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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Algumas verdades sobre os NATAIS

1) INTRODUÇÃO
A igreja primitiva se manteve fiel aos ensinos apostólicos, mas com a morte deles, muitos dos crentes, para não dizer a maioria, foram se esquecendo e permitindo que práticas pagãs fossem inseridas em sua liturgia ou cronograma de atividades anuais. Dentre estas abominações o natal é uma das mais fortes e difíceis de ser combatida, que por se tratar de um sincretismo religioso disfarçado de piedade e recheado de comoção, foi empurrado “goela abaixo da igreja”.

Uma festa de origem pagã que serve para ridicularizar o nome de Jesus, tornando-o em palhaço, espetáculo para o mundo que teima em comemorar o seu nascimento ao mesmo tempo em que ignora por completo a sua morte como instrumento infalível para salvação.

Ao longo dos séculos foram se inovando, inventando, reinventando, mas nunca conseguiram mudar o cenário triste de opressão maligna que rodeia esta festa. Conseguiram somente atender aos anseios e apelos comerciais, que são muitos.

Na Bíblia não encontramos ordens de Deus para que a humanidade comemorasse o nascimento de seu Filho, encontramos somente ordens para comemorarem a morte (fazei isto todas as vezes em memória de mim...). Outra ordem direta de Deus foi dada aos hebreus, ainda no Egito, pela qual não deveriam desprezar a comemoração da Páscoa (quando os vossos filhos perguntarem que culto é este vosso – Ex 12.25), preguem, ensinem a verdade e não deixem no esquecimento.

OS NATAIS
Os natais, que não tem nada de honra para Jesus, são na verdade, abominações para Deus. Nestes dias o aniversariante é transformado em um verdadeiro palhaço de circo. Os que forçam a comemorar o nascimento são os mesmos que rejeitaram, na época, e que não facilitaram em nada a estadia de Jesus na terra:
·         "Não havia lugar" para Ele (Lc 2.7);
·         "Era desprezado, e o mais indigno entre os homens" (Is 53.3);
·         "Eles bradaram. Tira, tira, crucifica-o" (Jo 19.15);
·         "... e o levaram para ser crucificado" (Mt 27.31).

Os senhores do mundo comemoraram muito a morte de Jesus, pois imaginaram que Ele não ressuscitaria. Se soubessem que a morte seria tão danosa para os planos deles teriam comemorado o nascimento, na época, e não O teriam aceito para a morte.

Jesus está ausente nos natais, pois as atenções estão voltadas para a direção errada, pois o personagem principal não é mais o “Menino” (Jesus), mas sim o “papai” (Noel), o símbolo de uma disfarçada e maléfica pedofilia (eu não vejo ele chamando os papais e mamães para sentarem em seu colo nos shopping. Quando ele entra pela chaminé, altas madrugadas, não procura o quarto dos papais e mamães. Ele não vive dando balinhas para os papais e mamães).

Um dos argumentos mais utilizados pelos que incentivam e promovem a comemoração é: “Deixa o povo comemorar, pois Jesus já nasceu no nosso coração e pronto, basta não nos envolvermos. Isto não interfere em nossa fé”. Em certo momento da história, quando o império romano desfilava suas tropas pelas regiões dominadas, foram solicitados que não empunhassem os estandartes que traziam figuras contrárias ao judaísmo (Josefo capítulo VII, livro décimo oitavo). Um pedido simples dos sacerdotes judeus que foi atendido pelos romanos. Por que não podemos fazer o mesmo que judeus? Se fere a sã doutrina podemos sim protestar.

O fascínio pela comemoração é a esperança de uma falsa paz, tolerância, amor e alegria. Uma tradição que cega o entendimento e influenciou as pessoas ao longo dos séculos. Confiam e esperam presente sem perceberem que suas econômicas e o 13º salário são levados pelo “papai noel”. Creio que ficaria muito decepcionado se fosse um dos muitos internos de orfanatos que esperam o ano inteiro para comerem ou brincarem com seus presentes novos doados por famosos e autoridades. A decepção maior seria sair na foto com eles, que dias depois são publicadas na mídia.

Creio na doutrina do nascimento, na morte e ressurreição, mas não creio que ignorando o dia fictício do nascimento eu esteja negado parte da sã doutrina.

