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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Quando se vai a Glória de Deus. Dinâmica (adaptação)


A viagem - expectativa x realidade

Preparativos para quando a Glória de Deus se for de nossas vidas)

 

Material:

  • Papel e caneta.

 

Desenvolvimento:

Escolha um aluno, que escreva rápido e entregue o papel e caneta, para ser a mala. Diga que ele ganhou uma viagem maravilhosa e que terá um minuto para preparar a sua mala.

 

Expectativa:

Recite a profecia de Ezequiel (texto áureo da lição) e diga que ao seu sinal (COMEÇA) deverá ser escrito tudo o que seja necessário levar para a viagem. Dê um minuto para que o aluno escreva, mas não deixe passar nenhum segundo do tempo, seja rigoroso e peça para não esquecer nada. Ao final de um minuto diga (PARE).

 

Realidade:

Depois utilize o verso do papel e diga que será feita novamente a mesma viagem, porém ele não terá o mesmo tempo para arrumar a mala. Deverá obedecer os seus comandos (COMEÇE E PARE):

  • Diga JÁ para que inicie e diga PARE (tipo: JÁ-PARE). Seja rápido, menos que um piscar de olho.

 

Aplicação e reflexão:

No dia em que sentirmos ou quando a Glória de Deus se for de nossas vidas, não teremos tempo para preparativos, arrependimentos, por isso temos que viver em constante vigilância. Então o que tiver que ser feito deve ser feito agora. Quando o aluno tinha um minuto dava tempo para escrever (EXPECTATIVA) e se preparar, mas quando teve menos que um piscar de olho (REALIDADE), ele não conseguiu escrever nada. 


Por: Ailton da Silva - 13 anos (Ide por todo mundo)

sábado, 30 de janeiro de 2016

Dinâmica - lição 5 (31/01/2016)


Aproveitando a ideia apresentada pela irmã Sulamita Macedo (http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/) fiz alguns acréscimos na dinâmica:

A VIAGEM
APLICAÇÃO: ARREBATAMENTO

Material: papel e caneta.

Desenvolvimento: Escolha um aluno e entregue o papel e caneta, para ser a sua mala, na viagem que ele fará em poucos minutos. O aluno terá um minuto para escrever no papel tudo o que seria necessário para a viagem. Não deixe passar nenhum segundo do tempo, seja rigoroso.

Depois diminua o tempo para 10 segundos e peça que escreve tudo o que fosse necessário para a viagem.

Depois diminua para um segundo. Por fim diga a ele que terá apenas um piscar de olho para escrever o mesmo (mais ou menos 11 milésimos de segundos ou menos) e deverá aproveitar este pouco tempo para escrever o máximo que puder.


Aplicação e reflexão: No dia do arrebatamento da igreja não teremos tempo para nada, nem para avisar alguém ou muito menos para nos prepararmos após o toque da trombeta. Então o que tiver que ser feito deve ser feito agora. Quando o aluno tinha um minuto dava tempo para escrever algo que o ajudaria na viagem, mas quando teve apenas um piscar de olho, ele não conseguiu escrever nada, da mesma forma será no dia do arrebatamento.

Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Dinâmica: O trabalho que Ló e suas filhas não tiveram


Material: um pouco de sal

Desenvolvimento:
Escolher duas pessoas para participarem. Uma será a artista e deverá preparar a outra pessoa para ser a estátua. O sal deverá ficar ao lado esparramado. Quando a estátua estiver pronta e ao comando do artista a estátua deverá ser mudada de local, com auxílio dos participantes. O ideal é que a estátua e os que vão mudar de local sejam do sexo masculino. Faça isto por várias vezes, mas deixando claro que a estátua não pode se mexer.

Explicação:
O sal propositadamente colocado ao lado da estátua é somente para “lembrar da mulher de Ló”, uma associação ao mar Morto e ao fato dela ter sido transformada em uma estátua de sal.

A mudança de lugar da estátua é somente para descontrair e para que todos percebam o quanto seria trabalhoso para Ló e suas filhas caso eles tivessem tentado transportar a mãe até para o local onde estariam seguros.

Conclusão:

Ainda bem que Ló e suas filhas não pensaram em carregar a mãe estátua. Eles a deixaram no meio do caminho. O mesmo acontece conosco, quantas vezes queremos atribur a nós pesados fardos que fatalmente nos atrapalhará na caminhada.

