Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O Evangelho do reino no reino do mal. Plano de aula.


A VOZ QUE NÃO SE CALARÁ
G. T.: HORA DOS VALENTES PREGADORES
O “DETENTOR” AINDA ESTARÁ PRESENTE?
PREGADORES DE ELITE – SOMENTE NA G. T.
FERIDA DO ANTICRISTO, TRISTEZA NA TERRA
MORTE DAS 2 TESTEMUNHAS, ALEGRIA NA TERRA
EM JESUS E SANGUE DO MÁRTIR, EIS A RECEITA
BÍBLIAS EM BRANCO OU MANCHADAS PELO SANGUE HUMANO?

TEXTO ÁUREO:
[...] Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas (Ap 14.7).

VERDADE PRÁTICA:
Apesar de sua influência e poder, o Anticristo não poderá calar a verdade do Evangelho — a Palavra de Deus é para sempre.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
Apocalipse 14.1-7.
1 - E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai.
2 - E ouvi uma voz do céu como a voz de muitas águas e como a voz de um grande trovão; e uma voz de harpistas, que tocavam com a sua harpa.
3 - E cantavam um como cântico novo diante do trono e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.
4 - Estes são os que não estão contaminados com mulheres, porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro.
5 - E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus.
6 - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,
7 - dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

PROPOSTA DA LIÇÃO
  • Deus levantará vozes que não temerão pregar o evangelho;
  • Palavra de Deus após o arrebatamento continuará a mesma;
  • Mártires: pregadores da Palavra após o arrebatamento;
  • Como será a atuação do Espírito Santo durante a grande tribulação?
  • Holocausto dos holocaustos: mártires que resistirão à besta;
  • Os mártires não temerão perturbar o reino do mal;
  • 144.000 + 2 testemunhas + 1 anjo com o Evangelho eterno;
  • Quem serão os 144.000? Qual será a função deles?
  • E as 2 testemunhas? Conhecerão a 1ª morte?
  • Anjo evangelista? Evangelho eterno?

INTRODUÇÃO:
Mesmo com toda sua truculência, soberba e diante das proezas e falsos milagres, o Anticristo não conseguirá emudecer a voz do Evangelho nem calar a voz dos mártires, ou seja, não conseguirá impedir a pregação da Palavra e tampouco interromper a ação do Espírito Santo de Deus.

Vozes serão levantadas durante a Grande Tribulação, que não temerão proclamar a Palavra, para alcançarem a multidão dos que não se sujeitarão ao governo do Anticristo. Quem serão estes pregadores? Que Evangelho eles pregarão? Quem convencerá o pecador? Haverá mesmo salvação neste período?

a) Palavra de Deus:
A Palavra de Deus não perderá a sua autenticidade e inspiração (Is 40.8; Mt 24.35; I Pe 1.25).

b) Os pregadores do Evangelho:
Serão muitos, tantos quantos já existiram. Os mártires, os 144.000, as 2 testemunhas e o anjo pregador.

c) Presença e atuação do Espírito Santo:
O Espírito Santo, onipresente, agirá conforme nos dias Antigo Testamento (cfe At 15.10-11).

d) Salvação:
A salvação será baseada no principio da fé (Hb 11.6; 34-38).

I. A PALAVRA DE DEUS APÓS O ARREBATAMENTO
1. A PALAVRA DE DEUS É ETERNA. 
A Palavra de Deus não perderá a sua autenticidade e inspiração (Is 40.8; Mt 24.35; I Pe 1.25), tampouco as páginas da Bíblia ficarão em branco, sem utilidade.

Mesmo no período da grande tribulação haverá pregação e ensino, talvez não com a mesma liberdade e com os mesmos instrumentos que facilitam a sua propagação. O certo é que os trabalhos não serão interrompidos, portanto haverá possibilidade de salvação, mas a base da fé em Jesus e no sofrimento próprio (Hb 11.6; 34-38). Esta palavra continuará a ser pregada nos períodos de tribulação. 

Se a Bíblia viesse a perder a sua inspiração após o arrebatamento, como ficariam os últimos atos do plano divino? Este grande acontecimento é parte do cumprimento do plano de Deus e não um ponto final.

Não teria o porquê a Palavra de Deus perder sua confiabilidade após o arrebatamento, pois não foi abalada ou colocada em xeque quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso ou quando Noé e sua família entraram e saíram da arca ou na entrada e saída dos hebreus da terra do Egito, muito na posse e perda da Terra Prometida, no cativeiro babilônico ou no retorno para reconstruírem Jerusalém. Tampouco a Palavra de Deus foi afetada na morte, ressurreição ou ascensão de Jesus.

