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terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Pb. Ailton Silva - "Mulher, não se preocupe com os serviços atrasados"
Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Do céu ao inferno em menos de 24 horas. Pb Ailton Silva
Por: Ailton da Silva - 5 anos (Ide por todo mundo)
terça-feira, 9 de setembro de 2014
AILTON SILVA - ALGO A MAIS DA PARTE DE DEUS (PARTE 4) - A BREVE INTERRUP...
Mensagem: Algo a mais da parte de Deus (parte 4)
A breve interrupção no ministério de Moisés
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
sábado, 24 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
Ailton Silva - Algo a mais da parte de Deus (parte 2): o último passo de Joquebede..
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
domingo, 11 de maio de 2014
Ailton Silva - Algo a mais da parte de Deus - (parte 3): O último dia de...
Algo a mais da parte de Deus - (parte 3): O último dia de José na prisão
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Ailton Silva - algo a mais da parte de Deus (parte 1): O pedido de Jacó
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
sábado, 26 de abril de 2014
Ailton Silva - o Templo era o segundo, mas a glória era a mesma
Mensagem 88:
O TEMPLO ERA O SEGUNDO, MAS A GLÓRIA ERA A
MESMA
1) INTRODUÇÃO
O templo foi reconstruído em Jerusalém, mas não tinha a
mesma opulência do anterior construído por Salomão com materiais faraônicos,
presenteados ou comprados por bom preço. As melhores madeiras cortadas pelos
melhores lenhadores da região, e pedras trazidas e trabalhadas por
trabalhadores que foram bem recompensados.
A reconstrução do Templo antes dos muros e portas,
através do trabalho de Neemias, reforça a ideia da necessidade de nos
preocuparmos primeiro com as coisas de Deus, pois certamente Ele fará com que o
material tenha o seu desenrolar a contento. Por outro lado nos prova também que
qualquer trabalho de reconstrução, material ou espiritual, será próspero, desde
que Ele esteja na frente.
Nove dos profetas menores falaram acerca do comportamento
social, religioso, salvação, arrependimentos reinos (Judá e Israel) do reino e
dos vizinhos, entre outros assuntos, mas Ageu, Zacarias e Malaquias revelaram o
descaso do povo com o Templo. Eles somente se preocupavam com suas casas e
viraram as costas para Deus.
2) A ORDEM PARA O
RETORNO E RECONSTRUÇÃO
O rei Ciro autorizou o retorno (2 Cr 36.22-23) dos então
agora judeus, já que as 10 tribos que compunham o reino do norte havia
desaparecido, que se empenharam na reconstrução do Templo. Este rei muito se
alegrou com a menção de seu nome nas profecias (Jr 29.10; Is 44.28) por isto
não hesitou em permitir o retorno, até mesmo ofertou algo para ajudar na
reconstrução.
3) INÍCIO DOS
TRABALHOS – A RECONSTRUÇÃO DO ALTAR
Havia ainda naqueles que retornaram e no remanescente que
não fora levado para o exílio o medo de seus vizinhos e de novos ataques,
portanto logo se prontificaram a reconstruírem o altar a fim de sacrificarem a
Deus para se mostrarem dignos de sua proteção. Poderiam correr o risco sério de
atiçarem seus inimigos, quando os vissem reconstruindo sua maior riqueza
espiritual, o Templo, mas não se preocuparam com a visibilidade da obra. Os
muros e portas seriam reconstruídos em seqüência. Eles se preocuparam com as
coisas espirituais (ED 3.3) para depois se preocuparem somente com suas casas
4) PROMESSA DE GLÓRIA
(IMPAR, ÚNICA, IMUTÁVEL E NA MESMA PROPORÇÃO)
O primeiro Templo foi construído com materiais
importados, especiais. O segundo seria então reconstruído com ofertas recebidas
dos vizinhos, por ordem do rei Ciro e por riquezas internas e principalmente
pelo vigor e presteza do povo, mas a promessa era a mesma, confirmada por Ageu
(2 Cr 7.16, cf Ag 2.9).
5) A GLÓRIA DA SEGUNDA
CASA SERÁ MAIOR QUE A PRIMEIRA
A segunda casa não teve o mesmo brilho e opulência da
primeira, mas logo no inicio da reconstrução fez os mais idosos chorarem de
alegria e saudade ao verem os fundamentos do Templo (Ed 3.12-13). A promessa
dizia respeito a mesma glória, o diferencial estava na forma como seria
buscada. Ela seria maior, pois os adoradores deveriam buscá-la de uma forma
especial e intensa. Isto culminaria com Glória de Deus que entraria naquele
edifício, o Filho de Deus tabernaculado, encarnado.
