Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Malaquias, a sacralidade da família. Plano de aula


TEXTO ÁUREO
“Porquanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, serão ambos uma carne” (Gn 2.24).

VERDADE PRÁTICA
É da vontade expressa de Deus que levemos a sério o nosso relacionamento com Ele, com a família e com a sociedade.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Malaquias 1.1; 2.10-16.
1.1 - Peso da palavra do SENHOR contra Israel, pelo ministério de Malaquias.
2.10 - Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o concerto de nossos pais?
2.11 - Judá foi desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do SENHOR, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho.
2.12 - O SENHOR extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isso, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao SENHOR dos Exércitos.
2.13 - Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choros e de gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão.
2.14 - E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.
2.15 - E não fez ele somente um, sobejando-lhe espírito? E por que somente um? Ele buscava uma semente de piedosos; portanto, guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja desleal para com a mulher da sua mocidade.
2.16 - Porque o SENHOR, Deus de Israel, diz que aborrece o repúdio e aquele que encobre a violência com a sua veste, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto, guardai-vos em vosso espírito e não sejais desleais.

PROPOSTA:
          O problema de Israel era no campo familiar e com Deus;
          Entre outros problemas que foram apontados por Neemias;
          Assunto do livro: denúncia contra o formalidade religiosa;
          Prática esta denunciada por Jesus (fariseus e escribas);
          Paternidade: somos filhos por adoção;
          Deslealdade: agir traiçoeiramente, com infidelidade;
          Casamento misto: mistura com pagãos e idólatras;
          “Deus é testemunhas das uniões espirituais”;
          Poligamia e divórcio: são obstáculos.

INTRODUÇÃO
A mensagem de Malaquias enfoca a sacralidade do relacionamento com o Altíssimo e com a família, que precisavam ser encarados com mais piedade e temor por Israel. O problema anterior ao cativeiro, a idolatria, já não mais atormentava os judeus e o perigo de nova invasão estava totalmente descartado, mas com esta tranqüilidade surgiu o “declínio na vida espiritual da nação. A religião era apenas uma prática fria e formal”.

As mensagens de Ageu e Zacarias eram relembradas, naquela época, pelos mais antigos que certamente notaram a mesma postura, vista anteriormente, do povo em relação ao zelo pela obra de Deus. Estavam desanimados antes da reconstrução e agora diante da conclusão da obra, a situação havia piorado, até mesmo os sacerdotes se descuidaram do zelo e estavam indiferentes às suas funções do Templo, pois se tornaram coniventes com algumas práticas ilícitas dos judeus, tais como a oferta de animais aleijados ou doentes (Ml 1.8a).

Necessitavam de reformas caso ainda desejassem verem a glória maior da segunda casa. Malaquias colocou-se “como um espelho” diante dos judeus, mas eles não perceberam. Sobre isto o pastor Geraldo Carneiro Filho escreveu:

“Malaquias testifica o triste fato do fracasso de Israel. Ele apresenta o quadro de um povo religioso externamente, mas interiormente indiferente e falso, um povo para o qual o culto a Jeová se transformou em formalismo vazio, desempenhado por um sacerdócio corrupto que não o respeitava”.

I. O LIVRO DE MALAQUIAS
1. CONTEXTO HISTÓRICO. 
Não há referências exatas quanto ao período do ministério de Malaquias, também não há informações em seu livro sobre o nome de seu pai, tampouco o local de seu nascimento, tal como Obadias e Habacuque, talvez por isto alguns acreditam que não se tratava de uma pessoa e sim um título, “meu mensageiro”. Todavia alguns fatos políticos, sociais e religiosos (1.8b) nos remetem ao período em que Jerusalém estava sob a responsabilidade de um governador nomeado pela Pérsia, um tirsata, Neemias (Ed 2.63; Ne 5.14; 7.65; 8.9; 10.1), a referência ao “governador” (1.8) localiza o livro no período persa

A crise moral e espiritual se deu justamente após a reconstrução e durante o período de ausência de Neemias, que retornou para Pérsia (Ne 13.6). Ageu e Zacarias também enfrentaram o mesmo descaso e desânimo, mas agora estava bem pior. Lassidão, o afrouxamento moral dos levitas (1.6), divórcios, casamentos com mulheres estrangeiras (2.10-16, cf Dt 7.1-4).