Por: Ailton da Silva - 5 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Atividade: início da aula, lição 6

Sugestão de atividade para lição 6, irmã Sulamita. Tudo a ver com o tema da lição, muito bem elaborado:

"Em seguida, distribuam chocolates somente para a metade da turma. E, continuem falando sobre o tema da aula e observem as reações dos alunos.
Alguém certamente falará que não recebeu, outro vai dizer que quer receber, outro vai questionar porque não tem para todos etc.
Então, falem: As condições financeiras para adquirir alimento não são iguais para todos, há pessoas que tem o que comer diariamente, outras que estão passando por situações difíceis e a despensa está vazia.
Mas, perguntem: Como podemos resolver esta situação?
Aguardem que algum aluno tenha a iniciativa de repartir o chocolate com o colega, caso isto não aconteça, solicitem que os alunos dividam o chocolate com os que não possuem".

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/search/label/Subs%C3%ADdio%203o.%20Trimestre%202012

Por: Ailton da Silva (18) 8132-1510

sábado, 12 de maio de 2012

Sugestão de dinâmica - lição 7

Aproveitando o tema da lição, adaptei uma dinâmica, conhecidíssima, mas que deve ser aplicada com cuidado. Primeiramente sugiro uma observação da estrutura do público alvo.

Porque digo isto? Há algum tempo atrás, participei de uma palestra “motivacional secular”, que o palestrante aplicou esta dinâmica e o resultado não foi o esperado, pelo contrário, pois o encerramento se deu 2 horas antes do previsto. Uma das pessoas, que participava da dinâmica, entrou em choque, gritos, choro, desespero. Inclusive, ontem à tarde, eu contemplei esta senhora e lembrei do ocorrido.

Dinâmica:
Alguns aplicam da seguinte forma: simulam um velório completo e colocam um espelho dentro do “caixão” para que reflita a própria pessoa quando ela for dar o último adeus ao falecido, no mínimo ela levará um susto.

Outros levam o público a imaginarem um telefonema, pelo qual são avisados sobre o  falecimento de seu melhor amigo e blá, blá, blá e aquela correria para ir ao velório. No meio da dinâmica mais um pouquinho de blá, blá, blá, choro, angústia, até a chegada no local. De longe, o participante, avista as pessoas chorando e então se aproxima do corpo e para sua surpresa ao olhar para o falecido ele suspira aliviado, pois não era o seu melhor amigo, mas ao olhar bem de perto nota que é ele próprio que está estendido, sem vida. Foi neste momento que aquela senhora, que citei, entrou em choque.

Eu sugiro algo diferente, sem choque, sem susto. O ideal é visualizarmos a igreja e não propriamente cada um de nós.

1) Desenvolvimento:
a) A notícia:
Informe a todos que uma igreja de seu município está por fechar as portas, está sofrendo pela falta de membros, mas que ainda está respirando com ajuda de aparelhos (do céu, cfe Ap 3.2). Estimulem a imaginarem quais foram os motivos desta situação. Explorem o capítulo 2 e 3 de Apocalipse:
·         Falta de evangelismo;
·         Falta de amor;
·         Associações com o mundo;
·    Ataques teológicos, falsos profetas, obreiros descrompromissados, membros desatentos;
·         Disputas internas, políticas, etc.

b) O último adeus:
Simule a saída dos participantes para se dirigirem a esta igreja, talvez para darem o último adeus, para dizerem os costumeiros: “Eram tão valentes, trabalhadores, amorosos, um bom homem, uma mulher de oração, quantos congressos abençoados, quantas profecias, blá, blá, blá”.

De preferência cite as ruas, faça uma rota, tipo: “agora estamos na rua tal,  número tal e estamos saindo em caravana para visitarmos e provavelmente nos despedirmos da igreja “X”. Estamos descendo em direção ao centro da cidade, mas neste momento diga: “Vamos tomar outro caminho”.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sugestões para dinâmicas para lição 6


jezabel vai te pegar:

Os enrolados, intenção de jezabel: :


Cuidado com as portas de jezabel: 

Vasos de Jezabel quebrados - conforme Ap 2.27 (parafraseando)
Material:
  • um vaso de barro;
  • uma barra de ferro.
Desenvolvimento:

  • quebrem o vaso com a ajuda da barra de ferro

Conclusão:
  • Leiam 2.21-24
Por: Ailton da Silva

sábado, 21 de janeiro de 2012

Dinâmica para aula 4: Um pouco de simbologia Bíblica

Conforme a lição 2 do 2º trimestre de 2011 (Nomes e símbolos do Espírito Santo), esta atividade pode ser aplicada na aula de amanhã:

“Na simbologia, um conceito abstrato recebe uma correspondência material e concreta, oferecendo quadros concretos de coisas abstratas”. Traduzindo: os símbolos representam uma verdade moral ou religiosa.

a) Material necessário: apenas a sua voz

b) Desenvolvimento:
Cite os temas e a partir deste ponto estimule os alunos a participação, pedindo que a cada citação eles associem-nos a símbolos conhecidos bíblicos ou por convenção. Acompanhe conforme exemplo abaixo:
• Cristãos primitivos – peixe

• Espírito Santo – azeite, fogo, pomba, selo, penhor, vento, água, etc;

