIDA (V.2).
Após o dilúvio, Deus prometeu não mais destruir a terra com água (Gn 9.11-16). Desde então, a palavra profética anunciou o juízo vindouro pela destruição através do fogo (1.18; 3.8; Jl 2.3; 2 Pe 3.7; Ap 16.8). A declaração “inteiramente consumirei tudo sobre a face da terra” (v.2) refere-se à tragédia global referida em 3.6-8. Note que a expressão “face da terra” é igualmente usada no anúncio da tragédia do dilúvio (Gn 6.7; 7.4).

O juízo anunciado abrangeria o mundo inteiro (1.2-3), pois todos se recusavam a buscar a Deus, inclusive Judá. Não havia inocentes nesta história. A correção começaria pela casa e o juiz seria o próprio Deus (cfe I Pe 4.17). Isto serve de ensinamento, exemplo e edificação para a igreja. Sobre isto o professor Francisco A. Barbosa, escreveu:

“A aplicação imediata da palavra profética era que a apóstata Judá receberia a justa retribuição por sua iniquidade, o mesmo acontecendo com as nações pagãs em derredor, alistadas nominalmente pelo profeta. O alcance imediato da profecia aplica-se à igreja e ao mundo na conclusão da história. Sofonias escreveu, também, para encorajar os fiéis com a mensagem de que Deus um dia haveria de restaurar o seu povo. Judá, então, cantaria louvores ao Deus justo que habita no meio do seu povo”.

2. A LINGUAGEM DE SOFONIAS.
A hipérbole é uma figura de linguagem que consiste em dar à sua significação uma ênfase exagerada, uma forma dramática de expressar uma idéia, uma espécie de imagem ampliada do real. Ela, porém, aparece na Bíblia e, por isso, alguns expositores veterotestamentários defendem o uso de uma linguagem hiperbólica para o livro de Sofonias. Eles consideram forte demais a descrição do aniquilamento natural de aves, peixes, animais, seres humanos, nações e cidades (1.3; 3.6), mas os que não aceitam tal interpretação certamente duvidam do evento denominado dilúvio, ou quem sabe duvidam, até mesmo, do desaparecimento das 10 tribos do norte, que foram levadas para a Assíria.

Foi difícil imaginarem o fim das 10 tribos perdidas? Foi difícil acreditarem no fim da religião dominante da época? No fim dos costumes, na mistura com pagãos ou na adoção de práticas idólatras e perversas? Tudo isto houvera sido profetizado na mesma linguagem utilizada por Sofonias. Não foi exagero da parte dele.

3. DESCRIÇÃO DETALHADA.
É verdade que na Bíblia há o emprego de hipérbole (Mt 11.23; Jo 12.19, etc). Mas não é o caso, aqui, em Sofonias! A descrição “os homens e os animais, consumirei as aves do céu, e os peixes do mar” (v.3) representa o reverso da criação registrada em Gênesis (1.20-26). Ela corresponde à destruição universal e literal da criação (Ap 16.1-21). O dilúvio, por exemplo, foi literal e global, mas a família de Noé foi salva (1 Pe 3.20), assim como os filhos de Israel foram poupados das pragas do Egito (Êx 9.4; 10.23; Nm 3.13).

III. OBJETIVO DO LIVRO
1. SINCRETISMO DOS SACERDOTES.
A expressão “quemarins com os sacerdotes” (v.4) aponta para o sincretismo da religião de Israel com o paganismo. “Quemarins” é o plural do hebraico komer usado para “sacerdote pagão” e aparece apenas três vezes no Antigo Testamento (2 Rs 23.5; Os 10.5). Apesar da origem levítica, os sacerdotes estavam envolvidos no sincretismo religioso pagão.

Sofonias advertiu Judá quanto ao juízo iminente, retribuição pela iniqüidade, fruto da mistura e do sincretismo religioso. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“A mistura entre o santo e o profano nunca foi permitido por Deus. O povo de Deus deveria viver separado do mundo e qualquer mistura lhe será prejudicial, senão fatal. Balaão levou os filhos de Israel a prevaricarem contra o Senhor, caindo nas ciladas do sincretismo religioso e da prostituição (ver Num 25:1-8; 31: 9,15,16; 2Pe 2:9-15; Ap 2:14). Ele foi morto por causa disso (Num 31:8)”.

“À época de Sofonias, os sacerdotes estavam envolvidos com o sincretismo religioso pagão”.

