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domingo, 9 de maio de 2010

Viagens missionárias de Paulo - resultados


Como resultado das viagens de Paulo surgiram igrejas na Ásia e Europa, as epístolas que ocupam um terço do Novo Testamento, e o cristianismo se tornou universal. Em Atos, portanto, estão registradas as viagens missionárias mais importantes da história do cristianismo. É a receita de missões e de todas as atividades de um missionário. Por essas razões, de todos os livros da Bíblia, Atos é o livro das missões.

trecho extraído do livro: Manual básico de missões e evangelismo. Esequias Soares. página 41.

sábado, 8 de maio de 2010

Viagens missionárias de Paulo - terceira e quarta


Foi direto para Éfeso. Seu propósito era visitar as igrejas para confirmar e fortalecer os discípulos. Fez o mesmo caminho da segunda viagem: Galácia do Sul, região frígio-gálata, indo chegar em Éfeso, onde havia estado no fim de sua segunda viagem, ainda que tenha permanecido não mais que três dias na cidade. Na terceira viagem encontrou um grupo de 12 novos convertidos, que conheciam apenas o batismo de João. Por essa cidade havia passado Apolo que foi instruído por Áquila. Nessa viagem ficou três anos na cidade. Essa viagem durou cerca de quatro anos (entre 53 e 57 dc).

Éfeso era a capital da Ásia Menor, a cidade mais importante da região. Era cruzamento de rotas comerciais. Nela estava o templo da deusa Diana, chamada pelos romanos de Ártemis, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Atualmente a cidade está em ruínas, localizada na região de Anatólia, Turquia (os Dardanelos eos Bósforos, no mar de Marmara, dividem a Turquia em duas regiões: Trácia, Turquia européia; e Anatólia, Turquia asiática).

Ele foi como prisioneiro para Roma. Ele partiu de Cesaréia Marítima como prisioneiro, pois havia apelado para César. Foi uma viagem muito conturbada, por causa do mau tempo, mas evangelizou os demais presos e a tripulação do navio. Naufragaram em Malta, mas ninguém pereceu, nessa ilha o apóstolo fundou uma igreja. Depois embarcou para Roma. Chega a capital do império em 62 dc. Essa viagem está registrada em Atos 27 e 28.

Enquanto aguardava a audiência com Nero, atendia os irmãos em casa alugada. A historia de Paulo não termina aqui, é que Lucas encerrou bruscamente sua narrativa. O que se sabe, além disso, são alguns detalhes em suas cartas ou então nos escritos dos Pais da Igreja. Seu caso foi ouvido e ele foi absolvido. Nessa ocasião se diz que ele cumpriu seu desejo de pregar na Espanha (Rm 15.28). Esteve nas redondezas de Roma e fez um grande trabalho.

trecho extraído do livro: Manual básico de missões e evangelismo. Esequias Soares. página 39 e 40.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Viagens missionárias de Paulo - Segunda


Na sua segunda viagem, Silas era seu novo companheiro. O objetivo era duplo, revistar as igrejas da Galácia do Sul, que Paulo fundou juntamente com Barnabé na primeira viagem (At 15.36), e abrir novas frentes de trabalho, ou seja, fundar mais igrejas locais (v.6). O apostolo não pretendia ir para a Europa, sua intenção era ir para a Ásia: “foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia” (At 16.6). Depois Paulo intentou ir para a Bitínia, mas novamente foi impedido (At 16.7), indo para Trôas. Foi nessa viagem que o apóstolo Paulo levou o evangelho para a Europa.

O apóstolo Paulo visitou muitas cidades durante a sua segunda viagem. Aqui mencionamos apenas as cidades em que ele fundou igrejas. Em Filipos, começou a igreja na casa de Lídia (At 16.14,15,40); em Tessalônica, começou pregando numa sinagoga (At 17.1-2) e da mesma forma em Beréia (At 17.10-12). Em Atenas trabalhou numa sinagoga, nas praças e no centro acadêmico da cidade, o areópago (At 17.17-19). Em Corinto começou na sinagoga, como sempre depois teve que sair dela, e foi para a casa de Tito Justo, recebendo apoio de Crispo, principal da sinagoga que creu no Senhor Jesus (At 18.4-8). Essa viagem durou cerca de três anos (entre 49 e 52 dc).

trecho extraído do livro: Manual básico de missões e evangelismo. Esequias Soares. página 39.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Viagens missionárias de Paulo - Primeira


Seu ponto de partida foi Antioquia da Síria, a primeira base missionária para o mundo gentílico. Tendo Barnabé e Marcos como companheiros, (Marcos voltou do caminho), mas o apostolo Paulo prosseguiu com Barnabé. Essa viagem durou cerca de dois anos (entre 46 e 48 dc). O objetivo deles era fundar igreja. Começaram na ilha de Chipre, logo entraram no continente, passando por Perge e Panfília, indo imediatamente para Antioquia da Pisídia, na Galácia do Sul.

