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segunda-feira, 22 de março de 2021

Angelologia - aula 4



IV – CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS

1) SANTIDADE

Os anjos são identificados como santos, pois estão em estado eterno de santidade (Ap. 14.10; Mt 25.31; Mc 8.38; Lc 9.26; At 10.22). Esta característica distingue os anjos santos dos caídos (Jo 8.44 e 1 Jo 3.8-10).

 

2) REVERÊNCIA

Outra característica dos anjos é o constante louvor e a adoração (Sl 29.1,2; 89.7; 103.30; 148.2), pois estão na presença de Deus e contemplam sua Glória (Mt 18.10). Reverência é respeito e veneração pelo temor. Existem também os anjos de "espíritos ministradores" (Hb 1.14), que exercem serviços especiais aos interesses de Deus.

 

3) OS ANJOS EXECUTAM A VONTADE DE DEUS

Anjos, mensageiros, servem ao interesse do Reino de Deus, obedecendo em toda a sua soberana vontade (Hb 1.7).

 

4) OS ANJOS CUIDAM E PROTEGEM OS FIÉIS

O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra (Sl 34.7). O profeta Elias fugindo da rainha Jesabel recebeu a visita de um anjo da parte de Deus para encorajá-lo a continuar sua jornada.

 

5) OS ANJOS PUNEM OS INIMIGOS DE DEUS

Os inimigos de Deus desafiam e agem de várias maneiras, mas nada passa desapercebido pelo Senhor. Senaqueribe, rei da Assíria desafiou ao Deus de Ezequias, rei de Judá. Imediatamente um anjo foi enviado e destruiu 185 mil soldados. Deus puniu aqueles inimigos (2 Rs 19.35). Durante o período apocalíptico, os anjos serão emissários de Deus para executarem o seu juízo contra todos que não reconhecem Jesus como Salvador (Mt 13.50).

 

6) OUTRAS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS

  • Possuem asas (Ex 25.20, Is 6.2-6), porém na esfera espiritual as asas não são órgãos necessários para voar (Dn 9.21; At 1.9);
  • São protetores (II Rs 6.17);
  • Influenciam nos pensamentos (Jo 13.2);
  • São rápidos (Dn 9.21), mas não oniscientes (Gn 19.12; Mc 13.32);
  • São submissos (II Sm 24.16);
  • Não aceitam adoração (II Sm 24.16; Ap 19.10);
  • Se regozijam (Lc 15.7-10), servem (Sl 103.20) e observam (I Co 4.9; Ef 3.9-10)
  • Recebem nosso espírito (Lc 16.22) e reunirão os escolhidos (Mt 24.31).

Fonte: Apostila Curso Básico de Teologia do SETEM – Seminário Teológico Manancial. Elaboração: Pb. Ailton da Silva

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

domingo, 21 de março de 2021

Angelologia - aula 3



III - NATUREZA GERAL DOS ANJOS

1) OS ANJOS SÃO CRIATURAS

A expressão "exército do céu" (Gn 2.1; Sl 33.6; Ne 9.6) faz referência aos anjos, que foram criados antes do mundo físico, no entanto, não podemos fixar a época, somente sabemos que foram criados antes de todas as outras coisas (Jó 38.4,7)

 

2) OS ANJOS SÃO SERES ESPIRITUAIS

Os anjos não possuem limitações físicas, não são sujeitos à lei da gravidade, não sofrem ação da natureza (Jz 13.19-20) ou do tempo (Mc 16.5). Como seres espirituais, tomam  formas humanas para se tornarem perceptíveis aos homens (Gn 18.1-10; 28.10-22 etc.).

 

3) OS ANJOS SÃO SERES PESSOAIS

Os anjos são inteligentes, dotados de vontade e atividade. São superiores aos homens em conhecimento e obrigação moral. São recompensados pela obediência e punidos pela desobediência. Falam, orientam, ouvem e determinam. São dotados de sentimentos, experimentam emoções quando rendem culto a Deus (Sl 148.2). Conhecem suas limitações e se contentam com tudo o que fazem e podem fazer.