2. SINCRETISMO DO POVO.
Sabeísmo é a prática pagã dos sabeus; o povo da rainha de Sabá. Seu culto resumia-se na prática de adivinhação e na astrologia (1.5; cfe 2 Rs 21.3). Judá envolveu-se nesse tipo de paganismo (2 Rs 23.5; Jr 8.2; 19.13). Malcã ou Milcom (ARA e TB), ou ainda Moloque (NVI), era o deus nacional dos amonitas (1 Rs 11.5-7). Sofonias denunciou o povo por adorar a Jeová numa cerimônia comum com essa asquerosa divindade (v.5). Isso exemplifica a realidade do ritual sincrético no meio do povo escolhido. Havia coisa mais leviana que isto para Judá (Ez 8.15-18).

Segundo o professor Luciano de Paula Lourenço a frase “e os que sobre os telhados se curvam ao exército do céu; e os que se inclinam jurando ao SENHOR e juram por Malcã“, tem o seguinte significado:

“[...] os que sobre os telhados se curvam ao exército do céu” refere-se ao culto às deidades astrais assírias que entraram em Judá durante o péssimo reinado de Manasses (cf 2Rs 21:3)”.

“O exército do céu abrange todos os corpos celestes - o sol, a lua e as estrelas. Alguns eram objetos especiais de adoração. Na visão que Ezequiel teve na Babilônia, ele viu este tipo de adoração ser praticado no Templo pelos sacerdotes (Ez 8:15-18)”.

“O que se inclinam jurando ao Senhor prestam lealdade ao Jeová, mas também “juram por Malcã”, o deus nacional dos amonitas. Trata-se de lealdade dividida, a qual todos os profetas de Jeová censuram. Isso esclarece a realidade do ritual sincrético no meio do povo de Judá. Embora com a boca prestassem cultos a Jeová, eles honravam Moloque como deus. Jurar por uma deidade significa confessá-la publicamente, ou seja, comprometer-se abertamente a seu serviço. Jesus condenou em termos bem claros esta lealdade e serviço dividido: “Não podeis servir a Deus e a Mamom (Mt 6:24)”.

“Malcã. A pronúncia correta é “Milcom” de acordo com a Septuaginta e outras traduções (cf. ARA). Certos estudiosos acham que se refere a Moloque (cf. NVI), o deus fenício cuja adoração desumana (2Rs 23:10; Jr 7:31) prevalecia nos dias de Sofonias”.

3. O MODISMO DO POVO E A VIOLÊNCIA DOS PRÍNCIPES.
Não havia nada de errado em alguém vestir a roupa do estrangeiro. O problema da “vestidura estranha” (v.8) era o compromisso religioso de tal indumentária com o paganismo (2 Rs 10.22). Os príncipes de Judá, provavelmente filhos de Manassés ou Amom, pois Josias era bem novo para ter filhos nessa idade, seriam duramente castigados por causa da violência e do engano (v.9). O objetivo do castigo divino seria exterminar o baalismo, o sincretismo, as práticas divinatórias e as injustiças sociais.

Sobre os problemas das vestiduras estranhas o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“Isto provavelmente se trata do reinado de Manasses, quando costumes assírios, inclusive a roupa, tomaram conta da nação. Para os verdadeiros hebreus, a adoção da moda assíria simbolizava a aceitação da cultura e religião estrangeiras. Por conseguinte, era corretamente condenado como traição da fidelidade a Jeová. Seguir os costumes pagãos envolvia não apenas imitar o modismo estrangeiro, mas também adorar os deuses estranhos. Não somente o povo mas também os filhos do rei e outros oficiais reais seriam castigados por causa da adoção de costumes e trajes estrangeiros. Estes príncipes, que deveriam ser bons exemplos para o povo, adotavam as práticas estrangeiras e mostravam, deste modo, seu desprezo pelo Senhor, por ignorarem seus mandamentos contrários à adoção da cultura pagã. Isso denota falta de compromisso para com a aliança. Isso é um sinal de deslealdade religiosa”.

IV. “O DIA DO SENHOR”
1. SIGNIFICADO BÍBLICO.
O termo hebraico para “dia” é yom, que pode ser “dia” no sentido literal (Jó 3.3) ou período de tempo (Gn 2.4). Assim, “o dia do SENHOR” (v.7) ou as fraseologias similares “dia da ira do SENHOR” (2.2,3) e “naquele dia” (1.10), indicam o período reservado por Deus para o acerto de contas com todos os moradores da terra (Is 13.6,9; Ez 13.5; Jl 1.15; 2.1). Esse período também é chamado de Grande Tribulação (Ap 7.14). O julgamento de Judá e das nações vizinhas é o prenúncio do juízo vindouro. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“O Dia do Senhor é termo técnico para denotar o julgamento que se aproxima, que é o principal tema de Sofonias. Sua mensagem central pode ser resumida na frase: “O Dia do Senhor está perto”. Este é o Dia em que Deus se manifestará como Juiz. Não é mero dia de calamidade, mas trata-se de uma ocasião especial, a manifestação plena e final de Deus”.

