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terça-feira, 1 de março de 2016

40) A cura de dois cegos. Os 4 evangelistas


MATEUS 9.27-31
27 – Jesus foi seguido por dois cegos, que clamavam por compaixão. Esta foi a primeira vez que Jesus foi chamado de Filho de Davi, uma forma popular de se dirigir a Jesus, pois todos sabiam que o Messias seria da descendência de Davi, cumprimento da profecia de Isaias (Is 29.18);

28 – Ao chegar em uma casa, então Jesus atendeu os cegos, a pergunta foi direta: “Credes vós que eu possa fazer isto? Eles responderam que sim, mesmo porque depois de terem caminhado tanto, não seria possível darem outra resposta;

29 – Tocou nos olhos deles e disse que fosse segundo a fé deles;

30 – Os olhos deles se abriram. Foram ameaçados por Jesus para não dizerem nada a ninguém? Jesus não queria ser conhecido e seguido somente pelos milagres e curas;

31 – Mas eles contaram a todos por onde passavam;

32 – Depois foi trazido um homem mudo e endemoninhado;

33 – Jesus expulsou o demônio e curou o mudo. Todos se maravilharam, exceto os fariseus que procuravam ocasião;

34 – Acusaram Jesus de expulsar demônios pelo príncipe dos demônios.

MARCOS 
Não há registro.

LUCAS 
Não há registro.

JOÃO
Não há registro.

PRÓXIMO ASSUNTO: Jesus cura um mudo

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI). Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

terça-feira, 13 de maio de 2014

39) A mulher do fluxo de sangue - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 9.20-22
  • 20 – Uma mulher que durante 12 anos sofria de uma hemorragia, chegou por detrás de Jesus e tocou em suas vestes. Ela poderia tocar em alguém mesmo com sua enfermidade? Conforme Lv 15.25 ninguém poderá tocar nela, talvez isto tenha facilitado sua passagem pelo meio da multidão, haja vista que todos notariam seu problema e a evitariam;
  • 21 – Ela estava convicta de que se apenas tocasse nas vestes de Jesus poderia ser curada;
  • 22 – Jesus olhou para ela e disse: “coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé” (NTLH), e imediatamente a mulher ficou sã.

MARCOS 5.25-34
  • 25 – conforme Mt 9.20;
  • 26 – Marcos falou a respeito da perda material dela em virtude dos gastos com a enfermidade. Foram 12 anos de dor e sofrimento nas mãos dos médicos;
  • 27 – Ela ouviu falar de Jesus e veio por detrás, entre a multidão, que abriu caminho para ela devido a enfermidade (Lv 15.25) e tocou nas vestes do Mestre;
  • 28 – conforme Mt 9.21;
  • 29 – a fonte de seu sangue secou e sentiu que já estava curada;
  • 30 – Jesus conheceu que saiu virtude de si mesmo e olhou para a multidão perguntando que o havia tocado;
  • 31 – Os discípulos não entendendo o que seria “sentir virtude sair”, disseram: “A multidão te aperta, como saberemos”?
  • 32 – A mulher foi procurada por Jesus, que sabia que estava ali ainda a pessoa que havia tocado em suas vestes;
  • 33 – A declaração de culpa que inocentou a mulher. Ela temeu, aproximou-se e prostrou-se;
  • 34 – No versículo 25 ela era apenas uma “certa mulher que sofria”, já no versículo 40 se tornou “alguém que tocou em Jesus” e no versículo 34 foi chamada de “filha”.

LUCAS 8.43-48
  • 43 – Conforme Mc 9.26, acrescentando que nenhum médico foi capaz de curar sua enfermidade;
  • 44 – Conforme Mc 9.27, tocou e logo foi curada;
  • 45 – Conforme Mc 9.30, todos negaram o toque em Jesus. Pedro tomou a palavra e lembrou Jesus que a grande multidão o estava oprimindo;
  • 46 – Conforme Mc 9.30, Jesus conhecia quando de si saia virtude;
  • 47 – Conforme Mc 9.33, a mulher percebeu que não poderia mais se ocultar, por isto declarou sua culpa porque havia tocado em Jesus e como havia sido curada;
  • 48 – Conforme Mc 9.34.