Fazer uso de uma mentira para provar uma verdade (I Jo 2.21) que também não existe? Honram a Cristo? Comemoram o seu nascimento ou o tornam em um verdadeiro palhaço? Honra ou abominação? Honrar a Deus através de costumes pagãos? Uma festa com raízes pagãs para se adorar um falso deus (deus sol), prática abominável (Dt 12.30-31; Jr 10.2-3). A comemoração do Natal é um mandamento de homens e isso não agrada a Deus (Mt 15.6).

Israel também comemorou um natal, eles comemoraram o nascimento de um novo deus (o boizinho de ouro – Ex 32). Quanta festa, quanta alegria, no suposto dia do nascimento, mas no outro dia, quanto choro, quantas mortes e tristezas? Moisés gritou: “aqueles que são de Deus e não aceitam esta algazarra, se apresentem com suas lanças e matem os idólatras”. Os levitas fiéis ao chamado de Deus (Nm 8.14) se apresentaram e deram fim ao movimento idólatra natalino no meio do deserto.

Um fascínio de criança que se apagou diante da visão de adulto. As decepções da infância não influenciam na decisão de não aderir a esta comemoração. “Tereis a visão e a visão vos libertará”.

Os pais repreendem os filhos quando estes mentem, mas no final do ano vivem pregando peças em seus filhos, quando os fazem esperar pelos presentes, made in China (a cidade do papai Noel, onde estão os duendes trabalhando a troco de misero salário. Os presentes chegam no trenó especial – navios carregados).

Para entendermos o fascínio pelo nascimento ao mesmo tempo em que ignoram a morte, basta usarmos o caso de Caim e Abel. Seria como se o que ficou vivo comemorasse todos os anos o nascimento do irmão que ele mesmo assassinou. Os senhores do mundo mataram Jesus e forçam a humanidade a comemorar o nascimento.

O conselho paulino foi para comemorarmos a morte e não o nascimento (At 20.7; I Co 11.25,26). Pior do que não fazer aquilo Deus manda é fazer aquilo que Ele não mandou fazer.

Os judeus ansiosos pelo Messias, que deveriam comemorar o nascimento não fizeram Dele caso algum. Herodes fez de tudo para estragar a festa pós nascimento, pois intentou matá-lo. E os cristãos que devem comemorar a morte (1 Co 11.24-25), que é muito mais importante e digno de louvor, se esquecem ou fazem da mesma forma pouco caso, e mergulham de cabeça nas comemorações do nascimento.

OS SENHORES DO MUNDO E A DIVISÃO DO TEMPO HISTÓRICO:
Os senhores do mundo estão enganando a humanidade. Eles pensaram em tudo e encontraram uma forma de promover o nascimento e não a morte. A divisão do tempo histórico foi uma das ferramentas encontradas por ele para que a humanidade insistisse neste erro:
  • a.C. (antes de Cristo), antes do NASCIMENTO;
  • d.C. (depois de Cristo), depois do NASCIMENTO.
O correto seria dividirem o tempo histórico a partir da morte e não do nascimento:
  • a.m.C. (antes da morte de Cristo);
  • d.m.C. (depois da morte de Cristo).
Por: Ailton da Silva - Ano V

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Natalis solis invicti

 Não adianta insistir!

 Esta foi de doer! Dava para ficar sem esta!

 Merece uma pesquisa profunda!

 Tem muitos que aniversariam em 25 de dezembro, exceto UM

 Ninrode, Ninrode! Até Baal está no meio desta história!

 Fazer o que, parabéns!

 Os papais noéis não trazem nada, eles levam o pouco que sobra!



Por: Ailton da Silva - Ano V

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

DESMONTANDO PRESÉPIOS – ORIENTAÇÕES PRÁTICAS:

1º passo - Mt 2:1-11
Pegue a sua Bíblia (presépio nenhum resiste à Palavra de Deus) - Mt 2:1-11



2º passo - Mt 2:1
Vamos descoroar os magos, pois eles não eram reis (Mt 2:1), eram apenas estudiosos, adivinhadores que provavelmente conheciam boa parte das profecias messiânicas. Acho que conheciam mais que os próprios hebreus, pois perceberam o sinal e acreditaram. Como homens de outras regiões da terra acreditaram, mesmo não conhecendo a essência da promessa? E os maiores interessados repousavam em suas casas ainda esperando o Messias valente, general, com tanques de guerra e grande exército. Talvez um pregador de prosperidade, vitória sem luta.