“Esta profecia aplica-se, em primeiro lugar, à destruição de Judá pelos babilônios em 605 a.C. E, em segundo lugar, ao juízo divino a ser aplicado em escala mundial contra todas as nações no fim dos tempos (cf Is 2:12; 13:6,9; Jr 46:10; Ez 13:5; 2:1). O último dia da ira ainda está por vir (Rm 2:5), e acha-se associado à segunda vinda de Cristo (Mt 24:29-33; 1Ts 5:2)”.

2. O SACRIFÍCIO E SEUS CONVIDADOS.
A profecia afirma que Jeová “preparou o sacrifício e santificou os seus convidados” (v.7). Aqui, essa sentença é chamada de “sacrifício”, uma metáfora usada pelos profetas para indicar o juízo (Is 34.6; Jr 46.10; Ez 39.17-20). O verbo hebraico para “santificar” é qadash, cuja ideia básica consiste em “separar, retirar do uso comum” (Lv 10.10). Assim, os babilônios foram separados por Deus para a execução da ira divina sobre o povo de Judá (v.10), mas ainda tem muito por cumprir. Sobre isto o professor Francisco de Assis Barbosa escreveu:

“Esta profecia aplica-se, em primeiro lugar, à destruição de Judá pelos babilônios em 605 a.C. E, em segundo lugar, ao juízo divino a ser aplicado em escala mundial contra todas as nações no fim dos tempos (cf. Is 2.12; 13.6,9; Jr 46.10; Ez 13.5; 2.1; ver Jl 1.15; Am 5.18). O último dia da ira ainda está por vir (Rm 2.5), e acha-se associado à segunda vinda de CRISTO (Mt 24.29-33; ver 1 Ts 5.2)”.

CONCLUSÃO
O juízo vindouro não é assunto descartável. Os profetas trataram dele, bem como o Senhor Jesus Cristo e seus apóstolos. Fica aqui um alerta para os promotores da teologia da prosperidade (Fp 3.19-21). Infelizmente, entre muitos cristãos, os assuntos escatológicos são motivos de chacotas e risos. No entanto, Deus não se deixa escarnecer. O seu juízo é certo e verdadeiro e virá sobre todos os que praticam a iniquidade.

1) Explicar a estrutura e a mensagem do livro de Sofonias:
          Juízo contra as nações, inclusive Judá;
          Castigo de Jerusalém e restauração do remanescente.

2) Compreender a linguagem do livro de Sofonias:
          Figurada, exagero, drama, ampliação do real ou literal?
          Real, tanto quanto o dilúvio e o “sumiço” das 10 tribos.

3) Saber: Juízo de Deus é uma doutrina bíblica irrevogável:
          O julgamento para Judá e vizinhos é o prenúncio;
          O dia se aproxima, o juízo vindouro.

REFERÊNCIAS
BARBOSA, Francisco de Assis. Sofonias, o juízo vindouro. Disponível em: http://auxilioebd.blogspot.com.br/2012/12/licao-10-sofonias-o-juizo-vindouro.html. Acesso em 05 de dezembro de 2012.

BARBOSA, José Roberto A. Sofonias, o juízo vindouro. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com.br/2012/12/licao-10.html. Acesso em 05 de dezembro de 2012.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

BITTENCOURT, Marcos Antonio Miranda. Sete profetas antigos e muitos ensinamentos contemporâneos. Estudos em Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Revista do adulto cristão. 4º trimestre de 2011. JUERP, 2011.

CARMO, Oídes José. Profetas menores. Instrumentos de Deus produzindo conhecimento espiritual autêntico. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 2º trimestre de 2008. Betel, 2008.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. Sofonias, o juízo vindouro. Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2012/12/4-trimestre-de-2012-licao-n-10-09122012.html. Acesso em 05 de dezembro de 2012.

Estudantes da Bíblia. Sofonias, o juízo vindouro. Disponível em: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2012/2012-04-10.htm. Acesso em 05 de dezembro de 2012.

LOURENÇO, Luciano de Paula. A Soberania Divina sobre as naçõ Sofonias, o juízo vindouro es. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2012/12/aula-10-sofonias-o-juizo-vindouro.html. Acesso em 05 de dezembro de 2012.


Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

Um comentário:

  1. muito bom esses ensinamentos.Que Deus continue te abencoando a fazer esse trsbalho de emsino.

    pr carlos

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