Páginas

Mostrando postagens com marcador Mensagens entregues. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mensagens entregues. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Inversão da primogenitura


1) Os primogênitos de nascimento (velhas criaturas)

  • Caim (filho de Adão e irmão de Abel)
  • Esaú (filho de Isaque e irmão de Jacó)
  • Ruben (Filho de Jacó e irmão de José e Judá e outros)
  • Manassés (Filho de José, nascido no Egito e irmão de Efraim)
  • Eliabe (filho de Jessé e irmão de Davi)

 

2) Características dos primogênitos aplicáveis na atualidade

  • Caim, o valentão e matador de adoradores
  • Esaú, o habilidoso e caçador (de confusões)
  • Ruben, o ousado e inconstante como a água
  • Manassés, o presunçoso, despretensioso, achava que agradava a todos e não reagiu quando viu seu avô Jacó dar sua benção a seu irmão
  • Eliabe, corajoso de palavras, mas que desencorajava os verdadeiros lutadores (Davi, porque desceste aqui, com que deixaste as ovelhas? – 1 Sm 17.28)

 

3) Desejo dos primogênitos e promessas provavelmente feitas aos seus respectivos pais e suas consequências, tanto para eles quanto para os hebreus 

  • Caim - Promessa: “pai, pelas minhas forças prometo que um dia farei Deus mudar de ideia e voltaremos ao Éden”. Consequência: tal como seu pai que foi expulso do Éden, Caim não pode viver nas mesmas terras que seu pai, pois foi expulso e andou errante

 

  • Esaú - Promessa: “pai, pelas minhas forças prometo que veremos o cumprimento das promessas feitas ao meu avô Abraão e entraremos na terra da promessa”. Consequência: vendeu e perdeu sua primogenitura e mesmo com choro e lágrimas não conseguiu recupera benção que foi passada para seu irmão

 

  • Ruben - Promessa: “pai Jacó, pelas minhas forças honrarei seu nome e prometo que entraremos na Terra Prometida”. Consequência: impetuoso, desonrou o leito do pai e perdeu o direito de ascendência do Messias, que então passou para Judá e viu seu irmão José receber a porção dobra da bênção da primogenitura que depois foi repassada para Efraim e Manassés

 

  • Manassés - Promessa: “pai, prometo que quando entrarmos na Terra Prometida farei de tudo para manter os hebreus unidos e fiéis a Deus”. Consequência: já na Terra Prometida os hebreus foram se afastando de Deus, pediram um rei e a partir disto deram inicio a divisão da nação

 

  • Eliabe - Promessa: “pai, prometo pelas minhas forças venceremos todos os inimigos, inclusive Golias e farei de tudo para manter o reino unido até a vinda do Messias”. Consequência: não lutou contra Golias e teve que ver seu irmão Davi derrotá-lo para depois subir ao trono. Anos mais tarde, após a morte de seu sobrinho, Salomão, o reino se dividiu

 

4) A inversão da primogenitura. O importante para Deus não era o primeiro a nascer, mas sim o primeiro a agradá-lo (novas criaturas, tudo se fez novo)

  • De Caim passou para Abel
  • De Esaú passou para Jacó
  • De Ruben passou para José e Judá
  • De Manassés passou para Efraim (o bolo que não foi virado – Os 7.8)
  • De Eliabe passou para Davi

 

5) Motivo da inversão (aplicáveis na atualidade)

  • Caim imaginou que estava adorando Deus, mas era um matador de adoradores
  • Esaú pensou que estava oferecendo o melhor com suas habilidades e conhecimento, mas somente arrumou confusões e não deu valor ao que recebeu de Deus
  • Ruben pensou que estava honrando Deus, mas suas atitudes denunciou suas verdadeiras intenções
  • Manassés imaginou que agradava a todos, não mexia com ninguém, mas não reagiu quando perdeu a benção para seu irmão. Estava totalmente alheio às coisas de Deus (um pé no Egito e outro em Canaã)
  • Eliabe pensou que estava na luta contra o mal, como um verdadeiro soldado, porém confiou sem seus forças, mas não deu o primeiro passo em direção ao inimigo, teve que vir alguém de fora, menor e aparentemente mais fraco para resolver o problema

 

6) Deus não quer velhas criaturas em sua obra, mas sim quer

  • Adoradores como Abel
  • Pessoas que aproveitem as oportunidades como Jacó
  • Pessoas que O honrem como José e Judá
  • Pessoas que saibam receber e colocar em pratica o que recebem de Deus como Efraim (por algum tempo)
  • Pessoas que saibam administrar o povo de Deus como Davi

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Noemi e Rute: Provisão e remissão (bênção maior) na hora certa

a) Porque Rute? Porque uma Moabita?