3º passo - Mt 2:11
Não foram três magos, por isto deleto um, acho que vou tirar outro, tradição por tradição, poderiam dizer que foi apenas um “rei mago muito rico”, que viajou centenas de léguas sem exército, sem proteção e acreditando em algo que não era para glorificação da nação dele, mas somente de Israel, como seria emocionante, muitos chorariam e tomariam como exemplo, provavelmente viajariam centenas de milhas para repetirem o ato (fazem hoje com cruz) e socorreriam algum recém nascido. Quantas palmas ouviríamos por isto? Eu não se isto seria tão pior ou desnecessário quanto jogarem balas de caminhonetes zero para as bobas crianças, uma vez por ano, imaginando que isto apagará os 364 dias de humilhação que provocam nos pais delas. No mínimo foram dois magos, mas vou deixar apenas um.



4º passo - Mt 2:11
Vou tirar o bebê do presépio, pois creio que pela resposta dos magos a Herodes e por evidências bíblicas Jesus não foi encontrado na manjedoura, em uma gruta e muito menos neste dia fatídico. Para ser mais exato Ele já estava em idade para frequentar “creche, maternal 1 ou quase na fase final do berçário 2” (pela minha experiência profissional).

Ele estava com seus pais em sua casa, aguardando orientações de Deus e não ali exposto e desprotegido. Todo cuidado era pouco, pois naquele tempo já corria perigo.


5º passo - Mt 2:11
Como não tinha a figura do bebê, logicamente os pais não estariam ali, pois que função teriam naquele lugar? Então vou tirar do presépio a mãe e o pai, mesmo porque estava cuidando dele na casa. Afinal de contas, vai que aparece um papai noel (credo), rodeado por renas (credo 2) num trenó (credo 3), para trazer presentes? Não, para levar, pois o papai noel não traz, ele leva (seu 13º salário).


6º passo - Mt 2:11
Como o bebê e o pais não estavam naquele lugar, não teria lógica os magos pararem ali, a não ser para descansarem um pouco da viagem. Aquela gruta era para animais, por isto vou deixá-los. A estrela também vou deixar pois ela foi a guia, mas os magos não entenderam, eles erraram o endereço. O Messias não estava na gruta, estava na casa ao lado. Se pelo menos tivessem perguntado a alguém: “Onde está o menino, viemos adorá-lo? Para Herodes fizeram esta pergunta, porque não repetiram o mesmo gesto aos vizinhos do bebê? Certamente alguém responderia: “O menino que vocês procuram está na casa ao lado”.


Viram como é fácil desmontarmos um presépio, aliás quanto trabalho sem necessidade! A desmontagem? Não, a montagem. Aquela gruta servia apenas de refúgio de animais. Quando os magos chegaram encontraram Jesus correndo e brincando pela casa.

Os natais incitam ou não à idolatria?

Um povo que deveria estar estudando a Palavra, buscando as revelações de Deus, mas ficam perdendo tempo com este calendário escravizante. Se toda esta disposição e garra para defender esta tradição (romana, pagã e anterior ao paganismo, idos de Genêsis, pós dilúvio, início da idolatria no mundo) fosse revertidas para a EBD e aos culto de ensinamentos?

Mas como disse anteriormente: Respeito quem comemora, mas na minha "guela" não desce. Prefiro comemorar a morte e ressurreição, que são mandamentos claros para a igreja. Sinto Muito.

Por: Ailton da Silva

domingo, 25 de dezembro de 2011

Um natal diferente: festas nas casas e silêncio nas igrejas

Hoje, partilhei um pouco da angustia dos irmãos José e Maria (segundo a tradição), pois acordei cedo e decidi assistir a EBD em alguma igreja.

Estava ciente de que no nosso setor não teria, mas teimoso fui em duas de nossas congregações e as encontrei fechada. Resolvi então ir no outro setor, me deparei com cena idêntica. Avivamento Bíblico, Metodista, Madureira, passei até do lado da CCB, também fechada. Fiquei desesperado e fiz opinião.

Passei perto da ADFAV (Assembléia de Deus fonte de água viva), aberta recentemente, mesmo sabendo que não tinham, mas resolvi arriscar. Estava com as portas semi abertas, imaginei que tivessem em oração de combate.