• Confusão doutrinaria – torre de Babel;

• Unidade doutrinária - igreja

• Salvação: cruz

• Santidade: limpeza, lavagem, separação;

• Servo de Deus – vaso

• Presença de Deus em Israel – arca do concerto;

• Libertação – travessia pelo mar vermelho;

• Vitória – passagem pelo rio jordão (porta da vitória);

• Vitória 2 – queda das muralhas de Jericó;

• Palavra – mel, água, luz, leite espiritual, fogo e martelo, água, chuva, espada, espada de dois gumes, sapato, etc;

• Jesus - O caminho (para quem e não para onde iremos), Cordeiro de Deus, Leão (pela força) de Judá. A ferocidade do leão simboliza o inimigo; Raiz de Davi, Pão da vida, Estrela da Manhã, Esposo amado, Sol da Justiça, Luz do Mundo, etc;

• E outros conforme a criatividade de vocês e é claro, a inspiração de Deus.

c) Conclusão:
Ao final pergunte para eles qual é o símbolo ideal para representarmos a fé, segundo a teologia da prosperidade. Espere as respostas, depois apresente o símbolo abaixo

sábado, 15 de outubro de 2011

Dinâmica para domingo

QUEREM INVADIR OS TEMPLOS (DE ISRAEL E DO ESPÍRITO SANTO)

A vigilância deve ser constante, pois o inimigo andar ao derredor bramando como leão, a procura de brechas para invadir e tomar o nosso maior tesouro espiritual. A nossa salvação.

MATERIAL NECESSÁRIO
• Uma caixa, baú ou algum objeto para simbolizar a arca de Israel e outro para simbolizar o espírito do homem (sugestão: a Bíblia);
• 4 alunos.

DESENVOLVIMENTO – TEMPLO DE JERUSALÉM:

Colocar os três alunos em fila, cerca de 1 metro de distância e a arca depois do terceiro. O quarto aluno deverá ficar ao derredor dos três (de preferência, se puder, bramando como leão). Cada um terá a seguinte função:
• O primeiro representará os muros de Jerusalém. Oriente para que fique de braços abertos;
• O segundo representará o Templo;
• O terceiro representará o Santo dos Santos
• O quarto representará o inimigo de Israel.

Missão do inimigo de Israel:
Invadir Jerusalém e tomar a arca. O quarto aluno deverá simular a invasão da cidade. Para isto ele:
• Derrubará primeiramente o muro (eliminando o primeiro aluno);
• Depois a sua intenção é profanar o Templo (eliminando o segundo);
• Quando chegar no Santo dos Santos (terceiro aluno), peça um tempo e pergunte a ele (como se o professor também fosse um invasor) se tem realmente coragem de fazer isto e se é preciso? Oriente para que ele responda que é necessário, pois roubando o maior símbolo deles a vitória será maior. Trabalhe I Samuel 4”11-21 (Quando Eli soube que Israel havia fugido, não se importou muito, pois um dia ganha e outro perde, normal. Quando soube que seus filhos estavam mortos, talvez tenha se lembrado do que Samuel tinha lhe profetizado a respeito deles, mas quando soube do roubo da arca (I Sm 4”18), caiu para trás, sua nora gerou e não fez caso da criança “Icabô)
• O invasor deve pegar a arca e retornar pelo mesmo caminho, ou seja, saindo do Templo e passando pelos muros caídos.

DESENVOLVIMENTO – TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO:
Colocar os três alunos em fila, cerca de 1 metro de distância e ao final a Bíblia. O quarto aluno deverá ficar ao derredor dos três (de preferência, se puder, bramando como leão). Cada um terá a seguinte função:
• O primeiro representará o corpo humano;
• O segundo representará os nossos sentidos (olfato, visão, tato, paladar e audição), frise a classe que todos estes sentidos também são importantes para mantermos uma vida espiritual saudável;
• O terceiro representará a nossa alma, intelecto, pensamento, emoções;
• O quarto representará o espírito do homem.

Missão do inimigo da igreja:
Invadir o Templo do Espírito Santo. O quarto aluno deverá simular a invasão ao Templo. Para isto ele:
• Atingirá o corpo humano (eliminando o primeiro aluno), através de ofertas, manjares, mentiras, argumentos para isto não faltará;
• Depois ele atingirá os nossos sentidos (eliminando o segundo aluno), para cegar espiritualmente (visão), desencorajar a ouvirmos (audição), a discernirmos (paladar), manusearmos (tato) a Palavra e impedindo de sentirmos o aroma (olfato) gostoso da presença de Deus eem nossa vida;
• Passando pelos nossos sentidos o inimigo não encontrará obstáculo para atingir a nossa razão, emoção, intelecto, a nossa alma (elimine o terceiro aluno). Este é o momento de trabalhar o refrigério da alma;
• Pronto, o caminho está aberto para o inimigo tomar a nossa salvação.

