Apresentação da lição em power point

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pastor Carlos Padilha de Siqueira – 2 testemunhos rápidos

Ontem durante o ensinamento na nossa sede em Prudente o Pastor contou-nos dois de seus testemunhos. A base para o ensinamento foi as obras da carne:
• Jovem, solteiro e já dirigindo uma congregação (provavelmente em uma fazenda) saiu certa vez de terno (a gravata ele disse que colocava somente quando chegava na igreja) todo arrumadinho, feliz. No meio do caminho encontrou um grupo de moças e o Espírito Santo lhe disse: “elas mexerão com você”, (foi dito e feito), mas ele firmou o passo e não olhou para elas. Era uma reta de mais ou menos 2 km e quando chegou na curva deu aquela vontade de olhar para trás, mas bateu o pé e não olhou. Ufa, respirou aliviado (a coisa já era feia desde aquele tempo);

• Certa feita ao observar o rastro deixado pelo caramujo na areia, que brilhava em contato com o raio do sol ele orou pedindo a Deus que a vida de jovem dele deixasse um rastro brilhante por onde quer que ele passasse;

Durante o ensinamento ele aplicou uma ilustração simples, mas eficaz: um bebê, que não sabe falar, apenas pedir (dá, dá) e os pais dão e depois quando tentam tomar o que deram, o que acontece? Berreiro e choradeira. Isto acontece porque o bebê é egoísta (esta foi boa), gerado do pecado e, segundo pastor, esta natureza acompanha o homem até o dia em que ele aceita Jesus como Salvador. Ai a natureza pecaminosa muda.

Ao final ele deu orientações para os obreiros e igrejas:
• Tomem cuidado para resolverem seus problemas e negócios;
• Tomem cuidado no trato com os irmãos;
• Para os obreiros disse: façam como Paulo, peçam para a igreja seguir suas pegadas, mirar em seus exemplos.

Importante: O pastor nunca suspendeu uma EBD ao domingos. Seja qual for o feriado, sempre está lá, inclusive domingo passado. Foram poucos alunos, mas tiveram aula. Ele conclamou a igreja para que orasse pela volta de Jesus (para que não seja no inverno, sábado, feriado ou no dia dos natais, o grifo é meu).

Por: Ailton da Silva

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