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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

deletar informações sem deletar registros

Esta é uma dica boa.
Aplicação: Um botão de comando que no evento ao clicar ele deletará as informações de alguns campos que forem indicados e fechará o formulário. Eu incluo sempre em formulario onde efetuo estornos de pagamentos, recebimentos, etc, ele deleta as informações, confirmando e fechando.

(no evento ao clicar) do botão
Me.(nome do campo que deseja deletar informações, sem os parenteses) = Null
Me.(outro campo que deseja deletar) = Null
MsgBox "BLA BLA BLA BLA BLA, tipo estorno efetuado com sucesso", vbOKOnly, "NOME DO SEU PROGRAMA"
DoCmd.Close End Sub

uma do Sr. Spock

“onde não há emoção não há razão para a violência – Senhor Spock

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A águia

HISTÓRICO DA ÁGUIA
3 - O COMPANHEIRO DA ÁGUIA
A ornitologia profere que nenhuma outra ave é tão unida quanto as águias, elas são tão unidas que quando um caçador chega a capturar uma delas, as demais choram literalmente, a falta da águia capturada. (Será que isto é companheirismo?). Assim deve ser o crente águia, deve amar o seu irmão com amor ágape (amor sacrificial), Sal. 133:1-3. Já diz o adágio popular "uma comunidade unida, jamais será vencida". (Gl.6:2).

4 - A VISÃO DA ÁGUIA
O golpe de vista da águia é humanamente falando incomparável. É a única ave que encara por quantas horas quiser o resplendor do sol. A águia é dotada de um grande poder visual, tem olhos graúdos de natureza que o mesmo ocupa quase um terço do seu crânio, segundo a ornitologia o cristalino dos olhos das águias focaliza uma formiga a 10.000m de altitude e em linha reta, horizontal, pode detectar a 20 km de distância.

5 - A POTENCIALIDADE DE VOAR
Os ornitólogos, apelidam as águias de rainha dos ares, porque de todas as aves que decolam, ela é a que voa mais alto.
E chamada também de rainha dos ares por ser a única ave que enquanto voa, descansa. Isso é possível devido a sua estrutura óssea.
Todas as aves que existem neste mundo tem a estrutura óssea longitudinal (comprida), a águia não, toda a sua estrutura óssea é cilíndrica, o que lhe permite:
A) Descansar enquanto voa;
B) Enfrentar tempestades;
C) Invadir turbulências.
A águia voa numa velocidade de 300 km/h e atinge a 10.000m de altitude (Pv. 30:18,19;Pv23:5).

6 - O BRILHO OSTENSIVO NAS PENAS DAS ÁGUIAS
As penas da águia brilham de tal natureza que ofuscam os olhos de quem a fita. (Quando refletidos pelos raios solares).

7 - AS GARRAS DA ÁGUIA
A águia usa as suas garras como instrumento de defesa e ataque. As garras são tão importantes para elas como os braços são para os homens. Suas garras funcionam como trava, quando uma águia toma uma presa jamais ela escapa das suas garras.
A águia tira a serpente do buraco. Quando a águia percebe a presença de cobras ou serpentes em alguma toca, coloca as pontas das asas na boca da mesma. -A serpente irada morde as penas da águia solta o veneno mas não lhe atinge, porque são penas e não carne.
Continua irritando a serpente até que ela saia da toca para dar o bote. Aí então é agarrada pelas garras da águia, levada as alturas e esmagadas.

8 - A ÁGUIA É UMA AVE DIURNA
As águias exercem as sua atividades durante o dia, durante a noite elas se recolhem.

9 - O NINHO DA ÁGUIA
Os caçadores menos favorecidos são os caçadores de águia, pois ela faz o seu ninho em locais de alta segurança, aonde os homens não podem chegar.
Segundo a Bíblia as águias fazem o seu ninho em rochedo alterneiros, em montanhas altíssimas, em locais de difícil acesso. (Jó 39:27, 28).
A formação do ninho. Uma vez achando o local ideal para o seu ninho a águia vai até uma região espinhosa e transporta através de suas garras até o cume do monte uma boa quantidade de espinhos pontiagudos, posteriormente vem em alta velocidade e da numa manada de carneiros, apanha um filhote distante da manada, mata-o e desfola cuidadosamente, (o bico de uma águia é tão afiado como uma faca de açougueiro) come a carne do cordeiro morto com companheiros e companheiras, o couro do cordeiro e levado para secar, uma vez seco, é transportado para o ninho, esta estende o couro do cordeiro sobre os espinhos pontiagudos, assenta-se ali e põe quatro ovos, dois propositadamente é dispensado rochedo abaixo, os outros dois são chocados, no período de 35 a 40 dias.
Ao nascer os filhotes, a águia fica na incumbência de alimentá-lo. Enquanto ela sai para buscar a presa os filhotes são vigiados pelo pai.
Quando os filhotes já estão revestidos de plumagem a águia mãe chega na ponta do ninho e convida os seus filhotes a subirem em suas costas, porém o medo da altura em que estão não permite que eles atentem ao chamado da velha águia, ela irada por ser desobedecida puxa o tapete e eles caem sobre os espinhos, aí piando de dor eles sobem nas costas da velha águia, e a rainha dos ares alça vôo, em direção aos céus, duas horas de vôo mais ou menos é hora de ensinar seus filhotes voarem.
Ela baixa uma das asas e os filhotes descem, batem as asas desesperadamente, mas ainda não sabem voar, quando estão perto de espatifarem-se, ela dá um vôo rasante e apara os seus filhotes em suas costas, este processo é reiniciado por várias vezes, até as aguiazinhas alçarem vôo.