  • Os moabitas não podiam entrar no templo – fecharam as portas para os hebreus quando estavam às portas de Canaã (Dt 23.3).

 

b) Problemas sem solução para Elimeleque, Noemi e família:

  • Fome em Judá;
  • Mudança para Moabe (porque não mudaram somente de tribo?);
  • Viuvez em Moabe;
  • Casamentos mistos;
  • Morte dos filhos;
  • Sogra e noras desamparadas.

 

c) Poderia piorar?

  • Duas noras idólatras, moabitas voltando com a sogra para Judá.

 

d) Solução humana para o problema (Rt 1.15), apresentado por Noemi:

  • Voltem para casas de seus pais;
  • Voltem para o mundinho idólatra de vocês. e Rute esperando o momento para aceitar o Deus de Noemi como Salvador;
  • Porque eu não tenho mais filhos (Lei do Levirato – Dt 25.5).

 

e) A solução Divina (Rt 1.18):

  • A declaração de conversão de Rute começou a mudar a vidas das duas.

 

f) Direção de Deus:

  • Deus direcionou Rute para se encontrar com Boaz (o seu remidor);
  • “Deixa cair mais para ela” (Rt 2.16). Deus sempre dá mais do que pedimos (Lei da Rebusca – Lv 19.10).

 

g) A promessa do remidor (Rt 3.13; 3.18):

  • E disse o remidor para Rute: “Eu prometo que te redimirei - amanhã”;
  • E disse Noemi para Rute: “Ele não descansará filha, enquanto não cumprir a promessa”.


h) Num abrir e piscar de olhos o Remidor voltará:

  • Amanhã - somente Deus sabe o dia e a hora;
  • Ele não sossegará enquanto não retornar para cumprira sua promessa”.


Conclusão:

Não tem nada ruim que não possa piorar, mas também, não há nada neste mundo que não tenha solução. Por mais difícil que possa parecer nossa situação, Deus está no controle e sempre está nos dirigindo para o socorro. E quando isto acontecer, Ele sempre tem provisão na medida certa e até mais (deixa cair mais para eles no caminho). Para Rute não foi somente provisão, socorro e um casamento, foi muito mais do que ela havia pedido. Ela foi incluída na genealogia do grande rei Davi, seu bisneto. 

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

quinta-feira, 2 de março de 2023

A missão mais difícil de Jesus - Xeque-mate

1)  Sábias mulheres

A missão de Jesus que envolveu três mulheres sábias que não esperavam ser atendidas ou socorridas.

  • Mulher sírio fenícia (a socorrida – Lv 19.5-10);
  • mulher do fluxo de sangue (a curada – Lv 15.25-26
  • A mulher acusada de adultério (a justificada – Lv 20.10)

 

2) Chamaram a atenção de Jesus para três campos de nossas vidas:

Elas chamaram a atenção de Jesus, pois fizeram Ele trabalhar em três campos importantes:

  • Idolatria: a mulher sírio-fenícia foi citada por Mateus como a “mulher cananéia, pois o público alvo do evangelista foram os judeus, portanto a classificou como cananéia para que entendessem se tratar de uma mulher gentia. Esta mulher tirou Jesus da Galiléia e o levou até a terra dos gentios e afrontou os lideres religiosos de sua terra. Como teve coragem de crer publicamente no Deus de Israel? Se fosse uma judia crendo nos deuses cananeus certamente seria apedrejada conforme mandava a Lei Mosaica;
  • Egoísmo e preconceito? A mulher do fluxo de sangue fez Jesus deixar de lado uma multidão para atendê-la. Ela aproveitou-se do fato de que todos a excluíam, pelo seu problema, então entendeu que ninguém a tocaria e tampouco ficaria à sua frente, portanto resolveu caminhar em direção a multidão, que abria o caminho para que chegasse até Jesus. O preconceito do povo, na época, abriu as portas para o milagre na vida daquela mulher;
  • Protencionismo: a mulher acusada de adultério fez Jesus afrontar os que interpretavam de forma errada a Lei de Moisés, pois naquela ocasião estavam protegendo a parte masculina, que também deveria ser julgada, pois segundo a Lei, “ambos pegos em adultério” deveriam ser apedrejados. Provavelmente poderia se tratar de alguém importante, filho de alguém mais importante ainda.