Outro ponto característico da indiferença religiosa dos judeus foi vista no descuido com os dízimos (3.7-12), mas não era para tanto espanto, pois se considerarmos que este período corresponda ao tempo em que Neemias retornou, depois de uma breve ausência de Jerusalém, ocasião que foi aproveitada por Tobias (Ne 13.4-5), o servo amonita opositor da obra da reconstrução dos muros e portas da cidade (Ne 2.9-10; 4.1-3; 6.1-13), por tudo isto não era de se estranhar que o povo não se animava em ofertar e dizimar, alias eles uniram o útil ao agradável e aproveitaram esta e a crise financeira, devido as colheitas fracas, para se “auto amaldiçoarem com maldição”. Eles falharam nesta prática que já existia antes mesmo da Lei (Gn 14.18-20; 28.18-22), pela foi estabelecidos os “princípios para a entrega dos dízimos” (Lv 27.30-34; Nm 18.21-32; Ml 3.10).

“Tão logo Neemias voltou para Susã, Eliasibe, o sacerdote, não somente concordou com o parentesco como também introduziu Tobias no Templo e para que este fosse acomodado confortavelmente foi necessário que fossem tirados o azeite, as ofertas e os dízimos dos cereais e azeite, o incenso, os utensílios, inclusive a santidade, a reverência e a espiritualidade tiveram que dar lugar ao arquiinimigo da reconstrução. Agora o segundo estado da cidade era pior que o primeiro. Neemias resolveu julgar o mal e não se deixou vencer por ele”.

O que poderia se esperar como resultado desta conduta judaica? “Feitiçaria, adultério, perjúrio, fraude e opressão do pobre” (3.5), discórdia familiar, divórcios, por isto a mensagem do profeta remetia o povo ao concerto e esperança (4.5-6).

2. VIDA PESSOAL DE MALAQUIAS. 
A expressão “pelo ministério de Malaquias” (1.1) é tudo o que sabemos sobre sua vida pessoal. A forma hebraica do seu nome é mal’achi, que significa “meu mensageiro”. A Septuaginta traduz por angelo sou (“seu mensageiro, seu anjo”). O termo é ambíguo, pois pode referir-se a um nome próprio ou a um título (3.1). No entanto, entendemos que Malaquias é o nome do profeta, uma vez que nenhum livro dos doze profetas menores é anônimo. Por que com Malaquias seria diferente? Era um homem integro e comprometido com a Palavra e com o rigor da observância da Lei. Lutou contra as uniões abomináveis (2.10-12), divórcio (2.13-16), o descaso com dízimos e ofertas (3.8-10).

3. ESTRUTURA E MENSAGEM. 
A profecia começa com a palavra hebraica massa, “peso, sentença pesada, oráculo, pronunciamento, profecia” (1.1; Hc 1.1; Zc 9.1; 12.1). O discurso é um sermão contínuo com perguntas retóricas que formam uma só unidade literária, bem diferente e inquestionável como no caso de Zacarias.

São três os seus capítulos na Bíblia Hebraica, pois seis versículos do capítulo quatro foram deslocados para o final do capítulo três. O assunto do livro é a denúncia contra a formalidade religiosa, prática comum entre os fariseus e escribas na época do ministério terreno de Jesus (Mt 23.2-7).

Malaquias, o último no rol dos profetas menores, trouxe uma mensagem pesada, difícil de ser digerida, principalmente por aqueles que não admitiam tal situação. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“Malaquias é o último profeta do Antigo Testamento antes que a voz da profecia se calasse num silêncio de quatrocentos anos. Que diz esse último mensageiro? Qual é a mensagem final? Qual é a palavra de despedida? Malaquias emboca a sua trombeta e faz uma urgente e apaixonada convocação ao povo de Deus para arrepender-se e voltar-se para o Senhor. Na verdade, a mensagem de Malaquias é uma denúncia contra o pecado e o formalismo”.