JOÃO
  • Não há registro.

Obs: Jesus não interrompeu o atendido à filha de Jairo, simplesmente não havia como Ele não atender aquela mulher. Ela se achegou a Ele. A história seria a dela, mas o principal da sinagoga se adiantou. Ela sabia que devido a sua enfermidade não teria problemas para chegar perto de Jesus, já que todos na multidão fariam o possível para não tocar nela (Lv 15.25-27)

PRÓXIMO ASSUNTO: Jesus cura dois cegos

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI). Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

38) A filha de Jairo - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 9.18-19; 23-26
  • 18 – Um chefe (um dos principais da sinagoga) adorou Jesus e apresentou o seu problema: sua filha havia falecido (em Mc 5.23 – ele ainda não havia recebido a notícia do falecimento). O nome deste homem não foi mencionado por Mateus. Ele pediu para Jesus impor suas mãos para que sua filha vivesse;
  • 19 - Jesus o seguiu juntamente com seus discípulos;
  • 23 – Sua filha havia falecido, mesmo assim ele foi ao encontro de Jesus. Não julgava o caso encerrado. Parecia tarde demais, mas ainda havia solução para o seu problema. Jesus de longe viu o alvoroço na casa do chefe da sinagoga;
  • 24 – Pediu para que todos se retirassem. Os pranteavam e choravam, riram quando Jesus disse que a menina não estava morta, que apenas dormia;
  • 25 a 2 – O povo saiu, Jesus entrou, pegou a menina e ela se levantou. A noticia se espalhou rapidamente por aquela região

MARCOS 5.21-24; 35-43
  • 21 – Jesus estava acompanhado de uma grande multidão;
  • 22 – Jairo, um dos principais da sinagoga, se prostrou quando viu Jesus. Um homem de coragem, pois pela sua posição mantinha uma estreita relação com os fariseus. Ele não temeu as represálias;
  • 23 – Ele apresentou o seu problema: sua filha estava moribunda;
  • 24 – Jesus acompanhou Jairo juntamente com a multidão;
  • 35 – No meio do trajeto, após ter socorrido a mulher do fluxo de sangue, foram abordados por alguns dos empregados do principal da sinagoga que anunciaram a morte da criança. Eles pediram para que Jairo não importunasse mais o mestre (não havia mais nada o que ser feito?);
  • 36 – Jesus disse a Jairo: “Não temas, crês somente”;
  • 37 – Somente Pedro, Tiago, João e Jairo poderiam acompanhar Jesus;
  • 38 – Quando chegaram viram e ouviram o alvoroço e o pranto;
  • 39 – Jesus usou o sono para diagnosticar a temporalidade da situação da menina. Pronto o alvoroço se transformou em riso, provavelmente os contratados (para chorar) foram os que riram. a família duvido que tenha rido, eles se agarraram naquele fiozinho de esperança.;
  • 40 – Os pais, os três discípulos entraram com Jesus onde a menina estava deitada;
  • 41 – Jesus tomou a criança pela mão e disse: “a ti te digo, levanta-te”;
  • 42 – Ela se levantou e andou. Tinha os mesmos doze anos que a mulher do fluxo de sangue havia sofrido com sua enfermidade;
  • 43 – Jesus pediu para que não contassem nada a ninguém, mas e a multidão que estava do lado de fora, souberam? Segundo o evangelista Mateus a noticia se espalhou rapidamente (Mt 9.26). Jesus não queria exposição.