 

3) Os limites da idolatria

A mulher sírio fenícia fez Jesus ultrapassar os limites da idolatria e o levou ao ambiente do “inimigo”, um ambiente hostil, onde certamente os frutos seriam poucos

Os deuses fenícios/cananeus nada podiam diante do problema daquela mulher. O desespero a fez crer e clamar por socorro. A fama de Jesus corria por toda aquela região e muitos viram os frutos do ministério de Jesus, além das curas e maravilhas, paradigmas estavam sendo quebrados e antigos preconceitos vencidos, pois judeus se comunicaram com samaritanos e judeus atenderam estrangeiros necessitados, conforme prescrito na Lei Mosaica (Lv 19.10 – lei da rebusca ou da respiga).

 

4) A manhã daquela mulher

Como foi a manhã da mulher sírio-fenicia? Ficou sabendo de Jesus como? Quando soube que Ele estava lá, largou tudo e saiu correndo ao seu encontro. Ela clamou antes, creu e o seu clamor chegou aos céus, por isso Jesus de uma hora para outra resolveu sair da Galiléia para ir no território do inimigo. Ele foi provocada pelo pedido de uma mulher.

Quando a necessidade é grande, Jesus vai ou vem pessoalmente resolver o problema. Aquela mulher não teve nenhum problema para usar a expressão: “Senhor, filho de Davi, tenha misericórdia de mim”. Só os crentes se expressam desta maneira.

 

5) O cumprimento da Lei da rebusca em Jesus:

Disse Jesus: “não posso dar o pão”, mas a mulher respondeu: “não pode dar o pão para nós agora, mas deu a Lei para que fossemos socorridos antes”.

A Lei foi dada para Israel, mas havia um artigo que tratava especificamente dos necessitados e dos gentios: 

“Não passem duas vezes pela sua vinha, nem apanhem as uvas que tiverem caído. Deixem-nas para o necessitado e para o estrangeiro. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”. (Lv 19.10). 

Disse a mulher: “Quando eu ver o cumprimento deste artigo em sua vida Jesus, eu vou embora”. Disse Jesus: “Vá embora mulher, por esta sua palavra sua filha está liberta”. A mulher disse: “Xeque-mate”. 

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

O plano de Jose para abençoar seu povo. O plano de Deus para salvação da humanidade. Da minha família cuido eu. Minando as forças do inimigo

INTRODUÇÃO

O plano de José para abençoar seu povo foi pensado, por ele, muito tempo antes de ser colocado em prática. Na primeira vez que reviu seus irmãos em situação precária, quando foram comprar alimentos no Egito, poderia ter se vingado de tudo que havia acontecido em sua vida, já que estava em situação melhor que eles, porém preferiu outro caminho. Ali no trono sentiu as dores e durante os três dias em que manteve seus irmãos sob guarda intensa (Gn 42.17) foi o suficiente para buscar em Deus um plano infalível para ajudar todo o seu povo.

 

A intenção de Jose era cuidar de seu pai e irmãos até que arrumassem ocupação ou até que se virassem sozinhos no Egito, bem como não queria que fossem seduzidos pela riqueza e cultura egípcia. Não seria correto sustentá-los por toda a vida, isto contrariava toda sua trajetória de vida, pois sempre trabalhou e fez por onde alcançar sua posição. Então elaborou um plano para ajudar toda a sua família.

 

Este plano bem poderia ser descoberto pelos egípcios, inteligentes, porém Deus não permitiu e concedeu a Jose o sucesso, pois o Egito estava realmente em suas mãos e dependia de suas ações e decisões.

 

José estabeleceu três condições para que seus irmãos fossem de fato aprovados e para que tivessem direito a usufruir de seu plano:

 

1) AS CONDIÇÕES PARA FAZEREM PARTE E USUFRUÍREM DOS BENEFÍCIOS DO PLANO DE JOSÉ

a) Primeira condição: deviam demonstrar arrependimento

Deveriam demonstrar arrependimento pelo que fizeram no passado pelo irmão. Não conheceram José de inicio, então ali mesmo, diante da precariedade da situação se conscientizaram do erro que haviam cometido contra José.

