Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

segunda-feira, 8 de julho de 2013

lição 1 - pós aula


Quando Paulo se lembrava da igreja de Filipos, somente um sentimento vinha em seu coração, amor, bem diferente de hoje, ou não? “Alegro-me quando lembro de vós” ou poderia ser de outra forma: “Alegrei-me quando ALGUNS de vós foram promovidos às mansões celestiais”.

Infelizmente temos afinidades com uns, com outros nem tanto, mas teríamos que tomar o exemplo de Paulo, pois algumas e muitas igrejas entristeceram muito o seu coração, outras alegravam constantemente. Isto não diminuía ou aumentava o seu amor por uma ou por outra. Ele foi capaz de amá-la todas, para algumas usava uma linguagem mais dura para corrigir, ensinar e impedir que cometessem loucuras, que nos digam alguns de Corinto.

“Passe a Macedônia e nos ajuda”, faça isto hoje que amanhã te retribuiremos.

O Maligno não teve coragem de acusar Paulo, somente afirmou que ele era servo do Deus Altíssimo (At 16.17), também falaria o que? o Maligno é astuto e não burro. Jamais teria coragem de dizer que Paulo estava na carne ou que agia por impulsos humanos. Ele sabia com quem estava mexendo (At 19.15).

Mas alguns da igreja de Corinto tiveram esta petulância e coragem. A igreja fez o que o Maligno não teve coragem de fazer ou dizer de Paulo (2 Co 10.1-4). Segundo eles, Paulo tinha motivação humana ($), de onde tiraram isto?

Ainda bem que Paulo repreendeu aquela jovem possessa, quando ela afirmava que ele era servo do Deus Altíssimo, já pensou se a noite durante o louvor ele gritasse bem alto: “Cumpra, Deus em mim a PALAVRA do Maligno, mostra que sou teu servo”.

Jamais as palavras do Maligno se cumprirá em nossa vida, sejam elas boas (de aparência) ou más.

A grande lição desta história: “Não aceite durante o dia algo (do Maligno) que possa te atrapalhar o seu louvor à noite (na igreja), mesmo que pareça palavras boas. Não precisamos de testemunhos de demônios.

Por isto que alguns sempre afirmam aos finais de cultos: “não senti nada, estava chato, cansativo”, também aceitou o que o Maligno ofereceu durante o dia.

Gratidão (ao quadrado) Paulo nunca esqueceu as boas obras daquela igreja. O socorro, as orações e preocupações. Imaginem os filipenses, também nunca esqueceram.

Em Filipos ocorreu um grande terremoto, o único da história humana que em vez de destruir paredes abriu somente as portas. O único que afetou somente as fechaduras da prisão.

Nesta cidade Paulo suportou açoites e não declarou sua cidadania romana, a qual lhe garantia, pelo menos, um julgamento decente. Tudo isto para salvar a família do carcereiro (ele não sabia, entendeu depois) e mostrar para os filipenses o que era realmente amor pelas almas.

Anos mais tarde, ele estava cansado, saúde meio debilitada, três viagens pelo mundo, quando ele percebeu que estava prestes a ser condenado levantou a mão e gritou: “é licíto açoitar um cidadão romano sem ser condenado”? Falta de coragem do missionário? Falta de amor? Ele tinha credito, mesmo sabendo que tinha que sofrer em prol da casa (At 9.16).

Ele dizia em seu coração: “estou cansado, Jesus, foram inúmeras as vezes que sua Palavra cumpriu em minha vida (At 9.16)”! É claro que Deus enviaria o socorro para aquele homem: “Vá descansar um pouco em Roma”.

Em Filipos, Paulo não revelou sua cidadania romana, não gritou alto, não levantou a mão, mas em Jerusalém (plano de Deus), ele sentiu que não suportaria, estava fragilizado, como qualquer outro ser humano. De vez em quando é possível levantarmos a mão, mas só se tivermos credito como Paulo tinha.

Por: Ailton da Silva - Ano IV

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