 

4) OS ANJOS SÃO SERES PODEROSOS.

Os anjos são valorosos em poder e executam as ordens de Deus (Sl 103.20; II Pd 2.11). São poderosos (At 12.7-10; Mt 28.2; II Re 19 .35; Ap 7; 14.18; 16.5), porém com limites (2 Sm 24.16; Ap 18.1,21; Gn 19.13):

  • Um só anjo matou a 185 mil soldados do exército assírio (Is 37.36);
  • Um só anjo destruiu com fogo Sodoma e Gomorra (Gn 19);
  • Um só anjo removeu a pedra do sepulcro de Jesus (Mt 28.2).

 

5) OS ANJOS SÃO SERES IMORTAIS.

Os anjos são espíritos imortais (Lc 20.34-36). Eles não estão sujeitos à morte, visto que seus corpos são imateriais. A imortalidade é resultado da espiritualidade e nada tem a ver com a eternidade.

 

6) OS ANJOS FORMAM O GRANDE EXÉRCITO DE DEUS

Os anjos são chamados de "filhos de Deus" (Gn 6.2,4; Jó 1.6; 2.1; 38.7), e nunca foi mencionado nada a respeito sobre os "filhos dos anjos". Eles são descritos como varões, porém não tem sexo e não se multiplicam (Lc 20.34-35 ). São numerosos (Dn 7.10; Mt 26.53; Sl 68.17; Lc 2.13; Hb 12.22), e mencionados como o exércitos do céus ou de Deus (Mt 26.53).


Fonte: Apostila Curso Básico de Teologia do SETEM – Seminário Teológico Manancial. Elaboração: Pb. Ailton da Silva


Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

sábado, 20 de março de 2021

Angelologia - aula 2



II – A CRIAÇÃO

1) A CRIAÇÃO DAS COISAS ESPIRITUAIS

Os anjos foram criados bem antes do mundo material (Jó 38.1–7), porém a época não é indicada com precisão, provavelmente tenha sido junto ou após a criação dos céus (Gn 1.1) e antes da criação da Terra.

 

2) A CRIAÇÃO DAS COISAS MATERIAIS

O universo corresponde a criação de tudo o que se conhece no plano material e sua extensão nos dá uma visão da grandeza de Deus.

 

3) A CRIAÇÃO DA VIDA SOBRE A TERRA

Deus formou o homem, combinando o material com o imaterial, ou seja, o homem é um ser espiritual e material.

 

4) A REALIDADE DOS ANJOS

Os anjos exercem atividades espirituais importantes e as cumprem dentro dos limites que Deus instituiu. Eles estiveram presentes na obra da criação do mundo físico (Jó 38.6,7) e também no momento que Deus entregou a Moisés as tábuas da Lei (Hb 2.2). Também se manifestarem no nascimento (Lc 2.13), ressurreição e na ascensão de Cristo (At 1.10) e no deserto durante a tentação (Mt 4.1).

 

Os anjos são seres espirituais e morais, falam, pensam, sentem e decidem, mas não se apossam de corpos humanos para se manifestarem, apenas tomam a forma conhecida de humanos (1 Co 15.40-44), diferente dos anjos caídos da Graça de Deus que para se manifestarem se apossam de corpos de pessoas vivas ou de animais.

 

5) ANJOS BONS E MAUS

Deus não classificou os anjos como bons ou maus durante a criação, pois foram criados no mesmo nível de justiça, bondade e santidade (2 Pe 2.4; Jd 5,6). Esta classificação aconteceu devido a liberdade de escolha consciente a que estavam sujeitos. Esse foi justamente o motivo da queda de Lúcifer (Is 14.12-16; Ez 28.12-19).

 

Os anjos pecaram contra o Criador (2 Pe 2.4; Jd 6; Jó 4.18-21), porém os que não seguiram o caminho de Lúcifer foram exaltados e confirmados na posição celestial e para sempre estarão contemplando a Glória de Deus e executando sua vontade (1 Tm 5.21; Mt 18.10).

