Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A atualidade dos conselhos paulinos . Plano de aula

TEXTO ÁUREO

“Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor” (Fp 3.1a).

VERDADE PRÁTICA
Para quem ama a Deus o mais importante é ter um coração renovado pela ação do Espírito Santo.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Filipenses 3.1-10.
1 - Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor. Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós.
2 - Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão!
3 - Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne.
4 - Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu:
5 - circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu,
6 - segundo o zelo, perseguidor da igreja; segundo a justiça que há na lei, irrepreensível,
7 - Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.
8 - E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo.
9 - e seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus, pela fé;
10 - para conhecê-lo, e a virtude da sua ressurreição, e a comunicação de suas aflições, sendo feito conforme a sua morte.

PROPOSTA
          A alegria do Senhor nos faz superar a adversidade;
          Um precioso consolo, que traz descanso e quietude;
          Paulo exortou os filipenses a se alegrarem no Senhor;
          Paulo era hostil aos maus obreiros;
          Eles não se importavam e corrompiam a sã doutrina;
          A verdadeira circuncisão é a operada no coração;
          Para os judeus era um rito religioso e moral;
          A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas;
          Nenhum rito religioso é capaz de trazer salvação.

INTRODUÇÃO
Paulo revelou toda sua preocupação a respeito dos “maus obreiros” em sua carta dirigida aos filipenses no capítulo três. Eles se aproveitavam da ausência do apóstolo para introduzir falsas doutrinas na igreja.

Neste grupo de opositores estavam os cristãos judaizantes, que teimavam em infernizar a vida dos primeiros crentes, com seus preceitos e ritualismo ultrapassados que se não serviam para a igreja e que intencionavam associar a circuncisão (mutilação do corpo) à salvação. Estavam também alguns judeus semi-convertidos, que não se desassociavam da Lei e os maus intencionados obreiros que buscavam somente a satisfação dos próprios interesses.

O problema não estava do lado de fora, mas sim dentro.  A fim de precavê-la, por três vezes o apóstolo diz: “guardai-vos” (v.2), dos maus obreiros e dos da circuncisão.

Estas orientações e ensinamentos são muito atuais, uma vez que, naquela época poderia ate mesmo existir homens amantes de si mesmo, apóstatas, hipócritas, mentirosos, avarentos, presunçosos, avarentos, soberbos, desobedientes, avarentos, ingratos, profanos, sem afeto natural entre outras características negativas, mas não tanto quanto nos dias atuais, pois encontramos pessoas que desempenham a contento tais papeis, tanto na sociedade secular quanto na religiosa. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

Sem dúvida nenhuma, os conselhos do apóstolo Paulo contidos em Fp 3:1-10 são bastante atual, oportuno e urgente. Como ocorria na igreja de Filipos, em nossos dias, a verdade de Deus tem sido atacada. Esses ataques não vêm apenas dos insolentes críticos da fé cristã, mas daqueles que se infiltram na igreja, com falsa piedade e perigosas heresias. Estamos vendo, com profunda consternação, a igreja evangélica brasileira deixando o antigo evangelho, o evangelho da cruz, para abraçar um evangelho híbrido, sincrético e místico. Um evangelho centrado no homem, e não na consumada e bendita obra de Cristo. Precisamos também nos acautelar”!

Por fim o apóstolo não deixou de exortar os filipenses a que, mesmo diante das adversidades, se alegrassem no Senhor (v.1), pois a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8.10).