Então parei em uma sombra e fique escrevendo algo sobre a data (hoje) e comecei a ouvir um louvor. Não tinha reparado que estava de frente com uma igreja Batista tradicional, inclusive já utilizei várias vezes em depoimento na EBD que esta igreja valoriza muito o genuíno ensino da Palavra e que os crentes são fervorosos alunos.

Corri e quando entrei somente deu tempo para agradecer a Deus pela oportunidade de ouvir a sua Palavra. Eles disseram: Amém.

Meu Deus! Eles estavam terminando o culto da manhã e iniciariam a EBD após um lanche no fundo da igreja. Eles me convidaram para ficar, um pastor peruano, que fala muito bem o português. Depois deu inicio a aula, vejam o tema do trimestre: “Sete profetas antigos e muitos ensinos contemporâneos (Estudo em Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias). Inclusive hoje era a última lição: Um memorial para os que temem ao Senhor”. Eu disse ao pastor que estávamos estudando um contemporâneo de Malaquias, o velho e bom Neemias. Tudo a ver.

Alguns pontos tratados na lição:
• Malaquias – último mensageiro do AT falando sobre o primeiro do NT;

• Situação de Israel: ausência da Palavra, caos espiritual, moral, político e financeiro;

• Pecados de Israel: no capitulo 1 (reservavam a Deus somente a sobra, o pior), no capítulo 2 (ofereciam um culto superficial e fingido), no capítulo 3 (estavam roubando a Deus e desanimados da jornada);

• Pregação de João Batista: em nenhum momento ele incitou o povo a oração e jejum. A multidão ele alertou sobre a necessidade de socorro aos necessitados. Aos publicanos frisou que não cobrassem a mais e aos soldados que não maltratassem ninguém e que se contentassem cada um com o seu soldo (Lc 3:10-14);

• Anjo do concerto (Ml 3:1), o anjo da aliança e o caráter de seu ministério (Ml 3:2-3);

• Israel amargurado, descontente (Ml 3:14);

Então meu dia não foi de todo perdido.

Por: Ailton da Silva

Fazei "isto" em memória e não aquilo

[...] fazei isto em memória de mim (I Co 11:24).
[...] fazei isto todas as vezes que beberdes em memória de mim (I Co 11:25).

Nascimento único e não houve nenhuma manifestação, ensino ou ordenança quanto a comemorações ou repetições, bem diferente da morte e ressurreição, mas o que indigna é que a humanidade faz justamente o contrário, pois comemoram o nascimento e desprezam o sacrificio vicário (morte e ressurreição).

Seria interessante, se houvesse, como no caso da ceia (lembrança do sacrifício de Jesus) uma ordenança, que fosse, em respeito ao nascimento, tipo: Ó nações! Parem e comemorem. Bebam e comam em memória. Parar porque? Comemorar o que? Beber e comer o que? E com qual finalidade? Seria possível imaginarmos a comemoração anual do natal para relembrarmos o sacrifício de Jesus ou agradecer-lhe pela sua atenção dispensada à humanidade.

Creio que se fosse assim teríamos igrejas comemorando isto semanalmente, mensalmente e alguns anualmente, se fazem isto com a ceia, que temos a ordenança, imaginem então com o natal que sequer é mencionados nas sagradas escrituras (fruto da imaginação popular, folclore religioso, 100% sincretismo ao longo dos séculos).

A presepada do presépio:
a) Reis Magos:
Reis magos? Eram apenas magos (Mt 2:1), estudiosos, adivinhadores que provavelmente conheciam boa parte das profecias messiânicas. Acho que conheciam mais que os próprios hebreus, pois perceberam o sinal e acreditaram. Como homens de outras regiões da terra poderiam acreditar naquele sinal, mesmo conhecendo a essência da promessa? E os maiores interessados repousavam em suas casas ainda esperando o Messias valente, general, com tanques de guerra e grande exército.

b) Porque a estrela:
Esta foi a forma singela que Deus se revelou a Israel, sem causar dano ou alvoroçar toda a nação. Imaginem se em vez de uma estrela o sinal fosse outro? Um furacão. Os magos não seguiriam, mas sim correriam. Os hebreus gostariam que fosse, pois olhariam para o céu e louvariam a Jeová pelo furacão. Os inimigos seriam varridos da terra e eles viveriam livres. Ou então poderia ser um terremoto. Imaginemos os magos seguindo os abalos sísmicos até chegarem ao epicentro do evento.

c) Quando a estrela apareceu?
Ela apareceu no dia do nascimento? Ou na véspera? Ou semanas, meses, anos antes? Se apareceu no dia, ai eu acreditaria que os magos eram mágicos, super poderes, pois como sairiam de suas terras no dia 24 de dezembro (?????) a noitinha para estarem no outro dia na Judéia logo pela manhã.