LUCAS 8.40-42; 49-56
  • 40 – Jesus provavelmente voltando de Gadara, foi recebido por uma grande multidão. Ele estava sendo esperado;
  • 41 – Entre a multidão estava Jairo, príncipe da sinagoga, que prostrando-se rogou  para que Jesus entrasse em sua casa;
  • 42 – Seu problema: sua filha de 12 anos estava quase a morte;
  • 49 – Conforme Mc 9.35, exceto que foi um único mensageiro fúnebre, enquanto que o evangelista Marcos mencionou alguns;
  • 50 – Conforme Mc 9.36, acrescido da expressão: “Será salva”;
  • 51 a 53 – Conforme Mc 9.37-40;
  • 54 – Jesus pegou a menina pela mão, clamou e disse; disse: “Levanta-te, menina”;
  • 55 – O espírito da menina voltou e Jesus pediu para que não contassem nada a ninguém.

PRÓXIMO ASSUNTO: A mulher do fluxo de sangue

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI). Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano V

quarta-feira, 8 de maio de 2013

37) O(s) endemoninhado(s) gadareno(s) - segundo os 4 evangelistas

MATEUS 8.28-34
  • 28 – Quando Jesus chegou à outra margem, na província dos gadarenos, gergesenos ou gerasenos, conforme alguns manuscritos (região ao sudeste do mar da Galiléia, habitada por gentios, que fazia parte da Decápolis, cidades gregas autônomas), dois endemoninhados vieram ao seu encontro. Saíram dos sepulcros, eram violentos e impediam a passagem de muitos por aquele lugar. Segundo a Lei eram imundos por serem gentios, endemoninhados e por viverem entre os mortos, mas foram ajudados por Jesus;
  • 29 – Eles perguntaram por que estavam sendo atormentado antes do tempo ou se seriam castigados. Ao mesmo tempo eles declararam a divindade de Jesus;
  • 30 – A manada de porcos pastava tranquilamente por aquela região, haja vista ser uma cidade habitada por gentios, isto explica a criação de porcos, animal imundo perante a Lei;
  • 31 – E Jesus expulsou os demônios os quais se introduziram na manada de porcos. Os animais se precipitaram desfiladeiro abaixo e morreram;
  • 32 – Os porqueiros, certamente gentios e fofoqueiros, correram e contaram na cidade tudo o que havia acontecido;
  • 33 a 34 – Os gadarenos rogaram que Jesus se retirasse daquela região, em vez de rogar para que ficasse. Eles estavam preocupados com o prejuízo causado com a morte dos porcos.

MARCOS 5.1-20
  • 1 – Eles chegaram, Jesus e os discípulos, em Gadara conforme descrito por Mateus (Mt 8.28);
  • 2 a 5 – Mateus registrou dois, enquanto Marcos fala apenas de um, que da mesma forma morava entre os sepulcros e era violento;
  • 6 a 8 – Quando o endemoninhado viu Jesus de longe, correu e o adorou, perguntando se seria castigado antes do tempo;
  • 9 a 12 – Diálogo entre Jesus e o espírito imundo que se identificou como Legião (maior unidade do exército romano, cerca de 3.000 a 6.000 soldados) ou multidão (NTLH), porque eram muitos. Eles pediram para que não fossem mandados para longe de Gadara, gostavam daquela região. Eles pediram autorização para entrarem nos porcos;
  • 13 – Jesus autorizou e os porcos se precipitaram no despenhadeiro. Marcos afirmou que eram quase dois mil porcos;
  • 14 a 17 – Os porqueiros fugiram e contaram tudo na cidade, conforme relatado por Mateus (8.32-33) e da mesma forma Jesus foi incitado a deixar aquela região devido aos prejuízos;
  • 18 a 20 – o endemoninhado desejou seguir Jesus, mas foi enviado para servir de testemunho entre os seus familiares. Ele obedeceu.

