Álvares Machado, SP -

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

A apostasia no reino de Israel. Plano de aula


TEXTO ÁUREO
E sucedeu que (como se fora coisa leve andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate), ainda tomou por mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e se encurvou diante dele” (1 Rs 16.31).

VERDADE PRÁTICA
A apostasia na história do povo de Deus é um perigo real e não uma mera abstração. Por isso, vigiemos.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Reis 16.29-34.
29 - E Acabe, filho de Onri, começou a reinar sobre Israel no ano trigésimo oitavo de Asa, rei de Judá; e reinou Acabe, filho de Onri, sobre Israel em Samaria, vinte e dois anos.
30 - E fez Acabe, filho de Onri, o que era mal aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele.
31 - E sucedeu que (como se fora coisa leve andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate), ainda tomou por mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e se encurvou diante dele.
32 - E levantou um altar a Baal, na casa de Baal que edificara em Samaria.
33 - Também Acabe fez um bosque, de maneira que Acabe fez muito mais para irritar ao SENHOR, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele.
34 - Em seus dias, Hiel, o betelita, edificou a Jericó; morrendo Abirão, seu primogênito, a fundou; e, morrendo Segube, seu último, pôs as suas portas; conforme a palavra do SENHOR, que falara pelo ministério de Josué, filho de Num.

PROPOSTA
          Casamento misto de Acabe – “mistura explosiva”;
          Jezabel: influência desastrosa (idolatria instituída);
          Acabe: grande administrador e péssimo líder espiritual;
          Jezabel: obstinada, agente do mal;
          Ser ou não ser? Crise de identidade de israel;
          Concerto à vista: 3 anos de seca;
          Israel abandonou a fé, mudou de religião;
          Não houve ninguém como Acabe (mal exemplo);
          A apostasia colocou em perigo a existência de Israel.

INTRODUÇÃO
A apostasia de Israel se originou no momento da divisão do reino, após a morte do rei Salomão, quando Roboão e Jeroboão tomaram o controle sobre o sul e norte respectivamente, introduzindo elementos estranhos ao verdadeiro culto de adoração, porém o período mais sombrio na história espiritual do reino do Norte ocorreu durante o reinado de Acabe, o sétimo rei de Israel, filho de Onri, que governou entre os anos 874 e 853 a.C, cujo reinado foi marcado pela tentativa de conciliar os elementos do culto cananeu com a adoração israelita.

Esta mistura foi desastrosa (1 Rs 16.29; 22.40), pois o verdadeiro culto a Deus foi substituído pela adoração ao falso Baal, trazendo como consequência uma apostasia sem precedentes e pondo em risco até mesmo a verdadeira identidade religiosa de Israel.

Acabe casou-se com Jezabel, a “princesa fenícia”, filha de Etbaal, rei dos Sidônios, a qual aproveitando-se da conivência de seu marido, patrocinou o culto à Baal, a maior divindade dos fenícios, o deus da fertilidade, da colheita, da alegria, da vida, da chuva e prosperidade.

Baal era filho de Aserá (deusa mãe, deusa da produção). No inverno era morto pelo deus da morte (seu adversário), mas após 3 meses ressuscitava, pela ação do deus da chuva. Já vivo, novamente, Baal mantinha relação com sua própria mãe, Aserá, para restabelecer a vida na natureza, dando inicio a primavera. Jezabel, ao mesmo tempo que disseminou a idolatria, expulsou os verdadeiros sacerdotes levitas e combateu o culto a “YAHWEH, Deus de Israel”.

A apostasia (apo – mudança, deslocamento, saída, distanciamento. Stasia – estado, posição), sem precedentes, colocou em risco a “identidade nacional e espiritual do povo de Deus, com o banimento do verdadeiro culto a Jeová”, pois de forma bem sorrateira e gradual, todo o reino do norte, conscientemente se deslocou, mudou seu estado natural, se distanciou cada vez mais de Deus. O povo não ouviu mais a voz de Deus, não se importou e colocou em prática a política da boa vizinhança, abandonando a fé de forma consciente, premeditado e deliberado. Se tornaram verdadeiros apostatas, pois negaram toda a verdade conhecida, por eles, até então.

