sábado, 9 de outubro de 2021

Anticristo. A solução material com implicações espirituais! Capítulo 9

H) O EVANGELHO ETERNO:

Na atual dispensação, as boas novas de salvação aproxima o homem a Deus e durante a Grande Tribulação o afastará do culto ao Anticristo. O Evangelho é único e eterno, mas apresenta ênfases distintas em diferentes dispensações.

O Evangelho eterno foi aquele que Abraão ouviu do próprio Deus (Gl 3.8), crendo de principio. Foi o mesmo que Israel, por ser propriedade exclusiva (Ex 19.5), deveria ter apresentado ao mundo, pois pelo relacionamento correto tornaria o nome de Deus conhecido em todas as outras nações e juntamente vivificariam os corações na esperança maior da primeira vinda do Messias.

João Batista também apresentou este Evangelho a Israel, que se resumia ao concerto urgente e necessário (Mt 3.2), mas os judeus não entenderam.

Por fim este mesmo Evangelho é apresentado ao mundo hoje, pela Igreja, que recebeu esta incumbência diretamente de Jesus, a grande Comissão (Mc 16.15, At 1.8), cujo carro chefe é o arrebatamento, a primeira fase de sua segunda vinda, que será invisível (I Ts 4.13-18).

É este Evangelho que será pregado na Grande Tribulação, pelos mártires que foram “deixados para trás”, pelos cento e quarenta e quatro mil, pelas duas testemunhas e pelos anjos evangelistas, mas a ênfase da mensagem será outra, pois não será vivificada a esperança na primeira vinda do Messias, tampouco na primeira fase de sua segunda vinda, uma vez que estes fatos já foram consumados.

A pregação será voltada para o temor a Deus, arrependimento, despertamento, concerto e principalmente na vitória do Cordeiro sobre o Anticristo e Maligno (Ap 19.11-21).

Muitos estarão pregando o Evangelho do Reino por amor as almas e pregarão sem esperar algo material em troca, pois a esperança maior será a vitória de Jesus sobre o mal.

Estes pregadores, no cumprimento de seu trabalho, alcançarão muitos, é verdade, mas não tem como não imaginarmos a pérola (Palavra de Deus) sendo oferecida a muitos porcos que mesmo diante do caos e opressão maligna ainda não aceitarão e continuarão na zombaria, desprezo e perdição.

Muitos ouvirão, crerão e serão preservados (Ap. 7.1-17; 14.1-7), alguns serão martirizados em virtude da perseguição (Ap. 15.2-4), mas o certo é que Deus, em nenhum momento, ficará sem testemunho na Terra (At 14.17). 

Por: Ailton da Silva - 12 anos (Ide por todo mundo)

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