LUCAS 8.26-39
  • 26 – Jesus e os discípulos navegaram até a terra dos gadarenos. Mateus e Marcos mencionaram apenas a chegada e não fizeram alusão aos momentos em que estiveram navegando;
  • 27 – Foram recepcionados por um homem que não andava vestido (conforme Lucas), que habitava nos sepulcros (conforme Mateus e Marcos). Segundo Mateus ninguém podia passar pelo caminho da morada do possesso gadareno, o cemitério, enquanto Marcos frisou que as cadeias não podiam prender o endemoninhado, pois os grilhões eram, por ele, despedaçados e ninguém o podia amansar, além de se ferir dia e noite com pedras. Lucas também frisou os atos violentos e acrescentou que o endemoninhado era impelido ao deserto, pelos demônios (8.29);
  • 28 - Quando ele viu Jesus, prostrou-se, pedindo que não o atormentasse. Segundo Marcos, o endemoninhado viu Jesus de longe e correndo O adorou (Mc 5.6), declarando sua paternidade divina e pediu que não fosse atormentado. Mateus registrou a fala dos dois gadarenos, que da mesma forma perguntaram: “Que temos nós contigo? Vieste antes da hora?”;
  • 29 – Jesus ordenou que ao espírito imundo que saísse daquele homem, conforme registrado por Mateus (8.31) e Marcos (5.8);
  • 30 – Jesus perguntou o nome: Legião, porque eram muitos, conforme Marcos (5.9). Mateus não registrou esta parte do diálogo;
  • 31 – Eles rogaram para que não fossem mandados para o abismo, enquanto que Marcos registrou o pedido deles para que não fossem enviados para longe daquela região (5.10), eles gostavam de Gadara;
  • 32 – Os demônios entraram nos porcos, os quais se precipitaram desfiladeiro abaixo, conforme registrados pelos evangelistas anteriores (Mt 8.31-32; Mc 5.11-13);
  • 34 a 37 – Os porqueiros vendo tudo aquilo correram até a cidade e divulgaram os acontecimentos. Todos foram conferir e encontraram o homem liberto e temeram. Pediram a Jesus que saísse daquele território, conforme registrado pelos evangelistas anteriores (Mt 8.33-34; Mc 5.14-17);
  • 38 a 39 – O homem liberto rogou a Jesus para que O deixasse estar ali ao lado Dele, mas foi impedido. A obrigação dele era testemunhar o que havia recebido de Deus (Mc 5.18-20).

JOÃO
  • Não há registros.
PRÓXIMO ASSUNTO: A ceifa e os ceifeiros.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia de Estudo Temas em concordância. Nova versão internacional (NVI). Roswell D. Hitchock. Editora Central Gospel. Rio de Janeiro, 2008.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano IV

quarta-feira, 20 de março de 2013

36) O barcão, o barquinho e a tempestade - segundo os 4 evangelistas

MATEUS 8.23-27
  • 23 – Jesus entrou no barco e os discípulos o seguiram;
  • 24 – uma grande tempestade se levantou no mar, a ponto das ondas cobrirem o barco. Jesus estava dormindo;
  • 25 – os discípulos se aproximaram de Jesus e o despertaram, pelo menos reconheceram que a salvação dependia Dele;
  • 26 – Jesus os chamou de homens de pouca fé e repreendeu os ventos e o mar e houve bonança;
  • 27 – os discípulos ficaram maravilhados. Que homem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?


MARCOS 4.35-41
  • 35 – já sendo tarde, Jesus chamou os discípulos para passarem para a outra banda. Mateus não mencionou o horário e tampouco o fato de Jesus ter chamado os discípulos;
  • 36 – os discípulos deixaram a multidão e entraram no “barcão” e foram seguidos pelos que estavam nos barquinhos. Mateus não mencionou a multidão que estava com eles e tampouco os barquinhos;
  • 37 – e levantou-se um grande temporal de vento a ponto das ondas subiam por cima do barco, enchendo o barco de água;
  • 38 – Jesus estava na popa dormindo sobre uma almofada. Ele foi acordado pelos discípulos que disseram: “não tem importa que pereçamos”? Mateus disse que os discípulos acordaram Jesus para que fossem salvos por Ele;
  • 39 – e Jesus despertando repreendeu o vento e disse ao mar: “cala-te e aquieta-te”. E houve bonança. Mateus somente disse que Jesus havia repreendido os ventos e o mar;
  • 40 – Jesus perguntou para eles porque ainda eram “tímidos” e porque ainda não tinha fé. Mateus registrou que Jesus os havia chamado de homens de pouca fé e Marcos que eles não tinham fé;
  • 41 – e sentiram um grande temor e disseram: “Quem é este que o vento e o mar obedecem”. Mateus disse que eles ficaram maravilhados e Lucas que o temor havia invadido o coração deles;