Jezabel trouxe as ervas daninhas da fenícia e as plantou em Israel (cf I Tm 4.1). Segundo o pastor Geraldo Carneiro Filho, ela colocou veneno na panela, atacou a soberania e negou o Deus de Israel. O estrago foi grande, pois esta sua prática não a fez sair do meio do povo, continuou entre eles para disseminar ainda mais o mal.

Neste contexto deprimente apareceram dois grandes gigantes, Elias e Eliseu com a função de combater a idolatria e restabelecer o culto ao verdadeiro Deus.

I. AS CAUSAS DA APOSTASIA
1. CASAMENTO MISTO. 
O casamento misto de Acabe com Jezabel, filha de Etbaal rei dos sidônios, foi uma das causas da apostasia no reino do Norte, pois ele serviu a Baal, e o adorou” (1 Rs 16.31), tal como Salomão (I Rs 11.1-8), abrindo as portas para a idolatria, prática condenada por Moisés (Dt 13.6-10), que os proibia, até mesmo, de mencionarem os nomes de outros deuses, quanto mais adorá-los ou servi-los (Ex23.13). Muito embora foi um casamento político, as consequências dele foram na verdade espirituais. Sobre isto o professor Francisco A. Barbosa escreveu:

“Esta união, no entanto, trouxe a ruína moral, espiritual e social ao reino do norte, Israel. A capital Samaria tornara-se a partir de então o centro religioso do culto a Baal e a Astarte, contendo no palácio 450 profetas de Baal e 400 sacerdotisas de Astarote ou Asera (1Rs 18.4). Isto significa que não apenas foram mortos os profetas, mas também muitos sacerdotes fiéis a YAHWEH. Neste período lúgubre, o palácio transformou-se em antro de luxúria, malandragem, excessos e vícios sexuais. Tudo com a participação do rei Acabe, da rainha Jezabel e dos profetas e sacerdotisas de Baal e Astarte. O paganismo de Jezabel unia prostituição e homossexualismo com religião e religiosidade. Esta é uma das principais razões pelas quais Jezabel é conhecida como prostituta. E na verdade o era, entretanto, uma hieródula, ou prostituta sagrada. É impossível desassociar o culto pagão ao casal herogâmico Baal e Astarte da prostituição sagrada, da falolatria, dos sacrifícios de crianças, das ervas alucinógenas, feitiçaria entre outros desvios (2Rs 9.22). E, segundo a tradição fenícia e canaanita, o rei e a rainha eram elementos indispensáveis nessas festividades, pois a presença deles assegurava o favor das divindades cultuadas. A rainha Jezabel incitava o rei Acabe para fazer o que era “mau aos olhos do Senhor”, diz o redator das crônicas dos reis (1 Rs 21.25)”.

“O casamento misto é uma declarada desobediência ao mandamento de Deus” (Ml 2.11), esta mistura sempre foi um perigo constante na história do povo de Deus. Os crentes devem tomar todo o cuidado para evitar as uniões mistas. A Escritura, tanto no Antigo como em o Novo Testamento, condena esse tipo de união (Dt 7.3; 2 Co 6.14,15).