A Bíblia Sagrada não perderá a sua divina inspiração e a exposição e ensino ficará a cargo dos mártires, dos cento e quarenta e quatro mil, das duas testemunhas e do anjo que percorrerá os céus com o evangelho eterno.

2. A PALAVRA DE DEUS É O FUNDAMENTO DO JUÍZO FINAL.
Além do livro da vida, outros livros serão abertos no dia do Juízo Final. Conclui-se, pois, que as Escrituras Sagradas lá estarão e nelas se encontram tanto as promessas quanto os juízos divinos (Ap 20.12).

A Palavra de Deus será o fundamento legal do Juízo Final, ou seja, a humanidade será julgada pela retidão da Palavra que eles mesmos rejeitaram (Jo 12.48) e não por meras e humanas regras.

3. O ESPÍRITO SANTO APÓS O ARREBATAMENTO DA IGREJA. 
Se o Espírito Santo é o “detentor” (II Ts 2.7) e foi retirado para que se manifestasse o homem do pecado, como estará atuando na Terra neste período? Quem estará convencendo o homem do pecado, da justiça e do juízo, já que estará findo a dispensação da graça?

O Espírito Santo, onipresente, se retirou e não foi banido da Terra, por isto continuará agindo, mas não habitando (I Co 6.19), concedendo dons (I Co 12.1-10) e ousadia como faz com a igreja. Ele atuará como nas dispensações anteriores (cfe At 15.10-11; Gl 3.8), quando usava pessoas escolhidas (Jr 1.5; Gl 1.15) para entregarem a mensagem de Deus, acrescentando a fé no Redentor que haveria de vir, da mesma forma operará na grande tribulação, pois alimentará a esperança na salvação e concederá poder para desestabilizar o império do mal.

O livro de Apocalipse mostra dois grupos distintos de salvos na grande tribulação, a saber os israelitas (7.4) e gentios (7.9-14), pois a Palavra de Deus continuará ser proclamada, mas a salvação dependerá da ação de dois agentes:
  • 1º - O sangue do Cordeiro (Ap 12.11a);
  • 2º - O sangue do próprio mártir (Dn 7.25; Ap 6.9), que vencerá pela palavra de seu testemunho e não temerá a morte (Ap 12.11b).

II. A PROCLAMAÇÃO DOS MÁRTIRES
1. A IDENTIDADE DOS MÁRTIRES. 
Os martírios durante o governo do Anticristo superarão todas as cifras já registradas pela história humana. Este será o holocausto dos holocaustos, uma perseguição no campo religioso, social e econômico.

Os mártires serão aqueles que, na Grande Tribulação, arrepender-se-ão de seus pecados e se recusarão a adorar a imagem da besta e, consequentemente, não receberão o seu código. Farão parte da multidão, a qual ninguém poderá contar e virão de todas as nações, tribos, povos e línguas (Ap 7.9).

A perseguição e o martírio ocorrerão porque o Anticristo desejará o domínio total sobre o mundo e na sua ânsia do poder, se deparará com os mártires que, pela fé inabalável em Cristo Jesus, se recusarão a fazer parte de seu império. Isto incomodara muito a trindade satânica, que declarará uma guerra particular a eles e os vencerá (Dn 7.25; Ap 13.7, 15). As vozes serão abafadas, mas não suas ações.

Serão vencidos e mortos pelo Anticristo, mas morrerão convictos de sua fé e das recompensas (Ap 20.4). Não poderão ser contados ou nomeados, assim como não foi possível nomear todos os sete mil fiéis, em Israel, que não havia dobrado os joelhos a Baal (I Rs 19.18).

2. A FÉ SOB O MARTÍRIO. 
Os mártires serão vencidos e morrerão, devido à postura confessante e testemunhal (Ap 6.9; 20.4), mas antes, não temerão perturbar o império do mal com a apresentação do Evangelho do Reino.

Mas como nos espelharmos nesta lição de fé se já conhecemos, em primeira mão, o fim de todos eles, a morte? A fé deles será suficiente para:
Pregarem diante da perseguição;
Esperarem pelas conversões e resultados satisfatórios;
Esperarem pelo julgamento e vingança dos sangues deles (Ap 6.11)

Como não aprendermos com esta fé inabalável, que os fortalecerá para prosseguirem sem temerem as ameaças (cfe Fp 2.17; II Tm 4.6), que não serão poucas, pois o governo maligno não medirá forças para tirarem de circulação os tais (Mc 14.69b).