LUCAS 8.22-25
  • 22 – conforme Mt 8.23 (entraram no barco com Jesus) e Mc 4.35 (Jesus chamou eles para irem à outra banda);
  • 23 – e navegando eles (os evangelistas anteriores não mencionara o trabalho, somente que entraram no barco). Jesus adormeceu e sobreveio a tempestade de vento no lago, até que o barco se enchesse de água. Lucas foi o único que mencionou que estavam em perigo;
  • 24 – conforme Mt 8.25; Mc 4.39 (despertaram Jesus e Ele repreendeu a fúria da água e o vento);
  • 25 – Jesus perguntou: “onde está a vossa fé”? Mateus mencionou que eram homens de pouca fé e Marcos que ainda não tinham fé. Ficaram maravilhados conforme Mt 8.27; Mc 4.41.


JOÃO
Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: O endemoninhado gadareno.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano IV

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

35) A parábola do fermento - segundo os 4 Evangelistas

MATEUS 13.33-35
  • 33 – Reino dos céus semelhante ao fermento que uma mulher introduz, ou mistura (NTLH) em 3 medidas de farinha (descendentes de Cam, Sem e Jafé?), até que se espalhe pela massa (NTLH);
  • 34 – Jesus falou à multidão por parábolas;
  • 35 – Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta. “Abrirei em parábolas a boca e publicarei as coisas ocultas, desde a criação do mundo” (Sl 78.2).

MARCOS 4.33-34
  • 33 – Conforme Mt 13.34, segundo o que compreendiam. Somente desta forma entenderiam, era uma espécie de desafio;
  • 34 – conforme Mt 13.34, sendo que aos discípulos, Jesus explica tudo (NTLH).

LUCAS 13.20-21
  • 20 – 21 – Reino de Deus (Mateus se referiu ao reino dos céus), é semelhante ao fermento que uma mulher tomando-o, escondeu (segundo Mateus o fermento é introduzido na massa. A NTLH diz que ele é misturado) em 3 medidas de farinha, até que levede tudo.

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A tempestade, o barcão e os barquinhos.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano IV

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

34) A parábola do grão de mostarda - segundo os 4 Evangelistas



MATEUS 13.31-32
  • 31 – O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda, que um homem pegando, semeou no seu campo;
  • 32 – A menor de todas as sementes, mas que crescendo se torna a maior das plantas e faz-se árvore, onde as aves se aninham.

MARCOS 4.30-32
  • 30 – A que poderia ser considerado o reino de Deus? Ou com que poderia ser representado?
  • 31 – conforme Mt 13.32;
  • 32 – conforme Mt 13.32, a diferença é que Mateus se referiu ao grão se tornando uma grande árvore, enquanto que Marcos disse que o grão se tornaria a maior das hortaliças, com grandes ramos, de tal modo que as aves se aninhariam debaixo de suas sombras.

LUCAS 13.18-19
  • 18 – conforme Mc 4.30;
  • 19 – conforme Mt 13.32; Mc 4.32.

JOÃO
Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: Reino de Deus semelhante ao fermento.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - Ano III

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A parábola da candeia - segundo os 4 Evangelistas


MATEUS 5.14-15
  • 14 – Não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
  • 15 – Não se acende uma candeia e esconde, mas a coloca no velador para iluminar.