2. INSTITUCIONALIZAÇÃO DA IDOLATRIA. 
A união de Acabe com Jezabel demonstrou logo ser desastrosa, pois através de sua influência, Acabe “levantou um altar a Baal, na casa de Baal que edificara em Samaria” (1 Rs 16.32). A institucionalização da idolatria em Israel fica evidente quando o autor sagrado destaca que também Acabe “fez um poste-ídolo, de maneira que cometeu mais abominações para irritar ao Senhor, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (1 Rs 16.33). O culto a Baal estava suplantando o verdadeiro culto a Deus e esta prática era financiada pelo Estado, mas esta história se iniciou alguns anos antes e veio a tomar proporções gigantescas, justamente durante este reinado. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“Após a divisão do reino de Israel (945 a.C.) - em Judá (reino do sul) e Israel (reino do norte) -, Jeroboão é aclamado rei em Israel. Esse rei entendeu que seu povo poderia ir a Judá para adorar ao Deus único e verdadeiro, Jeová, e voltar-se contra ele e até o matar. O rei então, ergue altares de adoração em lugares importantes em Israel, constrói dois bezerros para que o povo adorasse, um em Dã e o outro em Betel (1Rs 12:26-31). Israel então mergulha na idolatria e se afasta do Senhor por meio de um rei mau que permaneceu por 22 anos no seu reinado. Outros reis vieram após Jeroboão e deram prosseguimento a idolatria em Israel. Um desses reis foi o ímpio Acabe. Ele surgiu pouco mais de 50 anos depois Jeroboão. Diz o texto sagrado que ele não só cometeu os pecados de Jeroboão, como também caso-se com Jezabel e instituiu o culto a Baal (1Rs 18:18), tornando essa adoração como religião oficial em Israel. Era como se o Deus de Israel passasse a ser Baal e não Jeová. Sua mulher por outro lado matava os profetas de Deus (1Rs 18:13)”.

II. OS AGENTES DA APOSTASIA
1. ACABE. 
Onri, pai de Acabe e rei de Israel que reinou entre os anos 885 e 874 a.C, foi um grande administrador, bem sucedido, tanto na política interna como na externa, mas foi um desastre como líder espiritual do povo de Deus (1 Rs 16.25,26). “Ele fez alianças com Fenícia, Judá e Síria e levantou Israel como uma nação”. Seu filho, Acabe, o sucedeu e fez o que era mal aos olhos do Senhor, mas nada que se compare a permissão dada à sua esposa Jezabel, para que abrisse as portas para a idolatria em Israel.

O pecado de Acabe foi andar nos caminhos idólatras de seu pai, que foi um seguidor de Jeroboão, filho de Nebate (1 Rs 16.26) e também ter aderido aos maus costumes dos cananeus, trazidos por sua esposa, Jezabel (1 Rs 16.31). Ele poderia ter dado crédito as palavras de Elias, mas em contrário, preferiu considerá-lo seu inimigo, o perturbador da nação. Acabe se tornou um instrumento muito eficaz na propagação do culto idólatra a Baal. Devemos ser imitadores do que é bom e não daquilo que é mau.

2. JEZABEL. 
Jezabel, a princesa fenícia, trouxe para Israel seus deuses falsos juntamente com seus falsos profetas (1 Rs 18.19). Teve uma verdadeira obstinação na implantação e patrocínio da adoração a Baal em Israel. Foi sem dúvida alguma uma agente do mal na tentativa de suprimir ou acabar de vez com o verdadeiro culto a Deus. Sobre isto o professor Francisco A. Barbosa escreveu:

“Uma das primeiras iniciativas da rainha Jezabel foi exterminar os profetas do Senhor e colocar no palácio os sacerdotes, sacerdotisas e profetas de Baal e Astarte. Depois, preocupou-se em matar os poucos servos de Deus que lhe resistiam o poder inconteste. Assim, começa a perseguir Elias, o único profeta ainda a lhe resistir o poder publicamente (1Rs 18 e 19) e, mais tarde, o indefeso Nabote (1Rs 21.14)”.

Não fosse a intervenção do Senhor através dos profetas, em especial Elias, ela teria conseguido o seu intento. O Senhor sempre conta com alguém a quem Ele levanta em tempos de crise.

III. AS CONSEQUÊNCIAS DA APOSTASIA
1. A PERDA DA IDENTIDADE NACIONAL E ESPIRITUAL. 
“Até quando coxeareis entre dois pensamentos?” (1 Rs 18.21). Esta foi a indagação, pela qual Elias revelava a crise de identidade dos israelitas do reino do Norte. Eles faziam parte da nação que houvera sido eleita por Deus para serem sua propriedade particular, povo seu (Ex 19.5), portanto não poderiam estar naquelas condições.

