Apresentação da lição em power point

quarta-feira, 7 de março de 2012

Vampiro de Prudente condenado?


Nesta terça-feira (6), Vandeir Máximo da Silva, que ficou conhecido como "Vlad, o vampiro de Presidente Prudente", foi condenado a quatro anos de prisão. Em 2007 ele foi denunciado pelo Ministério Público (MP) por tentativa de aborto. A pena foi reduzida para dois anos por ele ser réu primário e pelo ato não ter sido consumado. Ele vai cumprir a sentença em liberdade.

Silva foi julgado nesta terça-feira no Fórum de Presidente Prudente. Ele chegou pouco antes das 13h e entrou direto, sem gravar entrevista.

Segundo a Promotoria, ele teria convencido a mãe da criança de que o bebê seria o "anticristo" e por isso não poderia nascer. A mulher acabou não sendo denunciada porque na visão do MP teria sido enganada.

O júri popular foi composto por sete pessoas. “O júri popular forma o conselho de sentença, que é o órgão efetivamente encarregado de julgar o acusado e o juiz togado é o responsável pela sentença. Os jurados julgam e o juiz prolata a sentença de acordo com o que decidido pelos jurados”, explica o advogado Sérgio Ricardo Ronchi.

Das cinco testemunhas de acusação que eram para ser ouvidas hoje apenas três compareceram ao Fórum. Entre elas, o delegado Dirceu Gravina, que na época foi o responsável pelas investigações.

Silva dizia ser imortal, se autodenominava como vampiro “Vlad” e chegou a criar uma seita. Segundo a polícia, ele aliciava jovens para fazer rituais em cemitérios.
COMO FOI:
Wlad Hacamia se reunia com os adolescentes no cemitério. Ele usava um dos túmulos como se fosse um trono para ficar em nível superior aos seus seguidores.

Depois de aliciar os adolescentes e convencê-los que se transformariam em seres poderosos, o acusado mordia os pescoços dos jovens para beber o sangue deles.

Wandeir teria engravidado a vizinha e ao saber da gestação, disse que o filho seria o anticristo e que não poderia nascer, então tentou forçar o aborto da mulher"

Extraído do Jornal Oeste Notícias, edição do dia 5 de março de 2012, página 1.4

Por: Ailton da Silva

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