10 - O RENOVO DA ÁGUIA
A águia é a única ave que se renova (SI.103:5). Segundo a ornitologia a águia quando velha, perde o brilho das penas, as penas começam a cair, o nervosismo apodera-se dela, o bico enverga e cria um campo adunco de forma que a águia não pode alimentar-se, pois o capo adunco a impede, cria-se duas escamas nos seus olhos e o golpe de vista já não é mais o mesmo, suas garras envergam e perde o tato. Ficando feia, detestável. Mas o que me admira é que ela (a águia), não aceita a vida irrenovável. Que ela faz quando velha?
Foge para um rochedo e oculta-se ali, num período de 9 a 12 semanas enquanto isto, as velhas penas vão caindo e ela fica completamente depenada. As duas escamas ostensivas nos olhos aos poucos vão caindo. Já com a nova plumagem ela sai do refúgio (em um dia de sol), agora é hora do segundo processo de sua renovação (as garras e o capo adunco do bico). Que ela faz?
Voa em velocidade contra a rocha, crava o bico e as garras na parede de pedra, do cume até embaixo, deixando ali o adunco e as velhas garras, piando de dor, pois que tanto o bico quanto as garras estão em carne viva, jorrando sangue, vejam o que ela faz. Alça as alturas em busca do oceano, uma vez encontrado ela dá um rasante vôo e mergulha no oceano, o salitre (sal) ostensivo no mar estanca o sangue que jorra das garras e do bico.
Este processo (de mergulho) é repetido por 3 ou mais vezes. Posteriormente ela voa em direção ao bando, dá um brado "Keu; keu; keu " e é verdadeira festa entre elas.
Assim é o crente águia, nunca aceita a vida irrenovável. Se a vida irrenovável já te alcançou faça como a águia, fuja para a rocha (tipo de Cristo; rocha ferida de Meribá; pedra angular de esquina, rejeitada pelos edificadores) depois rala a tua vida nele mesmo e aí então poder mergulhar no oceano do Espírito.

Extraído do Livro: O crente e a águia – Pr. Abílio Santana

Presépio de mentiras


A Bíblia não diz que os magos eram reis, nem que eram três, nem que se encontraram com Jesus na manjedoura.

É interessante como a tradição a respeito dos magos que foram ver a Jesus INVENTOU três coisas que, de modo algum, fazem parte do fidedigno relato bíblico.

A primeira delas encontramos nas gravuras que aparecem em todo o mundo, tentando retratar a célebre visita. Nelas, vemos os magos entregando seus presentes diante de um bebê NA MANJEDOURA.

Isto jamais poderia acontecer, pois os magos chegaram em torno de dois anos depois do nascimento de Jesus. Vemos isto claramente descrito em Mateus 2:16:
"Vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes grandemente e mandou matar todos os meninos de Belém e de todos os seus arredores, DE DOIS ANOS para baixo, conforme o tempo do qual COM PRECISÃO se informara dos magos."

Está vendo? Herodes informou-se "com precisão" dos magos sobre o tempo em que a estrela aparecera no Oriente. O resto das informações que queria não se obteve porque os magos foram embora para casa "por outro caminho". (Mateus 2: 12).

O fato é que os magos jamais estiveram ao lado daquela manjedoura. Quando viram Jesus, José e Maria, eles estavam EM UMA CASA! (Mateus 2:12).

A segunda ilusão a respeito dos magos é que eram TRÊS. A Bíblia jamais revela isto. Existe a inferência, deduzida dos presentes que ofertaram (ouro, incenso e mirra).-(Mateus 2: 11).

O fato de serem três presentes não quer dizer que eram três magos. Podiam ter sido dois ou quatro, ou até mais. Também podiam ser três.

O ponto é que não se pode afirmar com certeza, baseado nos presentes. Um deles poderia ter trazido o ouro, ou então, se fossem quatro ou cinco, dois ou até três, poderiam ter trazido ouro, dois teriam trazido incenso e um, mirra.

A terceira coisa criada pela imaginação popular a respeito dos magos, é que eles eram REIS! Não existe qualquer evidência bíblica de que aqueles homens sábios, ou magos (no original "magi"), eram monarcas poderosos.

Não se pode deduzir isto de suas ofertas. Podemos apenas entender que eram ricos, porém reis, não. Ainda há aqueles que afirmam que eram três reis de países e raças completamente diferentes: um branco, um negro e um amarelo.