A adoração a Baal havia sido fomentada com tanta força pela casa real que o povo estava totalmente dividido em sua adoração. Aquilo estava se tornando uma grande ameaça para a espiritualidade da nação. Quem deveria ser adorado, Baal ou o Senhor? No entanto, Deus havia preservado alguns verdadeiros adoradores, mas a grande massa estava totalmente propensa à adoração falsa. A nação que sempre fora identificada pelo nome do Deus a quem servia, estava agora perdendo essa identidade e consequentemente a comunhão. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“O “adultério” rompeu o laço de “casamento” de Israel com o Senhor e impossibilitou uma comunhão mútua. A idolatria anuída e supervisionada pelo casal real, Acabe e Jezabel, quase levou Israel à perda de usa identidade nacional e espiritual. Mas, Deus tinha preservado um remanescente fiel. Elias quando achava que somente ele havia permanecido fiel a Deus, foi surpreendido com a notícia de que ainda havia sete mil que não haviam dobrado seus joelhos a Baal (1Rs 19:14,18)”.

No tempo de Jeroboão, Israel olhava para bezerros (1 Rs 12.28) pensando estar adorando o verdadeiro Deus e aceitava o serviço sacerdotal de quem não era comissionado e chamado (1 Rs 12.31), ou seja, adoravam a Deus enganados pelo próprio rei, tal como acontecia nos dia de Acabe.

2. O JULGAMENTO DIVINO. 
É nesse cenário que aparece a figura do profeta Elias predizendo uma seca que duraria cerca de três anos (1 Rs 17.1; 18.1). A fim de que a nação não viesse a perder de vez a sua identidade espiritual e até mesmo deixar de ser vista como povo de Deus, o Senhor enviou o seu mensageiro para trazer um tratamento de choque à nação. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:

“Elias, na qualidade de mensageiro de Deus, pronunciou uma palavra de juízo da parte do Senhor contra a nação rebelde de Israel. Deus ia reter a chuva durante três anos e meio (cf 1Rs 17:1; Tg 5:17). Esse juízo humilhava Baal, pois seus adoradores criam que ele controlava a chuva e que era responsável pela abundancia nas colheitas. O anúncio da seca deu início ao conflito entre Deus e Baal, que atingiu o seu clímax no Monte Carmelo. Assim que a batalha foi consolidada, Elias recebeu ordens do Senhor para se isolar no deserto durante o período da seca, e Deus milagrosamente proveu seu alimento através dos meios mais improváveis”.

Julgamento semelhante ocorreu durante o reino de Jeorão, filho de Josafá e genro de Acabe, que recebe uma carta do profeta Elias, ao qual anunciava o juízo divino sobre a sua vida e reinado (2 Cr 21.12-15).

O Senhor mostrou claramente que a causa do julgamento estava associada ao abandono da verdadeira fé em Deus. Tempos depois o apóstolo dos gentios irá nos lembrar da necessidade de nos corrigirmos diante do Senhor (1 Co 11.31,32).

IV. APOSTASIA
1. UM PERIGO REAL. 
A apostasia era algo bem real no reino do Norte e espalhou por toda a nação. A palavra apostasia significa, segundo os léxicos, abandonar a fé ou mudar de religião. Foi exatamente isso que os israelitas estavam fazendo, estavam abandonando a adoração devida ao Deus verdadeiro para seguirem aos deuses cananeus. Sobre isto o professor Francisco A. Barbosa escreveu:

“À época do rei Acabe, esse abandono deliberado da nação do culto à YAHWEH para seguirem aos deuses cananeus é exemplo crasso de apostasia. Apostatar, no Novo Testamento, é afastar-se de Deus como resultado de uma mudança de pensamento, e levantar-se em rebelião aberta contra ele e contra a sua verdade revelada, com o objetivo de pervertê-la. [...] conforme Paulo ensina nas Pastorais, referindo-se a mestres que apostataram da fé, seguindo doutrinas de demônios (1Tm 4.1), os quais se desviaram da fé professando o falsamente chamado “saber”, uma provável referência de Paulo ao gnosticismo (1Tm 6.21), levados pela cobiça (1Tm 6.10). Paulo os considera “homens desviados da verdade” (Tt 1.14)”.