 

“E disseram uns aos outros: De fato, nós agora estamos sofrendo por causa daquilo que fizemos com o nosso irmão. Nós vimos a sua aflição quando pedia que tivéssemos pena dele, porém não nos importamos. Por isso agora é a nossa vez de ficarmos aflitos”. (Gn 42.21 – NTLH)

 

b) Segunda condição: deviam anunciar as boas novas

Jose, após revelar sua identidade aos irmãos, ordenou que retornassem e anunciassem ao pai que ele ainda estava vivo e que era uma importante autoridade no Egito, porém durante o retorno deveriam evitar as contendas e possíveis brigas, tipo: acusações entre eles, pois já estavam de posse da benção, era só anunciarem e voltarem para usufruírem de todos os benefícios que o plano de José havia previsto para eles. Não tinha motivos para brigas.

 

Os irmãos se despediram, e na hora de partir José aconselhou: Não briguem pelo caminho”. (Gn 45.24 – NTLH)

 

c) Terceira condição: Deveriam desejar ser o que sempre foram e o que eram

José orientou seus irmãos quanto à resposta que deveriam dar a Faraó quando fossem questionados sobre a ocupação deles. Não deveria ser uma resposta qualquer, tinham que declarar o que eram e que desejavam continuar sendo o que sempre foram.

 

“Quando o rei lhes perguntar qual é a profissão de vocês, digam que a vida inteira vocês têm sido criadores de ovelhas, como foram os seus antepassados. Assim, vocês poderão ficar morando na região de Gosém, pois os egípcios detestam os pastores de ovelhas”. (Gn 46.33-34 – NTLH)

 

2) O PLANO DE JOSÉ COLOCADO EM PRÁTICA

Os irmãos de José cumpriram todas as condições impostas e então tiveram a oportunidade de verem o plano sendo colocado em prática. O plano consistia em preparar todo o ambiente e oferecer todas as condições possíveis para que o seu povo pudesse usufruir do melhor no Egito, além de blindá-los da possível sedução e fascínio por aquela nova forma de vida que teriam pela frente.

 

“José comprou tudo dos egípcios,

 para dar o melhor para o seu povo

enquanto permanecessem naquela nação“.

 

a) Jose ajuntou todo o dinheiro (Gn 47.14)

Jose ajuntou todo o dinheiro com a venda do cereal aos egípcios, que diante da necessidade o procuravam para comprarem alimentos. Era um referencial de benção, pois tinha o que o mundo na época mais precisava, comida. José tirou dos egípcios a autoridade.

 

b) Jose ajuntou todos os animais (Gn 47.16)

Os Israelitas eram pastores e ofereciam animais em sacrifícios, José já pensando isto pediu para que todos os egípcios trocassem seus gados por comida para que seus irmãos tivessem trabalho e animais para sacrificarem, se os egípcios ficassem com seus rebanhos logo acabariam com tudo. José tirou dos egípcios as posses.

 

c) Jose ajuntou todas as pessoas (Gn 47.18)

José trocou o cereal pelos serviços do povo, que se tornaram escravos de Faraó, porém se alegraram por isso. Jesus nos comprou e nos remiu para sermos o seu povo. O seu julgo é suave e o seu fardo é leve. José tirou dos egípcios a dignidade.

 

d) José comprou todas as terras (Gn 47.20)

José tomou posse das terras do povo e prometeu devolver parte delas para que se sustentassem (Gn 47.24). Deus está no controle de tudo e distribui a nós o que precisamos de modo a satisfazer-nos. José tirou dos egípcios a autonomia.

 

e) Jose ajuntou toda a semente (Gn 47.23)

A benção de produzir está com aquele que conhece o poder da semente, o segredo é semeá-la e não se alimentar dela. Havia muito trigo no Egito, mas também havia muita fome (Gn 47.13). Os hebreus sabiam o que uma semente poderia proporcionar, os egípcios não. Jose tirou deles toda a possibilidade de crescerem e se recuperarem financeiramente.

 

Jose ajeitou a vida de sua família tirando dos egípcios toda a riqueza, honra, autoridade, posse, dignidade e possibilidade de seduzirem o seu povo quando chegassem ao Egito. O seu plano minou as forças do inimigo para que a sua família não sofresse no período de adaptação.

