sábado, 22 de maio de 2021

Anticristo. A solução material com implicações espirituais! - Capítulo 3

Continuação...

Assolações, profanações, perseguições, proibições, assaltos, restrição religiosa, mortes e traições. O que poderiam pensar os judeus? Cumprimento da profecia de Daniel? Mas o chifre pequeno (Dn 7.8) não se tornou grande e não atingiu toda a humanidade, então tudo aquilo não passou somente de um breve período de sofrimento e tribulações (Dn 8.13-14). Ou foi somente mais um maquiavélico personagem que ousou, um dia, se intitular, o Anticristo, ou quem sabe sua intenção foi receber da própria história este título.

Herodes Agripa foi outro exemplo na história, pois os moradores de Tiro e Sidom exclamaram: “Voz de Deus, e não de homem!" (At 12.22). Já era normal os governantes romanos se autodenominarem divinos, mas que privilégios teriam caso algum deles fosse realmente o Anticristo?

Outro que entrou para este seleto grupo de possíveis anticristos foi o imperador Tito, que arrasou Jerusalém no ano 70 d.C., matando muitos judeus e expulsando os que sobreviveram, espalhando-os por todas as nações da Terra. Segundo as profecias de Daniel, o povo do príncipe que haveria de vir, destruiria a cidade e o santuário (Dn 9.26), mas não foi nesta ocasião que o Anticristo se manifestou.

Napoleão Bonaparte também intencionou alavancar o seu nome, pois deixou registrado na história atos tão insanos tanto quanto os anteriores governantes citados. Travou guerra e derrotou a Áustria, Inglaterra, Egito e a poderosa Rússia.

No século XX, o facista Benito Mussuline, primeiro ministro da Itália, assombrou a Europa e o mundo, com sua politica de purificação da raça e fim das religiões, por isto se aliou ao Japão e Alemanha durante a segunda guerra mundial. O objetivo era conquistar o mundo e expandir suas ideias malignas.

Por último, na relação dos precursores do Anticristo, está Hitler, que exterminou milhares de judeus e outros povos tidos como minoria na época, para purificação e exaltação da raça ariana. Um horrendo espetáculo que manchou a história da humanidade. Um homem aclamado, adorado e cultuado como uma divindade. Visto como mito, uma lenda, possuidor de atributos divinos, mas que não passava de um simples instrumento nas mãos doo Maligno.

Tudo isto foi foram permissões de Deus, que mesmo contemplando a aflição de sua propriedade particular (Ex 19.5), Israel, ainda mantinha o controle sobre a situação.

Portanto, não tem como o homem surpreender o Criador com suas ações, por mais maléficas que possam ser, mas o pior está por vir.

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

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