 

6) A HABITAÇÃO DOS ANJOS

Os anjos estão organizados em milícias espirituais e povoam os céus, distribuídos em distintas ordens e graus (Lc 2.13; Mt 26.53).

 

7) O NÚMERO DE ANJOS

A quantidade de anjos sempre foi incontável. Não aumentam, não diminuem, não procriam, são assexuados e foram criados de uma única vez por Deus (Mc 12.25).

 

É mencionada na Bíblia a expressão "milhares de milhares", "multidão dos exércitos celestiais", "muitos milhares de anjos" (Sl 148.2-5; Ap 5.11; Dn 7.10; Dt 33.2; Hb 12.22; Lc 2.13), por isto é impossível determinar o número exato de anjos.


Fonte: Apostila Curso Básico de Teologia do SETEM – Seminário Teológico Manancial. Elaboração: Pb. Ailton da Silva


Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 19 de março de 2021

Angelologia - aula 1



1) DOUTRINA DOS ANJOS

Muito se tem falado e escrito sobre os anjos, porém a exploração acerca do assunto tem induzido pessoas à conceitos errados e falso sobre a realidade do mundo espiritual. A Angelologia é a disciplina teológica que investiga a existência dos anjos e o seu papel na história da Criação Divina.

 

A Bíblia nos ensina acerca da existência da ordem de seres celestiais, distintos de Deus e dos homens, presentes e atuantes desde a ordenação do Universo. Estes seres não são visíveis, mas cremos na existência e em tudo o que a Palavra de Deus nos assevera a respeito desta classe de seres.

 

2) DEFINIÇÃO

A palavra anjo, do hebraico “malak”, foi traduzida para o latim como “angelus” e para o grego como “angellos", na Bíblia tem o significado de “mensageiro de Deus, para agir e falar em nome daquele que enviou”.

 

3) NOMES APLICADOS AOS ANJOS

Os anjos recebem alguns nomes e designações na Bíblia, entre os quais destacamos. Querubim (Gn 3.24); Varão (Gn 18.2); Príncipes (Js 5.13-15); Serafim (Is 6.2); Ministros (Sl 104.4); Principados, potestades, domínios (Ef 1.4); Espíritos ministradores (Hb 1.14); Arcanjo (Jd 9).


Fonte: Apostila Curso Básico de Teologia do SETEM – Seminário Teológico Manancial

Elaboração: Pb. Ailton da Silva


Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

quinta-feira, 18 de março de 2021

Adoração - aula 2



6) O FOCO DA VERDADEIRA ADORAÇÃO

O foco da verdadeira adoração é o próprio Deus e não tão somente as bênçãos ou promessas. A adoração deve ser centralizada na pessoa e obra de Jesus, pois somente Ele tem a palavra de vida eterna (Jo 6.68).

 

As atitudes de Marta e Maria, irmãs de Lazaro (Jo 11.19-46) deixam bem claro o foco da verdadeira adoração. Marta saiu ao encontro de Jesus para confrontá-lo, cobrá-lo (Jo 11.21) e visava somente seus objetivos. Conhecia muito bem a promessa de ressurreição (Jo 11.24), porém não tinha ciência da revelação diante dela (Jo 11.25). Por fim informou a Maria que o Mestre estava lá, pois esperava que sua irmã conseguisse atingir o que não havia sido capaz (Jo 11.28). Maria, pelo contrário, levantou-se depressa e influenciou a outros (Jo 11.31). Suas palavras foram as mesmas, porém a atitude de adoração antecedeu suas palavras (Jo 11.32).

 

7) CARACTERÍSTICAS DO ADORADOR

É imprescindível que o adorador tenha fé, pois sem este requisito é impossível que alguém agrade a Deus (Hb 11.6). O adorador também deve ser cheio do Espírito Santo e de sabedoria, além de ousado, tal como Estevão, o primeiro mártir da Igreja, que mesmo diante da morte se mostrou um verdadeiro adorador (At 7.54-60). No momento mais temido pelos homens, Estevão deu uma verdadeira aula de adoração.