 

3) O PLANO DA SALVAÇÃO PENSADO POR DEUS E AS CONDIÇÕES IMPOSTAS

O plano da salvação foi pensado por Deus, muito antes da fundação do mundo e para que sejamos inseridos nesse contexto existem algumas condições que devemos observar.

a) Primeira condição: arrependimento

Ninguém que não demonstre arrependimento consegue chegar à presença de Deus. Esta é a primeira condição imposta para que o homem possa conhecer o plano de Deus para sua vida.

 

Quando ouviram isso, todos ficaram muito aflitos e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: Irmãos, o que devemos fazer? Pedro respondeu: Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para que os seus pecados sejam perdoados, e vocês receberão de Deus o Espírito Santo”. (At 2.37-38 – NTLH)

 

b) Segunda condição: devemos anunciar as boas novas

Aquele que conhece o Evangelho e começa a seguir Jesus não pode largar o arado e olhar para trás. Sua missão então passa a ser a anunciação do Evangelho a todos e principalmente temos que seguir à risca os conselhos de Jesus: “vão, anunciem e não briguem pelo caminho”, tal como foi ordenado por José a seus irmãos.

 

Eu não tenho o direito de ficar orgulhoso por anunciar o evangelho. Afinal de contas, fazer isso é minha obrigação. Ai de mim se não anunciar o evangelho! (I Co 9.16 - NTLH)

 

c) Terceira condição: Devemos desejar ser o que já somos

José orientou seus irmãos quanto a resposta que deveriam dar a Faraó quando fossem questionados sobre a ocupação deles e eles responderam conforme as orientações recebidas, ou seja, foram avisados antes, foram ensinados e aprenderam. Da mesma forma devemos nos portar, pois constantemente temos nossa fé colocada à prova. “quem é você, qual é a tua?”

 

Somos avisados por Deus antes, somos ensinados e quando precisar devemos mostrar que aprendemos a lição. Crente bem ensinado responde certo quando é questionado.

 

CONCLUSÃO

Jose foi o primeiro a ir para o Egito, a fim de preparar lugar para seu povo quando mudassem para aquela nação. Foi traído, vendido, sofreu como um cordeiro mudo até ser ascendido ao trono. Pensou e executou um plano perfeito para abençoar seu povo, da mesma forma Jesus veio a esse mundo, foi traído, vendido, sofreu como um cordeiro e subiu aos céus para a glória e executou um plano de Deus para salvar a humanidade. 

Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pb Ailton Silva - algo a mais da parte de Deus (parte 5).

Vídeo - Assembleia de Deus parque Alvorada (Pres. Prudente)

De entregador de queijo e pão aos braços do povo, 
logo na primeira luta.



Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

domingo, 3 de janeiro de 2016

Mensagem 112: A breve interrupção no ministério de Moisés - Ele queria sossego.


1) TRIO DE FERRO:
  • Jacó – função: apresentar o Egito aos hebreus, na ida;
  • José – função: preparar os hebreus para a visita de Deus no Egito (estadia);
  • Moisés – função: tirar o Egito do coração dos hebreus (saída).

2) COMISSÃO PRÓ VIDA DE MOISÉS:
  • Pais – tiveram coragem de enfrentar faraó. Tiveram filhos mesmo com a ordenança da matança;
  • Parteiras – resolveram obedecer a Deus do que faraó. Elas cumpriram a palavra de Atos 4.19 – elas preferiram ouvir a Deus do que o homem;
  • Filha de faraó – foi a que teve a maior decepção da vida, pois viu seu filho de criação se recusando a ser chamado de seu filho.

3) PREPARAÇÃO PARA A MISSÃO:
  • Os hebreus sairiam do Egito. Deus já havia resolvido. Eles foram ouvidos mesmo na ignorância, pois não sabiam nem como se reportarem a Deus, como chamá-lo (Ex 3.13-14);
  • Moisés saiu primeiro, para ver de longe como estava a situação. A visão de dentro era muito limitada, superficial, precisava ter uma visão globalizada do problema;
  • Moisés perdeu muito na sua fuga, tanto quanto os hebreus quando saíram do Egito. Todos eles perderam terra, a terra suficiente para cobrir seus corpos sem vida, quando morressem.

4) VISÃO LIMITADA DE MOISÉS DENTRO DO EGITO:
  • Ele se via como solução do problema dos hebreus;
  • Tentou resolver o problema a força;
  • Matou um egípcio e imaginou que mataria um por dia;
  • Talvez assim tomaria posse do Egito;
  • Mas a promessa dizia respeito a uma terra que mana leite e mel, uma terra nova e não o velho Egito. 