III. A PROCLAMAÇÃO DOS 144 MIL
1. A IDENTIDADE DOS 144 MIL. 
Além dos mártires oriundos de todos os povos e nações, haverá um grupo de 144 mil judeus, recolhidos de Israel, que proclamarão e confessarão a Cristo durante o governo do Anticristo, não temendo pelas próprias vidas.

São israelitas, conversos a Cristo logo após o arrebatamento da igreja (Ap 7.1-8), que farão parte de uma grande colheita de almas, precedendo a conversão nacional de Israel, que se dará no final da grande tribulação (Zc 12.10-14).

Este grupo de fiéis pregadores anônimos, assim como foram os sete mil fieis em Israel (I Rs 19.18) e os crentes de Chipre e Cirene (At 11.20-21), se manterá fiel e não se contaminará com o mundo (Ap 14:3-5), chamados de “virgens”, em cujas bocas não se achará engano e serão considerados as primícias de Deus, os primeiros da grande colheita (Ap 7.1-8).

Deus não ficara sem testemunho durante a grande tribulação (cfe At 14.17), pois levantará este grupo de pregadores do Evangelho do Reino, o remanescentes de israelitas redimidos (cfe Rm 11.26), os responsáveis pela pregação da Palavra de Deus e pela salvação de muitos na grande tribulação. Devido a este trabalho serão mortos pelo governante mundano.

2. A ELEVADA POSIÇÃO DOS 144 MIL. 
Os 144.000 receberão uma recompensa grandiosa, pois serão tomados pelo próprio Deus. Eles receberão um selo em suas testas, bem visível (Ap 7.3), para indicar a consagração a Deus e para provar que pertencem a Ele (cf Ap 7.3; 9.4; Ez 9.1-6).

Este sinal os identificará como servos do Deus Altíssimo, mas não os isentará das perseguições e do martírio (Ap 7.3, 14) promovidos pelo Anticristo, mas certamente estarão livres protegidos contra os danos provocados pelos gafanhotos, que atingirão a todos quantos não tiverem o sinal que eles possuem (Ap 7.3; 9.4).

Eles também terão um privilegio ainda maior, pois aprenderão, e não somente cantarão, o cântico novo que será entoado diante do trono (Ap 14.3-5).

IV. A PROCLAMAÇÃO DAS DUAS TESTEMUNHAS
1. A IDENTIDADE DAS DUAS TESTEMUNHAS. 
Moisés perturbou o Egito e Elias foi acusado de perturbar o reino apóstata de Israel (I Rs 18.17), mas nada que se compara ao que as duas testemunhas farão conjuntamente, durante a primeira metade da grande tribulação.

A verdadeira identidade do Anticristo será revelada ao mundo pelas duas testemunhas que neste período também proclamarão os juízos de Deus sobre a Terra.

Este ministério terá a duração de 1260 dias (Ap 11.1-3). Trajados de pano de saco, eles terão poder para fechar o céu para que não chova nos dias da sua profecia (cfe I Rs 17.1) e terão também poder sobre as águas para convertê-las em sangue (cfe Ex 7.20) e para ferir a terra com toda sorte de pragas, quantas vezes quiserem. O adversário não terá domínio sobre eles, pois eles receberão, de Deus, o poder para executarem suas funções (Ap 11.3-6).

Quem serão as duas testemunhas do Apocalipse?
  • Enoque e Elias (Gn 5.24; II Rs 2.11), já que ambos não experimentaram a primeira morte, apenas foram transformados, arrebatados. Elias já veio restaurar todas as coisas (Ml 4.5-6, cfe Mt 17.11-13)? Isto foi atestado por Jesus aos seus discípulos (Mt 11.14, cfe Lc 1.17). Por isto que existe dificuldade para se afirmar à identidade das duas testemunhas. João Batista teve a mesma conduta, ousadia, coragem e vigor que Elias e não foi uma reencarnação do grande profeta (Hb 9.27);
  • Moisés e Elias (Dt 34.6; Lc 9.30-31; Jd v.9), pois o primeiro transformou água em sangue (Ex 7.20) e o segundo fechou os céus, pela sua palavra, para que não houvesse chuvas em Israel (I Rs 17.1). E pelo fato de terem sido citados por Malaquias um em seqüência ao outro (Ml 4.4), com uma alerta antecedendo o grande e terrível dia do Senhor e por terem se manifestados na ocasião da transfiguração, com voz ativa (Mc 9.4);
  • O sacerdote Josué e o governador Zorobabel (Zc 4.6-7);
  • João e Paulo (Jo 21.22-23 e Fl 1.22-25);
  • Ou nenhum dos citados acima? “Aprendi que não preciso ter voz quando a Palavra de Deus se cala”. ANDRADE, (pg. 81, 2012).
Eles serão as duas oliveiras e os dois castiçais (Ap 11.4), que se encontram diante de Deus.  Conforme a visão do profeta Zacarias (Zc 4.2-14) as duas oliveiras, uma de cada lado do vaso de azeite, deveriam proporcionar o azeite necessário para que as sete lâmpadas do castiçal continuassem ou fossem acesas. Dois ungidos que estão diante do Senhor de toda a terra (Zc 4.14), os dois últimos profetas do Senhor na história da humanidade, que terão um ministério público e de grandes sinais (Ap 11.3-6), para fortalecer os mártires ou despertar muitos outros.