 

8) RESULTADOS DA VERDADEIRA ADORAÇÃO

  • A verdadeira adoração produz compromisso com o Senhor;
  • A adoração produz dedicação e um melhor serviço.

 

9) RAZÕES PARA ADORAÇÃO

Razões para adorarmos a Deus não nos faltam (Mt 4.10; Sl 150.6). Muitos pensam que somente fugindo do pecado estarão agradando a Deus, mas não apresentam uma adoração verdadeira.

 

10) VALORES INVERTIDOS E O AUTO LOUVOR

Muitos condicionam a adoração às bênçãos recebidas de Deus ou atribui os feitos de Deus a si mesmo ou a outros, no entanto a Palavra nos orienta a adorarmos ao Senhor em qualquer circunstância e somente darmos honra, louvor e glória a Ele. A Igreja atual tem invertido as ordens dos valores espirituais e tem se corrompido diante da pretensa adoração.

 

ERRADO

  • O pregador é o grande artista
  • A congregação é o juiz ou crítico
  • Deus é o anunciador da mensagem

 

CORRETO

  • O pregador é apenas um instrumento
  • Deus é o único juiz
  • A Igreja é anunciadora da mensagem

 

Muitos louvores são carregados de letras de exaltação a si mesmo, canções antropocêntricas, triunfalistas, puros apelos motivacionais, que valorizam os atributos humanos, além de tirarem o foco da majestade de Deus e direcionar todas as atenções para as cargas emocionais, problemas e dilemas humanos, instigando a perseverarem em meio às lutas e tentações como se isto fosse único requisito para salvação, que pelas letras dos louvores atuais é totalmente deixada de lado.

 

A nossa adoração deve nos remeter ao principio joanino “Que Ele cresça e que eu diminua”. Adorando da forma correta, então poderemos receber de Deus, pela sua vontade, a boa medida, recalcada, sacudida e transbordante (Lc 6.38).

 

11) OS DEZ MANDAMENTO DE LOUVOR E ADORAÇÃO

  • Ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele darás culto;
  • Adorarás ao Senhor por sua grandeza, bondade e por ser digno;
  • Adorarás o Senhor com todo o seu coração;
  • Adorarás o Senhor com louvor audível, com clamor (Sl 47.1), canto (Sl 47.6), aclamação e alegria (Sl 66.1-2), riso (Sl 126.2), palmas (Sl 48.1; 100.5; Ap. 4.11).
  • Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios com hinos de louvor (Sl 100.4);
  • Oferecerás “sacrifício de louvor” (Hb 13.15), com instrumentos musicais (Sl 150);
  • Louvará o Senhor em todo o tempo (Sl 34.1);
  • Adorarás e louvarás em toda a parte e em todos os lugares;
  • Louvarás ao Senhor com tudo o que há em ti (I Ts 5.23), Espírito (Lc 1.47), alma (Sl 103.1) e corpo (Sl 145.21);
  • Todos os seres animados e inanimados devem louvá-lo.

 

Todos os louvam:

  • O cosmo em geral (Sl148.1-6)
  • Os anjos (Sl 103.20)
  • Os exércitos (Sl 103.20)
  • Os servos (Sl 135.1-2)
  • Jerusalém (Sl 147. 12)
  • As Baleias (Sl 148.7)
  • Abismos, fogo e saraiva, neve, vapores, ventos fortes (Sl 148.7-8)
  • Montes, outeiros, árvores frutíferas e todos os cedros (Sl 148.9)
  • Feras, gados, répteis e aves voadoras (Sl 148.10)
  • Reis da terra, os povos, príncipes e juízes (Sl 148.11)
  • Rapazes, donzelas, velhos e crianças (Sl 148.12)
  • Os filhos de Israel (Sl 148.14)

Fonte: Apostila Curso Básico de Teologia do SETEM – Seminário Teológico Manancial

Elaboração: Pb. Ailton da Silva


Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

quarta-feira, 17 de março de 2021

Adoração - aula 1


I – ADORAÇÃO

1) INTRODUÇÃO

Se o objetivo do nosso relacionamento com Deus é a produção de frutos, então a adoração deve servir como motivação, adubo e estímulo para que estes frutos sejam constantes.