“[...] A mensagem de Malaquias é uma sentença, um fardo, um peso. Não é uma mensagem consoladora, mas de profundo confronto e censura. Essa mensagem tinha um triplo peso: era um peso para o profeta, para o povo e para Deus. A palavra "sentença", “peso”, significa mais do que uma palavra da parte do Senhor. É algo pesado, duro, que o Senhor vai dizer. É um peso para o coração do profeta, para o coração do povo e para o coração de Deus. Não é uma mensagem palatável, azeitada, fácil de ouvir. A profecia de Malaquias era profecia contra Israel. A carga que pesava sobre o profeta devia pesar também sobre a consciência das pessoas, até que se preparassem para “aquele Dia”.


II. O JUGO DESIGUAL
1. A PATERNIDADE DE DEUS (2.10). 
A ideia de que Deus é o Pai de todos os seres humanos é biblicamente válida, porém o Antigo Testamento expressa que essa paternidade refere-se a Israel (Ex 4.22,23; Jr 31.9; Os 11.1), sua possessão (Ex 19.5), que foi reivindicado por Deus como seu primogênito, amado, que deveria servi-lo (Ex 4.23), “um titulo que, em última análise, se cumpriu na pessoa de Jesus Cristo (Mc 1.11)”.

Mas por muitas vezes, Israel, fez por onde perder este status, pois buscava tomar posse do atestado de mudança de paternidade, que facilmente seria conseguido, no momento da efetivação da união abominável.

“O texto de 2.10-17 começa com uma comparação de dois parentescos. Assim como o Senhor é o Pai do povo de Israel, o deus estrangeiro é o pai dos estrangeiros (v. 10,11). Dessa forma, ao desposar estrangeiros, o judeu está se tornando parente de um deus pagão, mesmo que formalmente se apresente com dádivas e com lagrimas no culto a Y’haweh (v. 12b,13). O mais grave de tudo isso é que essa opção por uma mulher estrangeira era feita à custa do repúdio da “mulher da mocidade”, tratado pelo profeta como ”companheira”, “amiga”, “mulher da aliança” (v. 14)”. BITTENCOURT (2011, P.56).

Jesus fez-nos filhos de Deus por adoção, por isto, temos liberdade e direito de chamar ao Senhor de Pai (Mt 6.9; Jo 1.12; Gl 4.6). Assim fomos ensinados por Ele, “Pai nosso”. O grande perigo reside justamente no momento em que tentamos trocar de paternidade, nos aliando em jugo desigual com os incrédulos, com aqueles que não possuem compromisso com a Palavra ou que até mesmo não esperam nada desta vida tanto quanto do porvir (Co 6.14).

2. A DESLEALDADE. 
O termo “desleal” aparece cinco vezes nessa seção (2.10,11,14-16). Trata-se do verbo hebraico bagad, que significa “agir traiçoeiramente, agir com infidelidade”. Não profanar o concerto dos pais, estabelecido no Sinai (2.10) que proíbe a união matrimonial com cônjuges estrangeiros (Dt 7.1-4), foi bem recebida por eles na época, aos pés do monte (Ex 34.16). Esta instrução foi ratificada em o Novo Testamento (2 Co 6.14-16,18).

Por inúmeras vezes, em sua história, Israel foi desleal e se rendeu as uniões mistas, pelas quais receberam correções da parte de Deus, que não já os havia advertido quanto a esta prática ilícita. Este foi, durante muito tempo, um grande problema para os judeus, que não souberam lidar com esta questão. Até mesmo aqueles que deveriam ser exemplos (Ed 10; Ne 13.4; 28) não conseguiam se manter fiéis as ordens de Deus. Os judeus viviam, através destas uniões, um jugo desigual, pelo qual demonstraram deslealdade e toda sua infidelidade.

Amonitas, moabitas, frutos do incesto pós Sodoma e Gomorra (Gn 19.36-37), que não auxiliaram Israel em sua caminhada no deserto (Nm 22.1-6) e as adoditas, moradoras de Asdode, na Filistia (1 Sm 6.17), filhas daqueles que haviam roubado a arca do concerto (I Sm 5.1-5), eram o alvo preferidos dos infiéis judeus. A questão da proibição não era racial, mas sim doutrinária.