CONCLUSÃO:

A função dos inimigos de Israel, do passado, e o da igreja é roubarem o maior tesouro, para os judeus era a arca, para nós é a nossa salvação. Mas para atingir este seu objetivo, os inimigos precisaram e precisam somente de uma minúscula brecha.

Dificilmente ele conseguirá encontrar esta falha se estivermos de acordo com a Palavra, assim como se tornava difícil vencerem Israel com os muros erguidos e as portas levantadas.

Por: Ailton da Silva

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dinâmica para aula 7

Dinâmica simples e objetiva, basta fazermos uma aplicação de acordo com o tema da lição. Muito boa

Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Material: Lápis e papel.

Descrição: O professor entrega uma folha de papel a cada aluno e pede para que eles fechem os olhos.

Depois fale para cada um que desenhe com os olhos fechados uma:

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dinâmica - Xenolalia

Acho que vou aplicar isto como uma dinâmica domingo. Imprimi em tiras, em uma fonte maior e no dia da aula, no final, vou entregar a cada aluno e pedir para que leiam em voz alta.

Dá para fazermos uma reflexão com a classe, imaginem os apóstolos no dia de Pentecostes falando estes idiomas ou outros, sem ao menos nunca terem contato com eles (At 2:7-11), é uma prova eficaz da operação do Espírito Santo.

Se dermos uma semana para os alunos decorarem para depois apresentarem em grupo no dia da aula, afirmo sem medo de errar: não conseguirão.

Se quisermos um momento de descontração na aula, podemos falar aos alunos que vamos ensiná-los a FALAREM LINGUAS ESTRANHAS e NÃO EM LINGUAS ESTRANHAS. No mínimo ficarão curiosos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Dinâmica - lição 9 - a conversão espetacular de Paulo


Para a lição 9 - a conversão de Paulo, dá para aplicar a dinâmica "José, um líder piedoso e temente a Deus". Basta trocar José por Paulo.
Aplicação 1:
A folha limpa, sem nenhuma marca representa a vida de Saulo (antes) e a folha amassada, suja, cheia de marcas representa a vida de Paulo.
Aplicação 2:
Peguem várias folhas sulfite e mostrem para a Igreja. Elas representam os cristãos. Rasgue ao meio. Esta era a atitude assassina de Saulo ao perseguir os cristãos.
Depois pegue uma e amasse várias vezes, pise, suje ela, fure, jogue na parede, mas nao rasgue, deixa inteira. Ela representará a vida de Paulo que sofreu por amor ao Evangelho.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Dinamica - lição 8

Objetivo: Promover reflexão sobre o comportamento do cristão como “sal da terra”.
Material: 03 copos transparentes com água, 02 saquinhos com sal, 01 colher de chá, 01 colher de sopa de sal.

sábado, 30 de outubro de 2010

Dinâmica: Pai nosso dialogado


Sugestão: Duas pessoas ensaiam e apresentam durante a aula.
PAI NOSSO DIALOGADO
CRISTÃO: “Pai nosso que estais no céu...”

DEUS: Sim? Estou aqui.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Dinâmica: Ester, um rainha altruísta


Material:
a) caixa de sapato com tampa;

b) papel de embrulho;

c) uma Bíblia;

d) um espelho pequeno (tamanho 12 x 18 cm);

e) recortes de papel para os alunos escreverem (folhas a4 divididas em oito pedaços);

f) reproduzir numa cartolina a definição da palavra chave da lição (altruísmo);

Dinâmica: José um líder piedoso e temente a Deus


Material:
a) uma folha de papel tamanho A4 ou ofício, nova;

b) oito tiras de papel com as seguintes frases: “amasse a folha” “enrole a folha” “abra a folha” “dobre a folha ao meio” “amasse metade da folha” (sem rasgar) “dobre a folha oito vezes” “faça um furo no centro da folha” “faça um aviãozinho com a folha” etc;

c) dobrar, previamente, todas as tiras de papel para realizar um sorteio entre os alunos.

Dinâmica: Elias, um profeta humilde e determinado

Objetivo: oração, pedido de perdão, revisão de vida.

Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.

Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro. Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram. provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Peça, então, que tirem conclusões práticas.

Exemplo: em geral, nos prendemos nos aspectos negativos dos acontecimentos, e das pessoas, esquecendo do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior como no caso de Elias.

Não podemos pensar em um Elias debaixo do pé de zimbro, quando a maior parte de sua vida foi totalmente dedicada ao serviço de Deus.

Na busca do caráter cristão teremos alguns revezes em nosso ânimo, mas devemos confiar. Deus sempre restaurará as nossas forças e nos alimentará de forma a continuarmos na jornada.