I. A ALEGRIA DO SENHOR
1. REGOZIJO ESPIRITUAL. 
A expressão “resta, irmãos meus” (v.1), aparece no texto grego como to loipon, que é traduzido como “finalmente”. Ela sugere que Paulo estava concluindo sua carta, mas ainda havia algo importante a dizer aos irmãos da igreja em Filipos. Era necessário alertá-los quanto a presença dos maus obreiros entre eles, bem como reanimá-los e alegrá-los

A alegria do Senhor é a força que nos faz superar toda e qualquer adversidade, bem diferente da alegria proporcionada por circunstâncias favoráveis. Exemplo maior e melhor do que o do próprio apóstolo não existia, pois mesmo em prisão ele demonstrava alegria e incentivava os leitores e cristãos. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“[...], a nota dominante em toda a carta aos FIlipenses é a alegria triunfante. Paulo, embora fosse um prisioneiro, era muito feliz, e incentivava e ainda incentiva seus leitores a sempre a alegrarem-se em Cristo. Aliás, a alegria aqui não é um substantivo é um verbo, que está no imperativo: “alegrai-vos”, isto porque o evangelho que nos alcançou é “nova de grande alegria”, o reino de Deus que está dentro de nós é alegria no Espírito Santo, o fruto do Espírito é alegria, e a ordem de Deus é “alegrai-vos. E mais, a alegria do cristão não é um sentimento, é uma pessoa: o Senhor Jesus. Por isso, Paulo diz : “Alegrai-vos no Senhor”. Quem tem Jesus, experimenta essa verdadeira alegria; Quem não tem Jesus, pode ter momentos de alegria, mas não a alegria verdadeira”.

O contentamento que Jesus nos oferece é um reforço para a nossa fé em tempos de adversidade. Paulo se mantinha alegre e equilibrado, não se importando com a sua situação. Ele nunca se cansou de dizer isto aos filipenses na carta. Isto o afastava e conseqüentemente a igreja também, das práticas que fatalmente corrompiam os bons costumes (1 Co 15.33).

2. EXORTAÇÃO AO REGOZIJO.
A alegria do Senhor é produzida pelo Espírito Santo no coração do crente. Esta alegria independe das circunstâncias, pois é divina e faz com que o cristão supere as dificuldades. Paulo mostra aos filipenses que esse sentimento de felicidade, concedido pelo Senhor, é uma capacitação divina que fortalece a igreja para suportar as adversidades.

Para o apóstolo, que se encontrava na prisão, a alegria do Senhor era como um precioso consolo, capaz de trazer descanso e quietude, tanto para a sua alma quanto para a igreja para a sua alma.

3. ALEGRIA EM MEIO ÀS PREOCUPAÇÕES E AFLIÇÃO. 
Paulo percebeu que, em virtude do sofrimento, os irmãos de Filipos poderiam ser tomados pelo desânimo. Por isso, ele os exortou a se alegrarem em Deus, pois a alegria vinda da parte do Senhor nos fortalece (Ne 8.10).

Triunfante por causa de sua confiança no Cristo ressurreto, o apóstolo sabe que somente aquele que conhece e confia no Senhor, e em sua Palavra, é capaz de regozijar-se diante das dificuldades, tal como ele e Silas o fizeram (At 16.24,25). Deus é o nosso conforto. Nele podemos confiar e regozijar-nos sempre (1Ts 5.16).

II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4)
1. “GUARDAI-VOS DOS CÃES” – CARÁTER DUVIDOSO
A hostilidade de Paulo contra os maus obreiros era forte e decisiva, pois eles causavam muitos males à igreja, em especial aos novos convertidos, que abraçavam a fé. O relacionamento entre os judeus e gentios já era historicamente conturbado e em vez de ajudar a sanar este problema, oos cães, ajudaram a solidificar esta barreira. Sobre isto o professor Francisco A. Bezerra escreveu:

“Os judeus assim tratavam a todos os não judeus e de forma perjorativa, os chamavam de cães, veja por exemplo, Jesus em pregando o termo referindo-se à mulher cananéia: “não é bom pegar o pão dos filhos e deitá-los aos cachorrinhos” (Mt 15.26), e em Mt 7.6: “não deis aos cães as coisas santas...”. Trata-se de uma metáfora judaica e refere-se a convidar pagãos totalmente desinteressados a juntar-se às preces ao Senhor. Paulo emprega agora essa metáfora para descrever os crentes de origem judaica que distorciam o evangelho e pregavam a necessidade de cumprir rituais do Antigo Testamento”.

