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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Pós aula - lição 8


Mais uma da série: Valha-nos Deus: “Nem sabia que tínhamos um alvo”

Objetivo – permanecer na graça
Meta – salvação

Filipos, a igreja que não dava trabalho, tal como Adão e Eva, um verdadeiro paraíso, mas Paulo percebeu a falta de raiz, raiz esta que poderia livrá-los da queda. Uma igreja enraizada jamais será iludida com esta falácia: “sereis iguais a Deus”.

Em Éfeso faltava o recebimento do Espírito Santo (At 19), apenas manejavam bem a Palavra, colocavam em prova os que se diziam apóstolos (Ap 2.2), em Filipos ocorria o contrário, faltava a excelência do conhecimento.

Muita alegria, mas pouca raiz.

“A casa poderia ruir”, Paulo percebeu que mesmo diante da alegria e ausência de problemas algo de ruim poderia acontecer com a igreja. No Éden e na Terra Prometida (dividida com o inimigo) o “barraco caiu”, porque não poderia cair na igreja também.

A probabilidade de Adão e Eva serem expulsos do paraíso era quase nula diante da nossa em perder a salvação.

Para Pedro o “barraco caiu”, quando ele garantiu que não negaria Jesus ao mesmo tempo em que não confiava na reciproca de seus irmãos discípulos: “eu não, talvez eles” (Mt 26.33).

Paulo recebeu primeiro, aprendeu, colocou em prática e depois ensinou.

Se aparecer outro evangelho sem prêmio, corram, pois é falácia. Sem prêmio, sem corrida.

Ninguém apanha no começo, no meio da caminhada também é difícil, mas após a primeira demonstração de maturidade: “pernas para que te quero”.

O primeiro casal sabia muito bem o que era certo e errado, mas não resistiram à primeira ofertinha do Maligno

Talvez eles pensaram: “não negaremos, não sairemos da presença de Deus, jamais. Nada nos tira da presença do Senhor”.

Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé, mas o que recebi do Senhor entreguei tudo.

Hino sugerido para a aula: “O culto hoje vai ser maravilhoso, porque Jesus vai derramar o seu poder”.

Ao primeiro sinal de maturidade de Isaque, Deus o colocou a prova. O “cara da história” foi o filho e não o pai.

O filho aceitou fazer parte do quase sacrifício para o pai ser abençoado. Ele não largou “o pai no altar”, muitos hoje estão fazendo isto.

Ninguém me avisou:
  • Que fora do ventre eu sofreria;
  • Que a transição entre a infância e adolescência seria traumática;
  • Que a transição entre a adolescência e a fase adulta seria dolorosa;
  • Pelo menos na igreja estou sendo avisado que na vida espiritual estarei sujeito à adversidades. 
“Eu não tenho mais nada para aprender, já recebi tudo do próprio Deus”.

Por: Ailton da Silva - Ano IV - caminhando para o ano V

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