6) AS GLÓRIAS DAS
SEGUNDAS CASAS
Para o homem o importante sempre será o segundo ou o
atual:
- Nossas
segundas ou atuais casas são melhores que as primeiras ou anteriores;
- Nossos
segundos ou atuais carros são melhores que os primeiros ou anteriores;
- Nossos
segundos ou atuais templos são melhores que os primeiros ou anteriores;
- Nossas
segundos ou atuais empregos são melhores que os primeiros ou anteriores.
Mas para Deus esta regra não se aplica, pois o segundo
Templo não foi melhor que o primeiro. A glória manifestada no primeiro não foi
maior que a manifestada no segundo, muito pelo contrário, pois o que deveria
ser manifesto não era a glória maior ou menor e sim a vontade e o desejo de
buscarem a Deus.
7) CONCLUSÃO
O primeiro templo foi construído por Salomão, destruído
por Nabucodonor e foi reconstruído com a ajuda e trabalho do trio de ferro
(Zorobabel, Esdras e Neemias), mas em nada o resultado da reconstrução pode
comparar o segundo edifício com o primeiro, no entanto a promessa de Glória, da
parte de Deus ainda era a mesma.
terça-feira, 22 de abril de 2014
"EU SOU - nas horas mais dificeis do homem" - poucos ouviram isto de Deus
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Mensagem 100: A frustração de Ezequiel
Mensagem entregue na Assembleia de Deus, setor (Álv. Machado-SP). Campanha: vivendo o extraordinário de Deus.
"Abaixe o som da rádio Resgate Net no respectivo botão abaixo", na seção parceiros
A
FRUSTRAÇÃO DE EZEQUIEL
O
SACERDOTE SEM TEMPLO
1)
Trigésimo ano e quinto ano do cativeiro:
Ezequiel completou 30 anos e estava
no quinto ano de cativeiro. Era a idade mais aguardada. Se estivesse em
Jerusalém seria consagrado para o sacerdócio no Templo (cf Nm 4.3), mas ali na
Babilônia não poderia desempenhar seu trabalho levítico. Frustrado sim, mas
sozinho não, pois Deus não havia abandonado ele.
2)
Sacerdote ou Profeta
Ezequiel
queria muito assumir sua posição de sacerdote, mas este não era o plano de Deus
para a sua vida. Como sacerdote ele levaria o homem ate Deus, o que era somente
faixada, exterior, pois não havia arrependimento por parte do povo.
Como profeta, ele levaria Deus até
aos homens, então a conversa seria diferente. Os ministérios eram completamente
opostos, porém cada qual tinha a sua importância e utilidade na época.
3)
O trio de ferro:
Deus levantou três profetas na
época:
- Jeremias em Jerusalém (Jr 29), que demonstrou
preocupação com os cativos na Babilônia. Ele havia ficado com aqueles que
não foram considerados aptos para produzirem na corte babilônica;
- Daniel desempenhou seu trabalho profético na corte
babilônica;
- Enquanto isto entre os cativos esteve Ezequiel, o
sacerdote sem templo e sem sacrifícios.
4)
Os céus abertos e as visões de Deus
Céus abertos e visões de Deus: mesmo
diante das visões houve em seu coração uma frustração, pois não estava em
Jerusalém trabalhando como sacerdote no Templo. Mas este acontecimento serviu
para atestar seu ministério profético e inclui-lo no trio de ferro.
5)
O sacerdote sem Templo e sem sacrifício:
Deus precisava de um profeta entre
os cativos. Ezequiel não ficaria sem ministério, mas ele precisava da chamada.
6)
Deus não frustra planos:
O sacerdote sem ministério aguardou
com ansiedade o dia da consagração, mas quando este dia chegou não havia mais
templo ou muito menos serviço.
O mesmo aconteceu com Moises que
aguardou ansioso a entrada na Terra Prometida. Ele não entrou (Dt 3.23-26),
porém não ficou na frustração, pois a contemplou com os próprios olhos (Dt
34,4)
7)
CONCLUSÃO
Ezequiel quando completasse a idade
poderia ser consagrado ao sacerdócio, porém quando este dia chegou ele estava
entre os cativos na Babilônia. O templo e os serviços levíticos não existiam
mais. Deus se revelou a ele para confirmar sua chamada profética e junto com
Jeremias, que estava em Jerusalém e Daniel que estava na corte, formou o trio
de ferro profético.
Por: Ailton da Silva - Ano VI (desde 2009)
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