Se Israel permanecesse nesta prática, certamente afetaria a sua relação com Deus, portanto esta proibição não era tão somente para manter a pureza, mas sim para protegê-los das consequências certas e inevitáveis, tais como a idolatria, perda de identidade nacionalista e religiosa, perversão espiritual, além da adoção de práticas pagãs. Foram avisados desde a saída do Egito e durante a caminhada Moisés veio reforçando este mandamento (Ex 34.14; Dt 7.1-4).

Deus não revogou a proibição, mesmo nesta dispensação, somos alertados e ensinados quanto ao risco do jugo desigual, pois que comunhão teria a luz com as trevas (II Co 6.14-15).

3. O CASAMENTO MISTO (2.11). 
É a união matrimonial de um homem ou uma mulher com alguém descrente, em um jugo desnivelado. O profeta chama isso de abominação e profanação.

a) Abominação. O termo hebraico para “abominação” é toevah e diz respeito a alguma coisa ou prática repulsiva, detestável, nojenta e ofensiva. A Bíblia aplica-o à idolatria, ao sacrifício de crianças, às práticas homossexuais, etc. (Dt 7.25; 12.31; Lv 18.22; 20.13). Trata-se de um termo muito forte, mas o profeta coloca todos esses pecados no mesmo patamar (2.11).

b) Profanação. Profano é aquele que trata o sagrado como se fosse comum (Lv 10.10; Hb 12.16). A “santidade do SENHOR”, que Judá profanou (2.11), diz respeito ao Segundo Templo, pois em seguida o oráculo explica: “a qual ele ama”. A violação do altar já fora denunciada antes (1.7-10). Mas aqui Malaquias considera o casamento misto como transgressão da Lei de Moisés: “Judá [...] se casou com a filha de deus estranho” (2.11b). A expressão indica mulher pagã e idólatra. E mais adiante inclui também o divórcio (2.13-16).

Os envolvidos nestas práticas eram ameaçados de extermínio juntamente com toda a sua família (2.12). Esta prática israelita foi repreendida pelo profeta Malaquias, já que se constituía em uma “dupla transgressão da Lei de DEUS”, pois os homens divorciavam-se de suas esposas para se casarem com mulheres estrangeiras e pagãs, contrariando os ensinamentos mosaicos (Ex 34.15,16; Dt 7.3,4; 1 Rs 11.1-6). Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“A decadência da geração antediluviana foi devido ao casamento entre os filhos de Deus com as filhas dos homens, ou seja, de uma geração piedosa com uma geração que não temia a Deus. Foi assim também entre a geração que possuiu a Terra Prometida. Conforme Números 25, o relacionamento com as jovens moabitas preparou o caminho para a idolatria. Os casamentos mistos foram o fator principal da apostasia religiosa de Israel. Salomão e Acabe são exemplos tristes desse fato. De igual modo, aconteceu com a geração pós-cativeiro. O casamento misto foi duramente reprovado por Esdras (Ed 9:1,2), Neemias (Ne 10:30; 13:23-27) e Malaquias (Ml 2:10-16)”.

Esta foi uma falha gravíssima de Israel, ainda mais se tratando de uniões com as amonitas e moabitas (Gn 19.36-37; cf Nm 22.1-6; 2 Co 6.14-15). Mas o que as mulheres de outras nações tinham de tão especial para fascinarem os judeus, a ponto de se esquecerem das mulheres de suas respectivas mocidades?

III. DEUS ODEIA O DIVÓRCIO
1. O RELACIONAMENTO CONJUGAL (2.11-13). 
Malaquias é o único livro da Bíblia que descreve o efeito devastador do divórcio na família, na Igreja e na sociedade. “Os casamentos mistos estavam ameaçando a teocracia judaica, a integridade espiritual da nação”, colocando em risco a integridade das famílias, em virtude da presença do divórcio. Os lares israelitas estavam se desmoronando.

As lágrimas, os choros e os gemidos descritos aqui são das esposas judias repudiadas. Elas eram santas e piedosas, mas foram injustiçadas ao serem substituídas por mulheres idólatras e profanas. As israelitas não tinham a quem recorrer. Nada podiam fazer senão derramar a alma diante de Deus. Por essa razão, o Eterno não mais aceitou as ofertas de Judá (2.13), por isto os maridos devem tratar de forma justa as suas esposas e vice-versa (1 Pe 3.7; Ef 5.25-29), para que suas orações e ofertas sejam aceitas por Deus.