Na véspera também não seria possível, pois não daria tempo, mesmo que viessem de “Air Camelus” de última geração, não conseguiriam chegar a tempo. Muito menos se fossem habitantes de Samaria, Galiléia, faixa de Gaza, Cisjordânia, seria impossível. Acho que se os magos morassem em algum das quatro regiões da Jerusalém moderna não conseguiram também, pois seria tantos os impedimentos, entre os próprios judeus se levantariam muitos para impedirem-nos ou desanimá-los.

O certo é que os magos não chegaram no dia exato do nascimento de Jesus, pois eles testemunharam para Herodes que o evento já havia acontecido (Mt 2:2), portanto não chegaram antes e tampouco no dia, mas sim muitos dias depois.

d) Os magos perderam a noção do tempo:
eles não conseguiram precisar o tempo decorrido desde o dia em que viram a estrela pela primeira vez, por isto Herodes mandou matar todos os meninos que havia em Belém, segundo o que calculara pelo depoimento dos magos (Mt 2:16).

e) Onde está o menino?
Depois que se despediram de Herodes continuaram a jornada, de acordo com a rota estabelecida pela estrela, até o momento em que ela parou. Sobre onde? Uma gruta, uma caverna ou uma casa (Mt 2:11).

Seria um sítio, fazenda ou um lugar onde tinha muitos animais? Na estalagem não encontraram vaga (Lc 2:7), mas não vejo motivos para baterem de porta em porta pedindo guarida. Imaginem um carpinteiro, uma mulher que ouvia vozes (dos anjos que lhes fizeram o anúncio), reclamando de dores, cansaço e fome. Como eles ficariam peregrinando de bairro a bairro. De carro hoje seria impossível. E o que dizer da cidade de Belém, que não era a menor das capitais de Judá, mas também não era aquela formosura.

O local do nascimento foi propicio a permanência dos pastores que foram render-lhes graças. O certo é que havia muitos animais presenciando aquela cena, mas do lado de fora da casa, assim como hoje muitos ficam horas e horas apreciando um presépio. Não enjoam?

Por: Ailton da Silva

sábado, 24 de dezembro de 2011

Sacrifícios anuais. O natal é mais um

Sabem por que eu respeito quem comemora e acredita em "natais", pois são muitos? Meu pastor disse ontem:

"Antigamente, após estas festas de fim de ano, muitos crentes eram disciplinados"


Me perdoem a minha reação, mas perder a salvação por causa de uma tradição tão boba? Mas porque este tipo de disciplina:
a) Perdiam as estribeiras?
b) Saiam do espírito?
c) Ou eram facilmente facilmente enganados, porque qualquer vento de "festinha", sociabilidade, amizade? Em julho, agosto e nos outros meses se comem vivos e agora....

O que mais tem hoje são: MOABITAS, AMONITAS, ASDODITAS, doidos para tirarem seus filhos da presença de Deus e pior para despejarem nas mentes deles estas tradições que não levam a nada. Lembram da lição passada: o primeiro estrago nos filhos dos judeus de casamentos mistos foi na língua, depois seria na tradição até chegarem onde o inimigo de nossas almas deseja.