MARCOS 4.21-25
  • 21 – A candeia, não VEIO para ser posta debaixo de um cesto ou da cama, mas sim no velador (cfe Mt 5.15);
  • 22 – Não há nada encoberto que não seja manifestado e nada oculto que não seja descoberto (cfe Mt 10.26);
  • 23 – 24 – Quem tem ouvidos ouça. Muito cuidado com a medida para medir os outros;
  • 25 – O que tem será dado e o que não tem, até mesmo o que tem será tirado (cfe Mt 13.12).

LUCAS 8.16-18
  • 16 – Ninguém ACENDE uma candeia e a cobre ou esconde debaixo da cama, mas a coloca no velador para que a luz seja vista pelos que entram (cfe Mt 5.15). Para Marcos a candeia VEIO e para Lucas ele é acesa;
  • 17 – Nada há oculto que não seja manifesto e nem escondido que não seja conhecido ou trazido à luz;
  • 18 – cfe Mt 13.12; Mc 4.25.

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A parábola do grão de mostarda.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva - (18) 8132-1510 - Ano III

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

a parábola do crescimento da semente - segundo os 4 evangelistas

MATEUS
  • Não há registro.
MARCOS 4.26-29
  • 26 - O reino de Deus foi comparado ao ato de um homem lançar a semente na terra;
  • 27 – E dormisse, levantando depois, visse a semente, não no buraco, no fundo da terra, mas sim brotada e crescida sem saber como;
  • 28 – A terra por si só mesmo frutifica, primeiro a erva, depois a espiga e por ultimo o grão cheio na espiga;
  • 29 – E quando o fruto aparece, junto com ele vem a foice para ceifar porque chegou a hora.

LUCAS 8.9-18
  • Não há registros.

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A parábola da candeia.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

 Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A explicação da parábola do semeador - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 13.10-23
  • 10 – Jesus foi interrogado pelos seus discípulos sobre sua forma de falar a multidão, que era por parábolas, histórias sem qualquer significado, para alguns deles, pois outros entendiam perfeitamente;
  • 11 – Os discípulos tiveram o privilégio de conhecer parte dos mistérios do Reino dos céus, aos outros somente foi permitido entender, se possível, as parábolas;
  • 12 – Além deste privilégio, os discípulos receberam outra noticia animadora. Eles estavam recebendo muito e teriam muito mais por receber, enquanto que aqueles que nada tinham, até mesmo o pouco que tivessem seria tirado;
  • 13 – A resposta para a pergunta do versículo 10. Tem olhos, ouvidos e raciocínio, mas não enxergam, não ouvem e tampouco entendem;
  • 14 – Cumprimento de Is 6.9;
  • 15 – Coração endurecido, ouvido de mau grado, olhos encobertos e coração parcial;
  • 16 – Bem aventurado os que vêem e ouvem;
  • 17 – Muitos profetas desejaram o que os discípulos estavam vendo e ouvindo;
  • 18 – 19 – Explicação da parábola: As sementes que caíram ao pé do caminho são aqueles que ouvem, mas não entendem e diante do maligno se tornam presas fáceis;
  • 20 – 21 – Aqueles que ouvem e se alegram, mas que não suporta as angustias e perseguições, porque elas chegam, são as sementes que caíram entre os pedregais e que não desenvolveram raízes;
  • 22 – Os que ouvem a Palavra, mas que não conseguem se desvencilhar dos cuidados deste mundo, sendo seduzidos pelas riquezas, são aquelas sementes que caíram e foram sufocadas pelos espinhos;
  • 23 – O que ouve, compreende são as sementes que caíram em terra boa. Estes dão fruto.