5) A TRANSIÇÃO DE MOISÉS: DA VALENTIA À COVARDIA EM 24 HORAS:
  • Ousado, ele matou um egípcio;
  • Mas no outro dia correu de uma ameaça de um hebreuzinho;
  • Então ele entendeu que não era nada.

6) PERFIL DO GRANDE PASTOR DE ISRAEL:
  • Deus não queria usar um príncipe. Moisés fazia parte da realeza;
  • Deus não queria um escravo, se ele não fugisse poderia ser preso e rebaixado a condição de escravo, os hebreus jamais aceitariam-no como líder;
  • Deus não queria um soldado ou guerreiro, por isto desaprendeu tudo o que havia aprendido no Egito em termos de tática de guerra, defesa pessoal entre outras atividades;
  • Deus queria um pastor e para isto era preciso que ele saísse do Egito antes do povo para aprender como deveria lidar com ovelhas.

Isto encerrou o primeiro período de sua vida, os seus primeiros quarenta anos de vida, quando se imaginou ser o salvador da Pátria, o valentão. No dia da fuga caiu o valentão e levantou a ovelha, prontinha para aprender a andar nos caminhos de Deus, tal como o apóstolo Paulo (At 9.4-5).

Moisés desejava sossego, havia feito muito pelos hebreus e até então recebera apenas incompreensão. Desiludido imaginou que não teria mais o que fazer por aquele povo. Quarenta anos ficou distante, alimentando uma lembrança e um desejo: liberdade para eles.

7) A VOLTA DE MOISÉS:
  • Voltou sem medo de represália;
  • Não temeu a condenação, por pisar novamente em solo egípcio;
  • Estava de posse de um salvo conduto. Ninguém colocaria as mãos nele, tal como não nenhum judeu colocou as mãos em Paulo para condená-lo, conforme profecia de Ágabo (At 21.11). O apóstolo ficou prisioneiro de gentios e enquanto isto pregava para eles.

Nenhum egípcio colocou as mãos em Moisés para condená-lo pelo seu crime do passado. Ele voltou com glórias, como embaixador da Terra Prometida, um enviado de Deus. Assim se encerrou o segundo período de sua vida. Quarenta anos ele ficou longe do Egito aprendendo com ovelhas para agora colocar em prática tudo o que aprendera.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

sábado, 19 de dezembro de 2015

Quem deve escolher a esposa para o filho? E como escolher.



1) QUEM DEVE ESCOLHER A ESPOSA?
a) O PAI? Uma escolha espiritual
Abraão (Gn 24.1-4) resolveu escolher uma esposa para seu filho Isaque. Sua escolha teria propósitos, certeza e confirmações rápidas. Eliezer era o servo que teria acesso a fortuna de Abraão caso ele não tivesse filhos (Gn 15.2).

b) O próprio jovem? Uma escolha pessoal
Uma escolha com raiva para contrariar os pais (Gn 28.6-9), para provocá-los. Esaú escolheu uma esposa para si mesmo.

c) A mãe? Escolha por conveniência ou política?
Agar escolheu uma esposa para Ismael (Gn 21.21) após terem sido expulsos por Abraão (Gn 21.14-21). Sua mãe lhe tomou por esposa uma filha do Egito.

2) COMO ESCOLHER?
a) Pela beleza exterior? Escolha superficial
Por este critério as midianitas, moabitas, asdoditas, as filhas dos cananeus e de outras nações seriam privilegiadas, pois elas fascinavam facilmente os hebreus (Nm 25.6; Ed 10.1-2; Ne 13.23);

b) Pelo caráter? Da família ou da pretendente?
Abraão deixou sua parentela idólatra (Gn 12.1; Js 24.2), mas anos depois ordenou que seu servo buscasse uma esposa para seu filho Isaque daquele mesmo povo. Então sua escolha não levou em consideração a falha do caráter, tanto da família quanto da pretendente. Ele confiou na escolha do servo que ora entregou a Deus a incumbência de lhe mostrar a escolhida.

c) Pelo passado?
Mesmo neste ambiente idolatra uma moça de sua parentela seria muito melhor que as filhas dos cananeus, por isto Abraão não considerou o passado de sua família. Se não agisse desta forma ele poderia cometer injustiça, pois o meio e muito menos o passado de família interferem na formação do caráter de um jovem.

d) Pelo futuro? (formação, profissão e perspectivas)
Rebeca quando conheceu Isaque será que pensou desta forma? Pensou nas possibilidades em terra estranha? Levou em consideração o presente do pai para imaginar o futuro do filho?