 

2) O QUE É CULTO

Cultuar é reverenciar um Ser Divino, Superior, no caso, Deus. Prestar culto a Deus é adorá-lo em espírito e em verdade e amá-lo profundamente, dedicando todo tempo, respeito e reverência.

 

3) O QUE É LOUVOR

É glorificar a Deus por todas as coisas, sabendo que tudo contribui para o nosso bem (Rm 8.28), no entanto, não praticamos a mensagem que cantamos e algumas vezes “mentimos para Deus” durante o louvor:

  • Cantamos. “Bendita a hora de oração” ou “Preciosas são as horas na presença de Jesus”, mas não oramos;
  • Cantamos. “Vamos nós trabalhar, somos servos de Deus”, mas não levantamos uma palha para servir no reino de Deus!
  • Cantamos: “Como é precioso irmão, estar bem junto a ti, e juntos lado a lado, andarmos com Jesus”, mas muitos não suportam os outros ou muito menos se cumprimentam fora das igrejas.

Os louvores de hoje trilham verdadeiros campos minados, pois são letras e ritmos que tentam desvirtuar os crentes. Algumas músicas possuem ares de adoração e até usam versículos bíblicos, mas na verdade são usadas como pretexto para apoiarem ideias e comportamentos (I Co 9.22).

 

4) O QUE É ADORAÇÃO

A adoração é a única resposta da criação a partir do momento que entende Deus como Criador Supremo e Salvador.

Adoração, do grego “proskuneo”, significa.

  • Prostrar (sinal de humildade e reconhecimento da soberania divina);
  • Beijar a face (expressão de amor, atitude de íntimos);
  • Reverenciar (honrar, obedecer, atitude de submissão).

 

Adoração, do hebraico “barak” significa.

  • Prostrar-se em adoração;
  • Virar-se para beijar ou beijar a mão.

 

A própria definição de Igreja nos remete a ideia de louvor, adoração e proclamação das virtudes e do poder de Deus (I Pe 29), por isso a adoração deve resultar em maior dedicação, para servirmos ao Senhor diariamente. Caso o resultado não seja este, urgentemente devemos avaliar nossas condutas para sabermos o que está errado ou o que pode ser melhorado.

 

5) DEUS PROCURA OS VERDADEIROS ADORADORES

Muitos cantam, dançam, pregam, oram, mas poucos adoram em espírito e em verdade, pois isto requer renúncia (Mt 1.24):

  • Deus encontrou um adorador em Abraão, que não mediu esforços para quase sacrificar seu filho Isaque;
  • Deus encontrou um adorador em Moisés, que recusou os títulos de nobreza para servir o povo de Deus;
  • Deus encontrou uma adoradora em Ana, que dedicou seu filho Samuel para os serviços do Templo;
  • Deus encontrou adoradores em Daniel, Hananias, Misael e Azarias, que se recusaram os manjares de Nabucodonosor;
  • Deus encontrou um adorador em Jesus que se humilhou a si mesmo e foi obediente até à morte de cruz (Fp 2.5-8).

Deus procura verdadeiros adoradores e estes devem adorar ao Criador em espírito e em verdade. Mas o que é adorar em espirito e em verdade? Adorar em espírito e em verdade é adorar sob a influência do Espírito Santo e isto somente é possível para aqueles que passaram pelo novo nascimento, que andam segundo o Espírito Santo de Deus e não conforme a vontade da própria carne (Gl 5.16-25).


Fonte: Apostila Curso Básico de Teologia do SETEM – Seminário Teológico Manancial
Elaboração: Pb. Ailton da Silva

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)