2. A MORTE DAS DUAS TESTEMUNHAS. 
Terminado o seu ministério de quarenta e dois meses, a besta os matará, justamente na mesma cidade onde Jesus houvera sido crucificado, para cumprimento de sua palavra (Jo 15.20), Jerusalém, que será chamada espiritualmente de Sodoma e Egito, devido a sua imoralidade e mundanismo, respectivamente (Ap 11.8).

E todos se alegrarão com a morte das duas testemunhas, a ponto de mandarem presentes uns aos outros (Ap 11.8, cfe Et 9.20, uma cópia) e de não permitirem que sejam sepultados, justamente para prolongar a alegria pelo fim das perturbações. Eles comemorarão esta suposta derrota, pois ficarão admirados pelo fato de terem sido quase “enganados” por eles.

Seus corpos ficarão expostos na praça da cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito (Ap 11.8). Ficarão ao relento por três dias e meio e não permitirão que sejam sepultadas dignamente. Até Jesus, mesmo diante da rejeição e ódio das autoridades religiosas de Israel, teve um sepultamento descente. A atrocidade cometida contra as duas testemunhas ultrapassará em atrocidade à perseguição contra o Senhor.

3. A RESSURREIÇÃO DAS DUAS TESTEMUNHAS. 
Depois de três dias e meio, Deus enviar-lhes-á o espírito de vida, pondo-os de pé à vista de todos. Em seguida, serão levados para o céu.

Logo após o seu arrebatamento, a cidade será abalada por um grande terremoto e sete mil homens morrerão (Ap 11.11-13), causando um sério prejuízo ao governo do Anticristo.

V. A PROCLAMAÇÃO DO ANJO
1. O ANJO EVANGELISTA. 
Mesmo com a morte das duas testemunhas, ocasião em que o ministério humano terá fim, a Palavra ainda será proclamada, mas não por homens e sim pelo anjo evangelista, que apresentará à humanidade a mensagem de arrependimento do Evangelho Eterno (Ap 14.7-10) e toda a Terra ouvirá. Esta será a última chance para o homem.

Logo em seguida virão mais dois anjos, sendo que um anunciará a queda do reino do Anticristo e o outro apresentará os juízos para aqueles que adoraram a Besta.

Esta será a oportunidade para que os anjos façam algo que desejaram (I Pe 1.12). Eles são criaturas divinas, cuja função é adorar a Deus e zelar pelos que hão de herdar a vida eterna (Is 6.1-3; Hb 1.14). No Apocalipse, serão encarregados de ministrar os juízos divinos.

O apostolo Paulo alertou a igreja da Galácia (Gl 1.8) quanto a uma possível abreviação deste acontecimento, pois ele temia que aqueles cristãos fossem enganados por qualquer ventinho de doutrina (Ef 4.14), tanto que o instruiu que não acreditassem em outro evangelho, mesmo que fosse pregado por um anjo vindo do céu, mas ele estava falando de uma outra situação, outro evangelho, outro anjo. Ele se referia ao Maligno que pode se transformar em anjo de luz (II Co 11.14) para enganar.