Depois que deixaram a Ilha de Chipre, foram para o continente. Em Antioquia da Psídia Paulo e Barnabé começaram a pregar numa sinagoga (At 13.14). Uns creram e receberam a Palavra, pediram até que Paulo retornasse no sábado seguinte para continuar o assunto. O número dos presentes foi grande no sábado seguinte, isso causou inveja aos judeus, resultando em perseguição. Paulo e Barnabé foram expulsos da cidade (At 13.42-46).

A cura de um coxo em Listra serviu como ponto de apoio para a pregação do evangelho (At 14.8-10). Depois disso Paulo e Barnabé foram para Derbe (At 14.20). Retornando para o ponto de partida visitando as igrejas em Listra, Icônio e Antioquia da Psídia (At 14.22) estabelecendo obreiros nativos, frutos do trabalho missionário.

trecho extraído do livro: Manual básico de missões e evangelismo. Esequias Soares. página 38.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Gunnar Vingren - a partida de um herói da fé


A sua saúde piorava dia após dia, e as suas forças se acabaram por completo.

O seu corpo tão enfraquecido, consumia-se cada vez mais e todos compreenderam que a sua partida estava perto.

Mas o seu animo era bom e o seu espírito se fortalecia cada vez mais. Todos que o visitaram nesses dias se admiravam da graça que o rodeava e enchia, e do poder e do brilho de seus olhos, e de como o seu espírito se libertava dia após dia dos laços terrais.

Por fim, aquele herói vivia mais no Céu do que na Terra. Não foram os seus últimos dias como os de um conquistador vencido. Pelo contrário, foram provas indicativas da entrada triunfante de um vencedor no mundo celestial e eterno.

Finalmente, no dia 29 de junho de 1933, às duas e quarenta e cinco da tarde, o seu espírito feliz e triunfante foi libertado dos últimos laços e, numa glória e triunfo indescritíveis, entrou no descanso eterno.

trecho extraído do livro:"Gunnar Vingren, o diário do pioneiro"

Vingren, Ivair, 1918. Gunnar Vingren: o diário do pioneiro/Ivair Vingren. 2ª ed. - Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1982.

Crédito foto: http://www.google.com.br/imgres?
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ilustração: A bomba d"água


Conta que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha, uma cabana desmoronando, sem janelas, sem teto. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor desértico.

Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros, bem velha e enferrujada e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó. Desta forma conseguiu ler um pequeno bilhete.

”Você precisa crer primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. PS: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir”

O homem arrancou a rolha da garrafa e de fato ela estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema: Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se a despejasse a naquela velha bomba enferrujada talvez ela voltasse a funcionar e ele obteria água fresca, limpa e fria lá do fundo do poço e ai deixaria a garrafa cheia para a próxima pessoa, mas talvez isto não desse certo.

Que fazer? Despejar toda a água na bomba e esperar a água fresca e fria ou beber tudo o que tinha ali na garrafa e salvar momentaneamente a sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança, de serem verdadeiras, aqueles instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando e por quem?

Com relutância, o homem despejou toda a água da garrafa na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear, mas nada aconteceu.

E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água, depois um pequeno fluxo e finalmente a água jorrou com abundancia. A velha bomba e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina.

Ele encheu a garrafa, arrolhou a recolocou no mesmo lugar para que a próxima pessoa, que passasse por ali, a encontrasse, porém acrescentou uma pequena nota ao bilhete. “Creia-me, funciona mesmo! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!

Lições:

1) Nenhum esforço que você faça será válido se for feito da forma errada. Você precisa passar sua vida toda bombeando algo quando alguém já tem reservado a solução. Preste atenção em sua volta, Deus está sempre pronto a suprir nossa necessidade.

2) Ouça atentamente o que Deus tem a te dizer através da Bíblia e confie. Como este homem, nós já temos as instruções escritas à nossa disposição, basta confiar;

3) Saiba olhar adiante e compartilhar! Aquele homem, após matar a sua sede, poderia ter se esquecido das outras pessoas, também sedentas, que viriam após ele, mas não esqueceu, encheu a garrafa e ainda por cima soube dar uma palavra de incentivo. Lembre-se, você somente poderá obter água se a der antes.

domingo, 2 de maio de 2010

Lição 6 - Subsídios em lições anteriores

Para enriquecer o tópico II da próxima lição (lição 6) que trata da soberania de Deus, existem duas lições anteriores que abordam o assunto e que poderão ser úteis:

São elas:
1) 4º trimestre (2005) lição 4;
2) 4º trimestre (2006) lições 2 e 3.
É possível extrair e utilizar os conceitos apresentados nestes dois trimestres anteriores, pois o assunto é muito interessante e provavelmente os alunos terão muitas perguntas sobre Deus, tipo: relatos na Bíblia sobre a sua origem, essência, natureza divina, o esvaziamento, humanidade, atributos, intenção em relação a homem, etc.