Paulo chama os judaizantes de “cães”, pois estes acreditavam e ensinavam que os gentios deviam obedecer a todas as leis judaicas, um fardo legalista que nem mesmo os próprios judeus suportavam (Gl 2.14). Os judaizantes eram como “cães” que atacavam os novos convertidos durante a ausência de Paulo. O apóstolo repelia-os com veemência e orientava os filipenses a que deles se resguardassem.

Paulo não estava tratando com três grupos de pessoas e sim com apenas um, que era, por ele, visto sob três ângulos diferentes: quanto ao caráter eram cães, quanto a conduta se portavam como maus obreiros e em relação ao credo professavam e ensinavam falsas circuncisões, ensinamentos que tendiam para preceitos e ritos mosaicos, os quais Paulo combatia (At 15.1-2; Gl 5.1-4). Eles ensinavam que a justificação somente seria possível com a guarda da Lei e seus rituais.

2. “GUARDAI-VOS DOS MAUS OBREIROS” – CONDUTA DUVIDOSA
Estes também são denominados por Paulo como “cães” e os da “circuncisão”. Eles espalhavam falsos ensinos, não se importando com a sã doutrina ensinada pelos apóstolos. Pregavam um falso evangelho (Gl 1.8,9). Afirmavam que os gentios deveriam seguir a lei mosaica e, pior, as tradições judaicas. Sobre isto o professor Francisco A. Bezerra escreveu:

“A salvação foi adquirida na cruz por Cristo e Sua justiça nos é imputada pela graça, por meio da fé; não exige nenhuma pré-disposição, ritual nem esforço algum. A única conditio sine qua non é a fé em Jesus Cristo (At 16.31; Rm 10.9). Aqueles que pregam e exigem mais do que isso são na verdade pregadores do falso evangelho e estão debaixo da condenação de Deus. Afirmavam que para que os gentios se tornassem cristãos deveriam seguir a lei mosaica e, pior, as tradições judaicas”.

Eram os chamados obreiros da iniquidade, fraudulentos. Mudavam o foco, desviavam a atenção e trabalhavam contra Deus. Tinham aparência de ovelhas, pareciam justos (Mt 7.15; 23.28). As mensagens eram baseadas na Palavra e mantinham um certo padrão de retidão. Pareciam “empenhados na obra de Deus e no seu reino”, mas a intenção não era o progresso do reino e sim a busca dos próprios interesses. Suas principais vitimas foram os gentios, que de imediato desconheciam alguns costumes e ritos mosaicos e eram por eles, obrigados a adotarem-nos.

No concílio da igreja em Jerusalém, conforme Atos 15, os apóstolos já haviam discutido sobre o papel da lei judaica em relação aos gentios. Segundo as deliberações do “concílio de Jerusalém” os gentios cristãos não deveriam comer alimentos oferecidos aos ídolos, carne com sangue e sufocada (Lv 17.14). Deveriam também evitar as práticas sexuais imorais. Não obstante, os “maus obreiros” faziam questão de discordar do ensino paulino, a fim de impor aos gentios as práticas judaicas.

3. “GUARDAI-VOS DA CIRCUNCISÃO” – FALSOS ENSINOS
Um dos costumes judaicos que aqueles “maus obreiros” queriam impor era a prática da “circuncisão”. Eles ensinavam, erroneamente, que a circuncisão tornaria os gentios verdadeiramente cristãos e que era essencialmente importante para concretização da salvação, mas na verdade, esta prática apresentada por eles, era apenas uma “incisão na carne em vez de uma mudança no coração” e não passava de uma simples mutilação do corpo sem nenhum valor espiritual. Sobre isto o professor Francisco A. Bezerra escreveu:

