Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

domingo, 18 de março de 2012

lição 12 - pós aula

1. O pão nosso DO ANO TODO nos daí HOJE! Ou o pão nosso DA VIDA TODA, nos daí AGORA;

2. Saul, caçador de jumentos, alçado diretamente ao trono de Israel, mas ele não entendeu o propósito da prosperidade;

3. Davi, do aprisco de ovelhas ao trono de Israel, ele sim entendeu o propósito de mudança de sua vida. Os sinais da prosperidade em sua vida foram vistos no momento em que esteve fugindo de Saul, mesmo ungido e sabedor que deveria estar no lugar do rejeitado rei;

4. José acordou em uma fria prisão, mais ou menos “6 da manhã” e às oito da noite (horário nobríssimo) estava assinando documentos no palácio. Isto sim é prosperidade de Deus. Do dia para a noite e entendeu o propósito;

5. Ester também entendeu o propósito da mudança de sua vida. Tinha que atentar para a necessidade do povo (Et 4.13-16);

6. Somente Jesus conseguiu enxergar a riqueza da igreja de Esmirna (Ap 2.9), adiantando o próximo trimestre;

7. Os inúmeros testemunhos de bênçãos gigantescas materiais, difundidas no radio, tv, net, não servem para acréscimo da nossa fé, pelo menos da minha. Quantos que não se revoltam por não ter condições de galgarem tamanhos degraus de vitória. Então os testemunhos diminuem a fé, afastam o homem de Deus, pois através dele enxergam a miséria de fé que vivem e se revoltam (miséria de fé?);

8. A nossa fé vem pelo ouvir, e ouvir pela Palavra (Rm 10.17) e não pelo muito ouvir: “restituiu, alcancei, consegui, atingi, estou feliz”, mas retornar onde foi abençoado e contribuiu para a expansão do reino, atentando para a condição dos pobres e necessitados, isto não fazem. Vão para Paris, Roma, Madri, nordeste, sul;

9. Um dia eu fiz questão, aqui em Prudente, de passar em uma igreja ao domingo à noite para verificar a frequência. Que decepção, havia poucas pessoas, poucos carros no estacionamento, mas na quinta feira, os dois lados da rua não comportavam os carros, o templo estava lotado. Mãos ao alto, desafios, guerra. Certamente algumas Bíblias devem ter sido lançadas na parede, como sinal da “autoridade humana para reivindicar”;

10. Isto eu ouvi estes dias de uma irmã presbiteriana. O pastor dela disse: “Você crente, que freqüenta as Assembléias nas quartas para buscar poder e nas sextas-feiras participa dos descarregos e agora domingo de manhã vem aprender a Palavra na EBD na igreja presbiteriana? Você diz que nossos cultos são frios, faça-me o favor. O pastor estava indignado;

11. Intervalo comercial: DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS MANÁ DO CÉU. Ofertas válidas enquanto durarem nossos estoques. Isto era uma distribuidora de alimentos ou uma filial de zoológico (Ex 16.20)?

12. Os pensamentos de Deus não são os nossos, o mesmo dizemos da prosperidade. A Dele também é bem diferente do nosso pensamento;

13. Distorção de questões doutrinas pentecostais (2 trimestre 2011), são fáceis de serem tratadas, basta uma boa conversa na Palavra, oração, jejum e o cidadão ou cidadã toma rumo na vida, mas mexer com o materialismo é muito complicado, pois a raiz dele é profunda e tentadora (dinheiro);

14. “Na luta entre o mar e o rochedo quem sai perdendo é o caranguejo”. Aplicação: o homem vive dando cabeçadas, entra no mar novamente e volta para a rocha, está se acabando, mas não aprende. Vai e vem até que um dia morre. Digo isto pois quantos que hoje estão nos abismos, nas prisões, solitários porque as riquezas criaram asas e sumiram e buscaram, perderam, buscaram e perderam até perderem definitivamente;

15. Usar os dons espirituais sem possuí-los para mostrar o que não é, mas o que dizer fazer uso da prosperidade sem conhecermos o seu propósito? Mostrará o que não somos ou revelará o que somos? Pobre, cego, miserável e nú;

16. Quantas decepções na vida? Mas neste momento devemos aplicar Fp 4.11;

17. Composição do alvo humano: fama, riqueza, poder, ascensão social, profissional e espiritual;

18. Deus entregou a Terra aos cuidados do homem. Retornava para dar uma olhada somente na viração do dias, para verificar in loco a sua criação;

19. O ano do jubileu, caso fosse observado, teria condições de diminuir a pobreza em Israel. Pelo menos esta era uma de suas finalidades (Lv 25.8-17), conforme nota de rodapé da Bíblia de Estudo aplicação pessoal;

20. O ano do descanso, o dizimo trienal e a lei da rebusca era uma espécie de socorro imediato, urgente, um “assistencialismo” necessário;

21. Mesmo com a prosperidade, aflorando na pele de muitos, o reino de Deus ainda possui necessidades para se expandir. Era para não ter dificuldade nenhuma;

22. Não precisa nos ensinar o caminho, endereço eletrônico, site, telefone de seus montes, pois sabemos de onde vem o nosso socorro, conhecemos o monte da bênção;

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