É fácil entender isto, vejam:
a) Quais são as pessoas que sairão em cima de camionetes zero km jogando "balas" para crianças nas ruas? Os patrões dos pais deles, que passaram o ano todo pagando salários baixos e humilhando funcionários nas empresas;

b) Quem aparecerá nas TVs todos sorridentes, alegres, felizes e de branco, como se fosse o dia mais importante da raça humana? Os artistas que ficaram o ano todos aos domingos a tarde se expondo para seus filhos apreciarem toda sorte de sensualidade, depravação, aqueles que mesmo doentes não se entregaram a Jesus e pregaram sobre o espiritismo e outras crenças em todas as mídias;

c) Politicos (que recebem auxílio paletó, auxílio meia, gravata, roupas íntimas), que aprovam aumentos abusivos de salário (70, 80%) e não aprovam aumentos para aposentados acima da inflação (menos de 5%);

d) Jogadores de futebol (estes são os piores), pois deixam as tv de plantão para cobrí-los em suas entregas de presentes de 1 real. Deviam ter vergonha na cara;

Ai, alguém vai dizer: "Mas é bom, pelo menos uma vez ao ano, fazer o bem". Façam isto em março, agosto, em qualquer outra data, menos hoje e não alarmem ninguém.

Fazendo o bem uma vez ao ano é possivel apagar o mal que foi feito em 364 dias? Acho que é somente UM que pode apagar o mal da vida das pessoas, JESUS.

Continuo respeitando, somente não vejo lógica, fundamento e necessidade disto. Acreditar em natal é o mesmo que acreditar em salvação atrelada a sacrifícios anuais (tipo este de jogar balas para crianças nas ruas, muitos prometem que farão isto todos os anos, pois dizem de boca cheia; Deus foi muito bom para mim. Então se Ele foi bom, ACEITA JESUS COMO SALVADOR E PARE DE JOGAR BALAS).

Sem falar que natal é o mesmo que acreditar na salvação após o 7º dia (só estão os ossos no túmulo e a parentaiada toda se prateando acreditando que algo vai mudar). já imaginaram o pior dos bandidos, assassinos, pois então, a mãe e os irmãos gostam dele, a sociedade não. A família fará de tudo para vê-lo salvo após a morte (Meu Deus e meu Pai).

Por: Ailton da Silva

O que penso realmente sobre o dia natalino

(transcrevo um dos meus comentários publicado em um blog)

Eu não consigo comemorar! alias (desculpem) me dá ansia de vomito ver tudo isto. Esta alegria, pessoas batendo no peito e dizendo (hoje eu vou beber todas), agora nós crentes, acho tão estranho! vi meu pastor dizendo: "se não ver os irmãos, até domingo, um feliz natal para todos". não sou extremista e respeito quem gosta, aqueles que conseguem se achar nesta data, eu particularmente acho tão pagã quanto qualquer outra.

creio que se tivesse na Bíblia que Jesus tivesse nascido em (exemplo), 28/12, sabe o que aconteceria?

Ninguém comemoraria, nem os crentes! pior ainda e se tivesse assim (todos os anos, aos 28 dias do mês último, todos devem se apresentar a MIM, e não venham de mãos vazias).

Será que aquele povo no deserto (Ex 32) não estava comemorando o nascimento de um novo deus? (festa, alegria, fogos de artificios, danças, lascivia, bebedeira, comelança, etc...)

Estes dias ouvi uma história engraçada sobre o Noel, engraçada se não fosse trágica: Um velhinho, sem vergonha, vive dando balinhas para crianças, alias só gosta de crianças, entra na casa do povo, escondido, de madrugada e pela chaminé para oferecer presentinhos para quem? isto sem contar que vive chamando as criançinhas para sentarem no colo. Credo.

Como disse, eu respeito quem comemora e pensa diferente. Este espaço é para escrevermos mesmo, democrático, deixo a minha opinião.
Postei este comentário em um blog: vejam:

O meu problema é que eu não consigo comemorar mesmo, não é tanto a crítica quanto ao dia, clima, funções dos magos, idade e tamanho de Jesus quando eles chegaram com os presentes, se a estrela apareceu na véspera do nascimento, ou no dia, ou meses antes, ou se quantos dias eles viajaram, creio que viram a estrela e começaram a segui-la e perderam a noção do tempo, tanto que quando foram perguntados sobre o tempo eles não conseguiram precisar, por isto a ordem foi, matem de 2 anos para baixo, ele poderia ter dito, matem as crianças que nasceram ontem, hoje de manhã.

O problema é pessoal "comigo mesmo" (sic), não gosto de natal e não foi nenhuma decepção de criança, foi devido a uma "visão".

Este assunto é legal! É somente uma opinião, não sei se estou certo, errado, se sou anti-social, extremista, somente não gosto, assim como muitos, mas respeito quem gosta.

Por: Ailton Silva

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

comemorar o que e porque?