“[...] um ritual físico sem justiça no coração não é mais do que uma mutilação da carne sem valor. Circuncidar era um rito pelo qual se corta a extremidade do prepúcio. Entre os judeus tinha um valor altamente religioso. Era o sinal do antigo concerto (At 7.8; Rm 4.6-12) e obrigava a guardar toda a Lei mosaica (At 15.1-5,24; Gl 5.3). Na Nova Aliança não se faz necessário essa observância ritual, já que nessa Nova Aliança o acesso se dá por meio da fé em Jesus Cristo (At 11.1-18; 15.1-29; 1 Co 7.19; Gl 5.1-6; 6.12-16). Em resposta aos judaizantes e sua ênfase equivocada no rito exterior e físico da circuncisão, Paulo afirma que os cristãos são a verdadeira circuncisão, isto é, o Israel espiritual (Gl 3.6-4.7)”.

Paulo então passa a denunciar estes maus obreiros (Gl 1.6-9; 3.1; 5.1-12; 6.12-15; 2 Co 11.13) e a ensinar aos filipenses que a verdadeira circuncisão é aquela operada no coração; logo não é algo da carne, mas do Espírito Santo. De acordo com o Comentário Bíblico Pentecostal, editado pela CPAD, “os cristãos filipenses não deveriam ter como motivo de orgulho quaisquer sinais físicos que demonstrassem sua condição de comunhão, porém, antes, deveriam orgulhar-se em Cristo e na sua obra”.

III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3)
1. A CIRCUNCISÃO NO ANTIGO TESTAMENTO. 
“Para os judeus, a circuncisão é um dos mais importantes de seus 613 mandamentos”. Um sinal e selo da aliança que Deus fez com Israel, através da vida de Abraão. Era um rito religioso com caráter moral e espiritual, consistindo em um sinal físico de que a pessoa pertencia ao povo com o qual Deus fez um pacto. Era também um sinal de obediência a Deus (Gn 17.11; At 7.8). Sobre isto o professor Francisco A. Bezerra escreveu:

“A circuncisão não era prática incomum no antigo Oriente Próximo, porém Deus a escolheu como um sinal para identificar o povo do concerto abraâmico, pois esta literalmente tem a ver com os homens no seu aspecto de propagação da vida. O ato da circuncisão era exigido como um sinal do concerto previamente estabelecido com Abraão. Isto não constituía um novo concerto, porém um sinal externo que Abraão e os seus descendentes deviam praticar para mostrar que eles eram o povo escolhido de Deus. O fato desta cerimônia ser praticada no órgão reprodutor masculino possuía um significado duplo, pelo menos: 1) o ato de cortar o prepúcio falava em cortar a dependência carnal, e 2) a sua esperança pela posteridade e prosperidade futuras não deveria repousar sobre as suas próprias habilidades. A circuncisão era uma afirmação de que a confiança do fiel estava sendo depositada na promessa de Deus e na sua fidelidade, e não em sua própria natureza carnal (Gn 15.10; 22.13)”.

Porém, os seguidores de Jesus não precisam da circuncisão para serem identificados como pertencentes a Ele. A circuncisão do cristão é espiritual e interior, operada pelo Espírito Santo, no coração, mediante a fé em Jesus Cristo (Rm 4.9-11).

2. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO NÃO DEIXA MARCAS FÍSICAS. 
Paulo ensina aos colossenses que a verdadeira circuncisão em Cristo não é por intermédio de mãos humanas, prática externa e visível com marcas físicas, mas é “no despojo do corpo da carne” (Cl 2.11,12). Ele contraria os ensinos dos mestres judaizantes, afirmando que tal prática não era condição essencial para a salvação, apenas serviu para separar o povo de Deus das outras nações. Com Jesus esta separação foi abolida.

É um ato espiritual, levado a efeito pelo Senhor Jesus que remove a nossa velha natureza e nos concede uma nova (2 Co 5.17). É uma circuncisão do coração (Rm 2.29), “uma obra do Espírito Santo realizada no coração do salvo, pela qual o pecado e o mal são cortados”, libertando o homem da servidão e do legalismo.

3. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO NÃO CONFIA NA CARNE (3.3-7). 
Os cristãos judaizantes que participavam da igreja em Filipos confiavam muito mais na carne e na circuncisão do que em Cristo. Por isso, Paulo narra a sua história como judeu. Ele declara ter sido circuncidado ao oitavo dia (v.5) e ter seguido todos os ritos da lei (v.6). Sobre isto o professor Francisco A. Bezerra escreveu:

“Sua circuncisão foi conforme preconiza Gênesis 17.12; era da tribo de Benjamim e seu nome judeu, Saulo, foi-lhe dado em virtude do rei Saul, também de Benjamim (1Sm 9.1,2). Sua vida era de escrupulosa obediência à Lei mosaica, tanto à Torah quanto às tradições judaicas que lhe foram ensinadas (At 22.3; 26.5; Gl 1.14). Ele próprio afirma que viveu de forma irrepreensível, não com pretensa intenção de afirmar que era sem pecado (Rm 7.713), mas de ter vivido com fidelidade aos preceitos do Antigo Testamento”.

Mas o apóstolo enfatiza que ao encontrar-se com Cristo, renunciou a tudo da velha religião para servir apenas a Cristo. Ele “percebeu que todas essas credenciais, realizações, privilégios e direitos não valiam nada”, que não tinham valor salvífico. Declarou ainda que a circuncisão são todos aqueles que servem a Deus no Espírito e os que gloriam em Jesus e que não confiam na carne” (3.3). Portanto a salvação é somente pela fé em Jesus. Nenhum rito religioso é capaz de trazer salvação.

CONCLUSÃO
Paulo ensinou aos filipenses que a confiança em Cristo nos garante alegria. Tal felicidade independe das circunstâncias e faz-nos enfrentar todas as dificuldades comuns às demais pessoas com uma diferença: temos esperança! Paulo também mostrou aos filipenses que as leis do Antigo Testamento e seus ritos tinham sua importância, todavia, a obediência a tais leis e ritos não garantiam a salvação de ninguém. O que deve ser considerado pelo crente é o seu relacionamento com o Cristo ressurreto.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1) Dissertar a respeito da alegria do Senhor:
       Produzida pelo Espírito Santo;
       Independe de circunstancias ou situações favoráveis.

2) Explicar a tríplice advertência contra os inimigos da fé:
       Guardai-vos: dos cães, maus obreiros e da circuncisão.

3) Compreender o significado da verdadeira circuncisão:
       Remoção da velha natureza. Não é feita por homens.

REFERÊNCIAS
BARBOSA, Francisco A. A atualidade dos conselhos paulinos. Disponível em: http://auxilioebd.blogspot.com.br/2013/08/licao-7-atualidade-dos-conselhos.html. Acesso em 14 de agosto de 2013.


BARBOSA, José Roberto A. A atualidade dos conselhos paulinos. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com.br/2013/08/licao-07.html. Acesso em 13 de agosto de 2013.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. A atualidade dos conselhos paulinos. Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2013/08/3-trimestre-de-2013-licao-n-07-18082013.html. Acesso em 13 de agosto de 2013.

Estudantes da Bíblia. A atualidade dos conselhos paulinos. Disponível em: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2013/2013-03-07.htm. Acesso em 13 de agosto de 2013.

LOURENÇO, Luciano de Paula. A atualidade dos conselhos paulinos. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2013/08/aula-07-atualidade-dos-conselhos.html. Acesso em 13 de agosto de 2013.

NEVES, Natalino das. A atualidade dos conselhos paulinos. Disponível em: http://www.slideshare.net/natalinoneves1/2013-3-tri-lio-7-a-atualidade-dos-conselhos-paulinos. Acesso em 13 de agosto de 2013.

Por: Ailton da Silva - Ano IV - caminhando para o ano V

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