Portanto, observamos que, em o Novo Testamento, os cristãos são advertidos sobre o perigo da apostasia! Na Epístola aos Hebreus o autor coloca a apostasia como um perigo real e não apenas como uma mera suposição (Hb 6.1-6). Se o cristão não mantiver a vigilância é possível sim naufragar na fé.

2. UM MAL EVITÁVEL. 
Acabe foi um mau rei (1 Rs 16.30), em vez de seguir os bons exemplos, como os de Davi, esse monarca do reino do Norte preferiu seguir os maus exemplos. O cronista destaca que “ninguém houve, pois, como Acabe, que se vendeu para fazer o que era mal perante o Senhor, porque Jezabel sua mulher, o instigava” (1 Rs 21.25).

Acabe se contristou quando foi repreendido pelo profeta, rasgou suas vestes e usou pano de saco, em sinal de profunda lamentação e arrependimento (Gn 37.34; 2 Sm 3.31; 2 Rs 6.30; Lm 2.10; Jl 1.13), mas parece que foi um arrependimento tardio (1 Rs 21.17-29). Esta atitude somente “retardou o castigo. Deus reviu a punição que tinha decretado” (1 Rs 21.21-24), adiando desta forma a penalidade por uma geração. Tivesse ele tomado essa atitude antes, o seu reinado teria sido diferente. Por que não seguir os bons exemplos e assim evitar o amargor de um arrependimento tardio?

CONCLUSÃO
Ficou perceptível nessa lição que a apostasia no reino do Norte pôs em perigo a existência do povo de Deus durante o reinado de Acabe. A sua união com Jezabel demonstrou ser nociva não somente para Acabe, que teve o seu reino destroçado, mas também para o povo de Deus, que por muitos anos ficou dividido entre dois pensamentos em relação ao verdadeiro culto.

Não podemos fazer aliança com o paganismo mesmo que isso traga algumas vantagens políticas ou sociais. A verdadeira adoração a Deus deve prevalecer sobre toda e qualquer oferta que nos seja feita. Mesmo que essas ofertas tragam grandes ganhos no presente. Todavia nada significam quando mensuradas pela régua da eternidade.

1) Identificar as causas e os agentes da apostasia em Israel:
          Casamento misto de Acabe com Jezabel.

2) Conscientizar-se sobre os perigos da apostasia:
          Abandono premeditado para seguirmos outros deuses.

3) Compreender as consequências da apostasia:
          Israel quase perdeu a identidade religiosa;
          Sofreu o julgamento divino. Foram 3 anos sem “chuva”.

REFERÊNCIAS
BARBOSA, Francisco de Assis. A apostasia no reino de Israel. Disponível em: http://auxilioebd.blogspot.com.br/2013/01/licao-1-apostasia-no-reino-de-israel.html. Acesso em 02 de janeiro de 2013.

BARBOSA, José Roberto A. A apostasia no reino de Israel. Disponível http://subsidioebd.blogspot.com.br/2012/12/licao-01.html. Acesso em 31 de dezembro de 2012.

Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

CARNEIRO FILHO, Geraldo. A apostasia no reino de Israel.  Disponível em: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com.br/2013/01/1-trimestre-de-2013-licao-n-01-06012013.html. Acesso em 02 de janeiro de 2013.

Estudantes da Bíblia. A apostasia no reino de Israel. Disponível em:

LOURENÇO, Luciano de Paula. A apostasia no reino de Israel.  Disponível em: http://luloure.blogspot.com.br/2013/01/aula-01-aposatasia-no-reino-de-israel.html. Acesso em 02 de janeiro de 2013.

Por: Ailton da Silva - Ano III

Um comentário:

  1. gostei muito do comentário desta lição, pois hoje a apostasia esta cada dia aumentando no meio do povo de Deus. quem sabe isto seja um freio para estes problemas.

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