Agradeço por quem lembrou, mas na verdade tudo isto não me comove, somente reforça a tese que defendo há muitos anos de que toda e qualquer data comemorativa, seja oficial, religiosa (não entendo como um país constitucionalmente e totalmente laico possa respeitar e incluir em seu calendário os ditos feriados religiosos, nós mesmos ferimos a nossa Carta Magna) ou pessoal (aniversários, encontros, casamentos, divórcios) ou até mesmo as inventadas comercialmente (fruto da falsidade, deslealdade humana, entre as quais incluo os diabólicos finados, dia das crianças, natal e ano novo (pois até que me provem o contrário eu vejo pessoas durante o ano se matando, odiando, convivendo forçadamente com outros, para na última semana se deixarem levar pelo, CREDO, “espírito natalino” para se abraçarem, se respeitarem, trocarem presentes, chorarem, pedirem desculpas, perdão por supostas ofensas e magóas do ano.

Não vejo utilidade nisto, alguém um dia me disse: “pelo menos uma vez no ano é necessário que as pessoas façam isto, você não acha importante este quebrantamento dos corações?”, a minha resposta foi o vômito.

Chego a conclusão agora que se tivesse recebido, digamos algo como metade da atenção que recebi agora por este dia (ao qual não atribuo importância nenhuma para a minha existência), em novembro do ano passado ou em janeiro deste ano (quando estava temporariamente sensível emocionalmente), talvez algum efeito teria surtido, mas certamente seria por pouco tempo, creio que algumas horas somente, no máximo um dia.

Mas, a minha intenção neste artigo não é condenar, ser injusto ou ingrato com aqueles que perderam alguns minutos para reunir algumas poucas palavras, que no entendimento dos autores poderiam ser suficientes para alegrar, animar ou fazer bater acelerado de novo o coração deste velho ermitão, que não se ilude mais com isto, mas pelo contrário, enxergo outras prioridades para as nossas preocupações:
• um mundo excessivamente competitivo;
• um cotidiano animal e cruel;
• crises reais e inventadas;
• o difícil e árduo relacionamento interpessoal (nosso ponto fraco);
• enfermidades oriundas do nosso enfraquecimento biológico;
• enfermidades criadas para favorecerem grandes laboratórios falidos;
• enfermidades que nunca existiram, mas que foram divulgadas somente para que governantes pudessem mostrar uma fachada, uma preocupação, um envolvimento com uma luta contra um inimigo invisivel que nunca existiu, quando na verdade se deliciavam do pavor, da sensação de insegurança e da confiança que todo este aglomerado de pessoas depositavam neles.

Traduzindo: temos tantas preocupações neste mundo, tantas aflições, tanto por fazer e para conquistar, por isso creio que minutos são importantíssimos e que devem ser aproveitados a contento para que alcancemos nossas metas, sejam elas materiais ou espirituais, não podemos desperdiçar o nosso tempo com futilidades, tradições, costumes, considerações e até mesmo (pasmem) educação, pois muitos se lembram de datas justamente, e tão somente, nas circunstancias citadas neste parágrafo, sinto muito, mas nada disto consegue avançar nesta barreira que estabeleci, não agora, e não pelo que aconteceu na minha vida, mas aqueles que conhecem e convivem há algum tempo, podem testemunhar ao meu favor.

Não concebo na minha mente o período de um ano para que haja comemorações, festas, reconhecimento, respeito por datas (pais, mães, criança, natal, ano novo, finados, páscoa, festas juninas, aniversários, mulher), sem mencionar que toda a aflição e preocupação com isto se finda quando entregamos a alguém um presente (não poderia esquecer de frisar a comercialidade destas datas), quem ganha com tudo isto?

Creio que seria mais útil se me desejassem:
• feliz primavera;
• feliz inverno;
• feliz aniversario de seu RG e do seu CPF, de sua CNH;
• feliz dia do habite-se da sua ex casa;
• feliz dia do aviso prévio
• feliz dia dos vivos;
• feliz dia do asfalto, da sarjeta, da janela, da porta;
• ou feliz dia do arremesso (o que o Dino da Silva Sauro ansiosamente aguardava)

Para finalizar deixo aqui uma frase que usei muito em um período da minha vida:
“Conhecemos uma pessoa pela sua reação e não pela sua ação” Eu reagi