3) PROCEDIMENTOS APÓS A ESCOLHA:
a) Homem: recebê-la bem
Isaque voltava de seu devocional quando se encontrou com Rebeca. Foram 3 pares de olhos envolvidos naquela escolha, os olhos do servo, de Rebeca e de Isaque, os três olharam, gostaram e aprovaram a escolha. Ele a aceitou como esposa e não questionou, tal como Adão quando aceitou Eva.

b) Mulher – descer do camelo, do salto, fim do feminismo
Era costume na época a mulher descer do camelo (para representar a descida do salto, o fim do feminismo), cobrir o rosto para não mostrar as impurezas do rosto ou para não ser tocado antes e por fim ela fechava os olhos. Desta forma ela se mantinha pura e não mostrava seus defeitos e não via os obstáculos.

4) Conseqüências ou bênçãos da escolha
  • A escolha do PAI – gerou Israel
  • A escolha da mãe – gerou inimigos
  • A escolha do jovem – gerou inimigos
Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Mensagem 87: As 3 risadas do Inimigo diante dos projetos de Deus


  • 1º Projeto: Terra – 1ª risada: o Inimigo riu da terra sem forma e vazia
  • 2º Projeto: Homem – 2ª risada: o Inimigo riu do homem sem vida
  • 3º Projeto: Igreja – 3ª risada: o Inimigo riu da igreja fechada

1) O INIMIGO RIU DA TERRA
a) Da Terra não sairia nada (Gn 1.2):
  • Estava sem forma e vazia;
  • Sem beleza (natureza);
  • Sem condições de ser habitada (luz, terra firme, etc).

A Terra não representava perigo para o Inimigo. Ele gostou do que viu. Seria muito bom que continuasse naquelas condições, porém a Terra não estava condenada a permanecer naquele estado, havia solução.

b) A possibilidade de mudança:
  • Não dependia da Terra;
  • A mudança da Terra viria do alto, viria do céu.

c) A mudança – ação de Deus:
  • Luz, terra firme, sol, estrelas, fauna, flora, homem;
  • Deus viu que foi bom o que fez (Gn 1.4, 10, 12, 18, 21, 31) cheios do Espírito Santo (At 1.9; 2.1).

2) O INIMIGO RIU DO HOMEM
a) Do homem não sairia nada (Gn 2.7):
  • Homem sem vida, sem louvor;
  • Sem alma;
  • Sem beleza, sem ação;
  • Sem domínio sobre os animais;
  • Um adorador morto.

O homem não representava perigo para o Inimigo, por isto ele riu do que viu. Seria bom que o homem continuasse naquelas condições, porém o homem não estava condenado a permanecer naquele estado, havia solução.

b) A possibilidade de mudança:
  • Não dependia do homem;
  • O homem estava impossibilitado de fazer algo;
  • O homem não poderia adorar e não se tornaria o verdadeiro adorador (Jo 4.23);
  • O homem não poderia clamar (Jr 33.3);
  • A mudança do homem não viria da Terra, viria do alto, do céu.

c) A mudança – ação de Deus:
  • Deus soprou o fôlego da vida (Gn 2.7);
  • O homem se tornou alma vivente

3) O INIMIGO RIU DA IGREJA
a) Da igreja não sairia nada, as portas estavam fechadas:
  • Crentes medrosos, mesmo em oração (At 1.14);
  • Crentes sem ação, mesmo na obediência (Lc 24.49);
  • Crentes sem sabedoria;
  • Crentes sem obras, apenas escolheram o substituto para Judas (At 1.16-26);
  • Crentes sem ousadia e coragem (cfe At 7.58-60);
  • Igreja sem pregadores (cfe At 2.14-36);
  • Igreja sem conversões em massa (cfe At 2.41; 5.14-16);
  • Igreja sem unidade (At 2.42) e sem o ideal de “todos” (2.1, 4, 7, 12, 32, 39, 39,);

A igreja não representava perigo para o Inimigo, por isto ele riu. Seria bom que a igreja continuasse daquele jeito, porém ela não estava condenada a permanecer naquelas condições, havia solução.