2. O EVANGELHO ETERNO. 
Na atual dispensação, as boas novas de salvação aproxima o homem a Deus e durante a grande tribulação ele afastará o homem do culto ao Anticristo. O Evangelho é único, mas ele “pode apresentar ênfases distintas em diferentes dispensações”. De que se trata este Evangelho Eterno:
  • É o mesmo que Abraão ouviu do próprio Deus (Gl 3.8) e creu;
  • É o mesmo Evangelho que Israel, por ser propriedade exclusiva (Ex 19.5), deveria ter apresentado ao mundo, pois pelo relacionamento correto tornaria o nome de Deus conhecido em todas as outras nações e juntamente vivificariam os corações na esperança maior da vinda do Messias (primeira);
  • É o mesmo Evangelho que João Batista apresentou a Israel, que se resumia ao concerto urgente e necessário, pois o reino de Deus já estava entre eles (Mt 3.2);
  • É o mesmo Evangelho que a igreja, que entrou em cena após a recusa e falha de Israel, apresenta ao mundo, pois recebeu esta incumbência diretamente de Jesus, a grande Comissão (Mc 16.15, At 1.8), cujo carro chefe é a primeira fase de sua segunda vinda, que será invisível (I Ts 4.13-18);
  • É o mesmo Evangelho que será pregado na grande tribulação, pelos mártires, pelos 144.000, pelas 2 testemunhas e pelo anjo(s) evangelista(s), mas a ênfase da mensagem será outra, pois não será vivificada a esperança na primeira vinda do Messias, tampouco na primeira fase de sua segunda vinda, uma vez que estes fatos já foram consumados. A pregação será voltada para o temor a Deus, arrependimento, despertamento e concerto.
O evangelho do reino (Mt 24.14) será pregado após o arrebatamento pelos mártires, que pelo conhecimento da Palavra, pois eles foram “deixados para trás”, conhecerão a verdadeira identidade do Anticristo e procurarão revelar ao mundo. Esta será a última chance.

Muitos crerão e serão preservados (Ap. 7.1-17; 14.1-7), outros martirizados em virtude da perseguição (Ap. 15.2-4), mas o certo é que Deus, em nenhum momento, ficará sem testemunho (At 14.17).

3. A MENSAGEM DE ARREPENDIMENTO. 
Mesmo sem a presença física da igreja na terra, Deus continuará a estender a sua graça a um mundo perverso e impenitente. Através de seu anjo, apresentará o Evangelho Eterno com uma mensagem de arrependimento, despertamento e concerto (Ap 14.7 ss).

A morte calou os mártires, os 144.000 e as duas testemunhas, mas o Anticristo não terá como impedir a pregação do Evangelho por esta grande instrumentalidade, conforme discorrido pelo pastor Geraldo Carneiro Filho, no subsídio semanal:

“Se o Anticristo conseguir fechar a boca de todos os crentes, os anjos anunciarão o Evangelho Eterno, porque ele é indispensável. O Céu será o púlpito dos anjos e o auditório consistirá de todas as nações, tribos e línguas”.

Mesmo diante da pior apostasia da humanidade, Deus insistirá com os filhos de Adão, buscando levá-los ao arrependimento.

CONCLUSÃO - OBJETIVOS DA LIÇÃO.
A Palavra de Deus não deixará de ser proclamada mesmo durante a grande Tribulação e muitas serão as conversões nesse período, pois serão convencidos pelo Espírito Santo que ainda estará agindo na Terra, não como age hoje na igreja.

1) Conhecer:  A situação da Palavra após o arrebatamento.
A pregação e ensino da Palavra não serão interrompido.

2) Explicar: O papel dos pregadores na grande tribulação:
As vozes serão abafadas, mas não as suas ações;
Morrerão, mas não temerão perturbar o império do mal;
Revelarão a identidade do Anticristo.

3) Conscientizar-se: Haverá salvação na grande tribulação.
O “Detentor” agirá como nas dispensações anteriores;
Agentes da salvação: O sangue do Cordeiro e do mártir.

REFERÊNCIAS:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Vem o fim, o fim vem. A doutrina das últimas coisas. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 4º trimestre de 2004. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2004.

BARBOSA, José Roberto A. O Evangelho do reino no império do mal. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com.br/2012/06/licao-11.html. Acesso em 04 de junho de 2012.

BARBOSA, Francisco A. O Evangelho do reino no império do mal. Disponivlel em: http://auxilioebd.blogspot.com.br/2012/06/licao-11-o-evangelho-do-reino-no.html. Acesso em 06 de junho de 2012.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. O Evangelho do reino no império do mal. Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2012/06/2-trimestre-de-2012-licao-n-11-10062012.html. Acesso em 07 de junho de 2012.

LOURENÇO, Luciano de Paula. O Evangelho do reino no império do mal. Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2012/06/aula-11-o-evangelho-do-reino-no-imperio.html. Acesso em 04 de junho de 2012.

Rede Brasil de comunicação. O Evangelho do reino no império do mal. Disponível em: http://www.redebrasildecomunicacao.com.br/licoes-biblicas/index/. Acesso em 07 de junho de 2012.

Silva, Joseph Bruno dos Santos. O Evangelho do reino no império do mal. Disponível em: http://rxisaias.blogspot.com.br/2012_06_01_archive.html#8962761630829660783. Acesso em 07 de junho de 2012.

SILVA, Severino Pedro. Apocalipse - Versículo por Versículo. CPAD.


Por: Ailton da Silva

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