Presidente Prudente (SP),

Apresentação da lição em power point

sexta-feira, 3 de junho de 2011

lição 10 - Alguns quesitonamentos e curiosidades

1) Com o fim do monopólio amazônico da borracha, muitos trabalhadores nordestinos retornaram para as suas terras de origem, contribuindo desta forma para a expansão da igreja nos primeiros anos de sua fundação. Ouso a dizer (guardada as devidas proproções e respeitando-as) que esta crise da borracha, fora permitida por Deus, assim como a perseguição da igreja primitiva e a posterior dispersão dos primeiros judeus conversos, somente assim os gentios e confins da terra foram alcançados pela igreja.

2) Como foi a direção dos primeiros cultos? Quem era pastor e co-pastor? Ou os dois trabalharam bem esta questão, tinham amizade e amadurecimento suficientes? Exemplos para hoje?

3) Quando abriram as primeiras congregações, digamos dentro de Belém ou arredores, quem foi enviado para pastoreá-las? Ou foram separados e designados obreiros?

4) Ou os dois ficaram revezando a direção dos trabalhos? Ou qual dos dois preferiru ficar na "sede" enquanto o outro socorria as congregações?

5) Nesta época já pensavam em campos? Presidentes, co-pastores, sedes, sub-sedes? Eu sei que o trabalho cresceu demais, mas em se tratando de Pará temos que levar em conta as distâncias entre cidades e dificuldades de locomoção, portanto creio que administrar os primeiros anos, sem recursos, seria algo bem trabalhoso para os dois.

6) A maioria dos hinos de nossa harpa foram inspirações? Sim. Outros foram traduções efetuadas pelos missionários escandinavos? Sim. E uma outra parte foram hinos adpatados do hinário Batista? Eu creio que tem alguns.

7) Há de se louvar a confiança dos brasileiros, em especial o grupo que fora expulsos da Batista, em seguirem os novatos e aceitarem a doutrina. Já imaginaram se depois de alguns meses os missionários sumissem do mapa e este grupo provavelmente retornaria a Batista, com que cara? Quem sabe esta não foi a esperança do grupo que resolveu permanecer na igreja Batista, certamente imaginavam que cedo ou mais tarde os "rebeldes pentecostais" retornariam. Também devemos ressaltar a confiança de Berg e Vingren em deixarem os trabalhos nas mãos de estrangeiros e brasileiros, digo isto a partir do momento que resolveram estabelecer trabalhos no sul e sudeste do Brasil.

8) Quem foram os braços direitos dos missionários? Escandinavos, a maioria e os brasileiros? Tivemos um grande número também de obreiros de confiança.

9) Destes obreiros que andaram e presenciaram o trabalho dos missionários, quais ainda estão vivos?

10) Hoje, os fundadores de movimentos e ministérios não tem muitas dificuldades para registrarem seus trabalhos, DVD, fotos, net, tv, rádio, mas nós ficamos apenas com algumas fotos, o hino 196 cantado por Berg e esta gravação da entrevista em Santa Catarina, muito pouco, mas muita riqueza histórica?

11) Os primeiros dirigentes de congregações no norte e nordeste foram, na maioria, estrangeiros, mas tivemos muitos casos de obreiros brasileiros se destacando.

12) No momento das promoções individuais (às mansões celestiais), dos dois missionários qual foi a reação da igreja? Homenagens? Existem prédios públicos ou nossos, em homenagem aos dois?

13) Como era feito o controle sobre as entradas? Era regional, estadual, federal? Convenções, sub convenções, mini convenções, macro convenções?

14) Como se deu a transição e entrega total do controle da igreja aos brasileiros, digo isto em virtude dos problemas de saúde de Vingren e das viagens a Suécia, dos dois, porque ninguém é de ferro, saudades da terrinha, dos parentes e amigos. Como o trabalho já estava andando eles mereciam sim férias, para retornarem a pleno vapor.

15) Finalizo dizendo que esta é a mais ricas de todas as histórias que conheço, em se tratando de assuntos seculares ou religiosos, não encontramos nada parecido. Contantemente multinacionais desembarcam no pais, sugam e levam as nossas riquezas, mas com esta dupla sueca foi diferente, pois eles trouxeram a riqueza, aplicaram e viram o fruto de seus trabalhos. Não consigo imaginar o ar de satisfação, de dever cumprido dos dois ao contemplarem a grandiosidade deste trabalho, por isto que ao final disseram: Estou pronto, aleluia.

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