b) A possibilidade de mudança:
  • Não dependia do homem e tampouco da própria igreja;
  • A mudança da igreja não viria da Terra, viria do alto, do céu.

c) A mudança – ação de Deus:
  • Deus enviou o Espírito Santo sobre os discípulos;
  • Apareceu o primeiro pregador (At 2.14);
  • As conversões em massa (At 2.41; 5.14-16);
  • As primeiras demonstrações de sabedoria (At 4.19);
  • A primeira cura (At 3.6-7);
  • O ideal de comunhão (At 2.42);
  • O temor e os primeiros livramentos (At 5.10, 19);
  • O primeiro mártir (At 7.58-60);
  • A primeira conversão que assombrou o mundo da época (At 9.1-9).

CONCLUSÃO
O Inimigo riu dos projetos de Deus, mas teve que amargar, em todas as oportunidades, a derrota, pois viu aquilo que parecia nada ser transformado pela ação de Deus.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

sábado, 21 de março de 2015

Mensagem 24 - Restauração


1 – FAMÍLIA
  • Gn 7.1-7 – Família de Noé (canal de benção: Noé);
  • Gn 45.7 – Família de Jacó (canal de benção: José);
  • Ex 12.23 – Família Israelita (canal de benção: Moisés);
  • Js 6.25 – Família de Raabe (canal de benção: Raabe);
  • Lc 19.10 – Família de Zaqueu (canal de benção: Zaqueu);
  • At 16.31 – Família do carcereiro (canal de benção: o carcereiro);
  • At 27.31 – todos os prisioneiros e soldados do navio em que Paulo estava sendo conduzido a Roma (canal de benção: Paulo);
  • Nossa família – cada um é um canal de benção para salvação da família, basta pregar e os sinais seguirão.

2 – CARÁTER DE CRISTO EM NOSSAS VIDAS
  • MT 5.3-12 – enxergamos o caminho para a felicidade;
  • Mt 5.17-20 – praticamos a justiça;
  • Mt 5.38-48 – sabemos tratar os nossos inimigos;
  • Mt 6.1-8 – levamos uma vida de oração;
  • Mt 6.19-34 – sabemos o que buscar de Deus;
  • Mt 7.7-12 – sabemos como pedir a Deus;
  • Mt 7.15-23 – não nos deixamos enganar pelas aparências.

3 – VIDA MATERIAL
  • Jó 42.11-12 – recebeu doações em dinheiro e ouro de seus amigos, familiares da mesma forma como os filhos de Israel (Ex 12.36) receberam dos egípcios, que de bom grado deram peças de pratas e ouro a eles, quando saíram do Egito. Tudo o que Jó havia perdido recebeu em dobo. Jamais Deus nos deixa de mãos vazias quando somos aprovados em uma prova ou quando saímos de uma luta.

4 – VIDA ESPIRITUAL
  • At 1.13 – os discípulos estavam em oração aguardando a promessa (At 1.8) e Pedro seria o primeiro da lista;
  • At 1.15-16 – nascia um líder, levantando e reconhecido pelos outros;
  • At 2.4 – todos foram cheios do Espírito Santo, inclusive Pedro;
  • At 2.14 – as suas pregações foram ousadas e objetivas (At 3.11-26; 10.34-46);
  • At 2.37 – primeiras almas;
  • At 4.7-13 – agora era ousado e não temia mais;
  • At 5.3 – Deus revelava a ele o que acontecia na igreja;
  • At 5.29 – o importante era obedecer a Deus e não aos homens;
  • At 10.34 – era visionário, enxergou a salvação aos gentios

5) FÉ EM DEUS
  • Mediante a nossa fé alcançamos a salvação:
  • Mt 8.13 – para o centurião de Carfanaum (um gentio);
  • Mt 9.22 – para a mulher do fluxo de sangue;
  • Lc 17.9 – para o único leproso que voltou para agradecer pela cura;
  • Lc 18.35 – para o cego de Jericó.

6) O AMOR DE Deus EM NOSSAS VIDAS
  • O amor de Deus em nossos corações desperta o amor pelas almas (At 2);
  • O amor de Deus em nossos corações nos une de forma a ajudarmos uns aos outros para que todos cresçam na obra;
  • O amor de Deus em nossos corações restaura o nosso animo para a obra;
  • O amor de Deus em nossos corações nos fortalece e nos dá entendimento em algumas situações.
Por: Ailton da Silva - 5 anos (Ide por todo mundo)