MARCOS 4.10-25
  • 10 – Havia mais alguns com os discípulos. Mateus afirmou que eram somente eles;
  • 11 – Cfe Mt 13.11, exceto que Marcos frisou que aqueles que estavam “fora” (do circulo dos doze?), somente ouviram por parábolas;
  • 12 – Cfe Mt 13.12-15 – Para que vendo, vejam e não percebam, ouvindo ouçam e não entendam para assim não se converterem. Visão sem percepção e audição sem entendimento é igual a permanência no pecado;
  • 13 – 14 – Explicação da parábola: Era preciso que entendesse esta primeiro, caso contrario teriam dificuldades para entenderem as outras;
  • 15 – Cfe Mt 13.19;
  • 16 – 17 – Cfe Mt 13.20-21, a diferença foi somente na reação, pois Mateus afirmou que tais se ofendem e enquanto que Marcos disse que estes se escandalizam;
  • 18 – 19 – Cfe Mt 13.22, Marcos acrescentou mais uma ferramenta maligna, a ambição de outra coisas;
  • 20 – Cfe Mt 13.23;
  • 21 – 24 – Acréscimo de Marcos: Candeia será posta no velador e não debaixo da cama. Nada ficará encoberto e com a medida que alguém medir será medido e até mais;
  • 25 – Cfe Mt 13.12.

LUCAS 8.9-18
  • 9 – Os discípulos perguntaram acerca da parábola, enquanto que Mateus e Marcos afirmaram que os discípulos questionaram a utilização desta ferramenta;
  • 10 – Cfe Mt 13.12; Mc 4.11-12;
  • 11 – Cfe Mc 4.14;
  • 12 – Cfe Mt 13.19, o maligno arrebata; Mc 4.15, tira a Palavra. Lucas acrescentou a crença sem a salvação;
  • 13 – Cfe Mt 13.20; Mc 4.16-17. Lucas afirmou que tais crêem por algum tempo e que na chegada das tentações se desviam;
  • 14 – Cfe Mt 13.22, sufocados ficam infrutíferos; Mc 4.18-19, os espinhos entram e sufocam a Palavra e assim ficam infrutíferos). Lucas acrescentou os deleites da vida e que tais sementes não dão fruto com perfeição, frutos podres?
  • 15 – Cfe Mt 13.23; Mc 4.20. Lucas mencionou a Palavra guardada no coração honesto e bom, tais dão frutos com perseverança;
  • 16 – 17 – Cfe Mc 4.21-24;
  • 18 – Cfe Mc 4.25; Mt 13.12. 

JOÃO
·          Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A parábola da semente.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva
(18) 8132-1510

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A parábola do semeador - segundo os 4 Evangelistas


MATEUS 13.1-9
  • 1 – Jesus estava assentado junto ao mar;
  • 2 – Muitos se ajuntaram ao pé Dele. Entrou em um barco e assentou-se enquanto a multidão ficou em pé na praia;
  • 3 – Falou-lhes por parábolas. “Eis que o semeador saiu a semear”;
  • 4 – Uma parte da semente caiu ao pé do caminho e vieram as vês e comeram-na;
  • 5 – Outra parte caiu nos pedregais, sem terra o suficiente e logo nasceu sem força e raiz, fraquinha;
  • 7 – Outra caiu entre espinhos e foram sufocadas;
  • 8 – A ultima parte caiu em terra boa e deu fruto, 1/100, 1/60, 1/30;
  • 9 – Quem tem ouvidos ouça.

MARCOS 4.1-9
  • 1 – cfe Mt 13.1-2;
  • 2 – 3 – cfe Mt 13.3;
  • 4 – cfe Mt 13.4;
  • 5 – 6 – cfe Mt 13.5;
  • 7 – cfe Mt 13.7;
  • 8 – cfe Mt 13.8;
  • 9 – cfe Mt 13.9.

LUCAS 8.4-8
  • 4 – A multidão ajuntou-se a Jesus. Eram gentes de todas as cidades. Mateus e Marcos não citaram a origem da multidão. Lucas não falou nada a respeito do mar;
  • 5 – A primeira parte caiu na beira do caminho e foi pisada. Mateus e Marcos não mencionaram as pisaduras. As aves do céu comeram as sementes caídas no caminho;
  • 6 – Outra parte caiu sobre as pedras e nasceu, mas secou, pois não tinha umidade. Mateus e Marcos citaram a falta de raiz;
  • 7 – cfe Mt 13.7; Mc 4.7;
  • 8 – cfe Mt 13.8; Mc 4.8, mas Lucas citou apenas a proporção de 1/100, enquanto que os outros evangelistas falaram também de 1/30 e 1/60.