2. O COMPROMISSO DO CASAMENTO. 
Os votos solenes de fidelidade mútua entre os noivos numa cerimônia de casamento não são um acordo transitório com data de validade, mas “um contrato jurídico de união espiritual” (Myer Pearlman). O próprio Deus coloca-se como testemunha desse contrato. Por isso, a ruptura de um casamento é deslealdade e traição (2.14). A reação divina contra tal perfídia é contundente.

Deus odeia o divórcio (Ml 2.16), porém nunca desamparou as mulheres que se encontravam nesta situação (Dt 24.1-4). Esta previsão na Lei foi em virtude da dureza do coração de Israel (Mt 19.8).

3. A VONTADE DE DEUS. 
A construção gramatical hebraica do versículo 15 é difícil. Mas muitos entendem o seu significado como defesa da monogamia. Deus criou apenas uma só mulher para Adão, tendo em vista a formação de uma descendência piedosa (2.15). A poligamia e o divórcio são obstáculos aos propósitos divinos. O divórcio é uma desgraça para a família! Segundo o professor Luciano de Paula Lourenço, “O divórcio é desinstalador. É como um terremoto, provoca grandes estragos. O divórcio é o colapso dos sonhos, o naufrágio da esperança e a desistência deliberada de uma aliança firmada na presença de Deus”. Por isso, o Altíssimo aborrece e odeia o divórcio (2.16). Ele ordena que “ninguém seja desleal para com a mulher da sua mocidade” (2.15).

CONCLUSÃO 
A sacralidade do relacionamento familiar deve ser levada em consideração por todos os cristãos. Todos devem levar isso a sério, pois o casamento é de origem divina e indissolúvel, devendo, portanto, ser honrado e venerado.

Não podemos agir como os israelitas, que duplamente transgrediam a Lei, quando divorciavam de suas esposas para se casarem com mulheres estrangeiras e pagãs, recebendo por este ato, o atestado de troca de paternidade.

1) Explicar o contexto social, a estrutura e a mensagem do livro de Malaquias:
·         Povo desanimado e sacerdotes coniventes com erros;
·         Asunto do livro: denúncia contra a formalidade religiosa.

2) Reconhecer quais são as implicações de um péssimo relacionamento familiar:
·         Deslealdade, divórcios e casamentos mistos;
·         Lágrimas, choros e gemidos.

3) Conscientizar-se que é vontade de Deus vivermos um bom relacionamento na:
·         Deus criou apenas uma só mulher para Adão;
·         É vontade de Deus que não sejamos desleais.

REFERÊNCIAS
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BARBOSA, José Roberto A. Malaquias, a sacralidade da família. Disponível em: http://subsidioebd.blogspot.com.br/2012/12/licao-11_16.html. Acesso em 18 de dezembro de 2012.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

BITTENCOURT, Marcos Antonio Miranda. Sete profetas antigos e muitos ensinamentos contemporâneos. Estudos em Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Revista do adulto cristão. 4º trimestre de 2011. JUERP, 2011.

CARMO, Oídes José. Profetas menores. Instrumentos de Deus produzindo conhecimento espiritual autêntico. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 2º trimestre de 2008. Betel, 2008.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. Malaquias, a sacralidade da família.  Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2012/12/4-trimestre-de-2012-licao-n-12-23122012.html. Acesso em v18 de dezembro de 2012.

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LOURENÇO, Luciano de Paula. Malaquias, a sacralidade da família.  Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2012/12/aula-13-malaquias-sacralidade-da-familia.html. Acesso em 24 de dezembro de 2012.

REDE BRASIL DE COMUNICAÇÃO. Malaquias, a sacralidade da família. Disponível em: http://www.rbc1.com.br/licoes-biblicas/index/. Acesso em 24 de dezembro de 2012.

RENOVATO, Elinaldo. Neemias. Integridade e coragem em tempos de crise. Lições Bíblicas. Faixa Jovens e Adultos. 4º trimestre de 2011. Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2011.

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

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