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A explicação da parábola do semeador.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.


Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A família de Jesus -segundo os 4 Evangelistas


MATEUS 12.46-50
  • 46- Jesus estava falando à multidão e sua mãe e irmãos estavam do lado de fora, querendo falar-lhe. Não queriam esperar? Não queriam participar também daquela reunião? Havia muitos que desejavam o atendimento ou o aprendizado, será que não perceberam que poderiam atrapalhar?
  • 47 – “ALGUÉM” interrompeu Jesus para avisar-lhe que sua família estava do lado de fora, desejando falar-lhe. Ora porque não entraram para ouvirem e aprenderem?
  • 48 – Jesus na desprezou sua família, mesmo porque estava diante de muitos que eram desprezados e que precisavam do conforto, certamente se escandalizariam se Ele estivesse desprezando os seus. Ele simplesmente perguntou: “Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos?
  • 49 – Primeiramente estendeu sua mão para os discípulos e os apresentou como sua família.
  • 50 – Depois estendeu este novo conceito sociológico para a multidão. Qualquer um que fizer a vontade do Pai se tornaria seu irmão, irmã e mãe.

MARCOS 3.31-35
  • 31 – Conforme Mt 12.46, exceto que agora eles “mandaram” chamar Jesus. Isto era uma ordem?
  • 32 – conforme Mt 12.47, exceto que Jesus foi avisado pelos que estavam entre a multidão. Mateus afirmou que foi um “alguém”.
  • 33 – conforme Mt 12.48
  • 34 – conforme Mt 12.49, porém Ele já afirmou olhando para todos os que estavam assentados ouvindo. Mateus afirmou que primeiramente foram os discípulos agraciados com tal revelação e depois foram os da multidão.
  • 35 – Conforme Mt 12.50.

LUCAS 8.19-21
  • 19 – A família de Jesus foi ter com Ele, mas não puderam se aproximar devido a multidão. Mateus afirmou que eles queriam falar, Marcos registrou a rodem para chamá-lo e Lucas deixou claro que eles não puderam se aproximar.
  • 20 – conforme Mt 12.47; Mc 3.32
  • 21 – Conforme Mt 12.50; Mc 3.35

JOÃO
  • Não há registros.


PRÓXIMO ASSUNTO: A parábola do semeador.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.
  
Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

28) O sinal de Jonas - segundo os 4 evangelistas


MATEUS 12.38-45
  • 38 – Os escribas e fariseus se uniram e pediram um sinal a Jesus;
  • 39 – Eles pediram um sinal visível e ouviram algo que não agradou, mas que os incitou à reflexão;
  • 40 – O que tinha a ver Jonas, os 3 dias dentro do ventre da baleia, o Filho do Homem, 3 dias e 3 noites e o seio da terra?
  • 41 – Agora veio a irritação: citar os ninivitas e os colocar em posição privilegiadas, como juízes sobre eles. Os ímpios e cruéis?
  • 42 – Agora foi a gota d’agua para eles. Quem era aquela mulher para que também os julgasse?
  • 43 – 45 – Se tivessem pedras por perto, certamente apedrejariam Jesus, pois a história se inverteu. Os atormentados por espíritos imundos agora eram eles (cfe Mc 3.30)

MARCOS
  • Não há registros.

LUCAS 11.29-32
  • 29 – A multidão pediu um sinal (v. 16), Mateus especificou a origem do pedido, os fariseus e escribas;
  • 30 – Jonas foi sinal para os ninivitas, sinal de possibilidades, da mesma forma Jesus seria para Israel;
  • 31 – cfe Mt 12.42;
  • 32 – cfe Mt 12.41

JOÃO
  • Não há registros.

PRÓXIMO ASSUNTO: A família de Jesus.

Fonte:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2003.

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510