Extraído do livro: O que a Bíblia NÃO DIZ...mas muitos pregadores e mestres dizem! - Paulo de Aragão Lins


terça-feira, 30 de novembro de 2010

Jerusalém - Igreja - Apóstolos - Missionários

No Livro de Atos, encontramos os apostolos felizes com a manifestação do poder de Deus e confiantes de que tudo o que Jesus havia vaticinado sobre a vida deles se cumpriria a risca. Estavam cientes que aquele momento marcava o inicio do Cristianismo em Jerusalém.
O Espírito Santo estava atuando direta e indiretamente na vida do povo, através das pregações, revelações, visões, salvação, curas, milagres, maravilhas e batismos, porém mesmo diante de tanta manifestação, eles estavam esquecendo de um detalhe, importantíssimo para a propagação do Evangelho. O plano de Deus para salvação da humanidade não se resumia à apenas a uma cidade, uma nção, agora era para todas.
De inicio os apóstolos não entenderam este plano, pois imaginavam que a missão era apenas em Jerusalém, ou se muito, aos derredores, mal sabiam que estavam sendo preparados para uma longa jornada, aos confins da Terra, por isso foi necessário tanta manifestação do poder por parte de Deus, para que fossem encorajados a tão grande obra. Tudo o que ocorreu, naqueles dias, em Jerusalém foi necessário para:
  • Terem certeza de que Deus cumpriria com sinais e maravilhas o que eles pregassem, falassem ou profetizassem;
  • Precisavam ver o cumprimento de tudo o que fora vaticinado por Jesus sobre as suas vidas;
Todos os acontecimentos serviram para o encorajamento e preparação espiritual dos apóstolos antes que fossem enviados como missionários, iniciando os trabalhos missionários por Samaria, para derrubarem a barreira que os separavam. Durante séculos nada foi capaz de aproximá-los, somente a Palavra pregada genuinamente, na integra, conseguiu uni-los. Agora faltava somente os confins da Terra.
Mas como sair daquele ambiente gostoso que estavam inseridos naquela cidade, ao menos imaginaram que o plano não era somente ali? Será que se lembraram do dito de Jesus “confins da Terra”?
Por eles não sairiam, ficariam ali mesmo, apesar da pequena perseguição levantada, estavam felizes naquele lugar, mas era preciso que saíssem, e Deus agiria de forma a que isto se cumprisse, nem que doesse, entristecesse ou que alguns viessem a morrer. Mas para sairem para fazer a obra, era preciso uma leve e momentanea tribulação, perseguição, dispersão, que aos poucos, fora aumentada, para que assim os missionários cristãos (todo aquele capacitado e encorajado por Jesus) dessem realmente inicio a pregação do Evangelho.
Em toda a sua história, Jerusalém nunca havia enviado um profeta sequer para entregar a mensagem de Deus aos israelitas, somente recebia-os, ora com crédito, ora descrente, ora honrando-os, ora matando-os, mas agora era diferente, pois Jerusalém estava enviando missionários, sedentos por almas, para pregarem em todos os cantos da Terra, ignorando costumes, crenças, divisões étnicas, diferenças religiosas, raciais, históricas, ou seja nada agora seria capaz de impedir o crescimento do Cristianismo, nem mesmo a perseguição, na verdade ela foi o combustível para que toda esta grande obra explodisse em todos os cantos da Terra.
foto: http://www.mundi.com.br/Fotos-Jerusalem-936716.html

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O cativeiro babilônico

Os 70 anos de cativeiro na Babilônia foram tão cruéis e marcantes (negativamente) na história de Israel, pois se tornou no principal motivo que levou os israelitas a perderem a nacionalidade e religiosidade, mas numa analise profunda fico convencido que a proibição de viverem a própria cultura e da "necessidade e obrigatoriedade" de utilizarem um outro idioma, deixando o hebraico para segundo plano, foram na verdade as piores de todas as consequências possíveis e imagináveis de toda este episódio histórico.
Este cativeiro não foi tão doloroso quanto ao período no Egito, pois não ficou tão explicito o sofrimento físico, o que ficou bem evidente foram as regalias que tiveram em terras babilônicas (comércio, propriedades, posses), mas para usufruirem destas regalias tiveram que se adaptarem as condições daquelas terras e pior, tiveram que se curvar as suas culturas, línguas e costumes. Isto é facilmente aceitável, uma vez que foram deportados para Babilônia os inteligentes, ricos e os que tinham condições de, no mínimo, produzirem algo para o sucesso dos babilônicos. Os pobres, doentes e os que apresentavam qualquer tipo de dificuldades ficaram em Jerusalém, na "miséria".
Em outras palavras, este pequeno artigo, é para deixar claro que os cativos, judeus, se tornaram a mola propulsora da economia da Babilônia, mas por outro lado, este status doeu, lá no fundo da alma de todos os filhos de Abraão. Era Deus trabalhando na vida e na história do seu povo.

Á-bê-cê da álgebra

“Num belo dia, de acordo com o planejamento, você começa sua aula de Matemática para a turma de 10 alunos explicando que é possível fazer contas também com letras. Na carinha das crianças, aquela olhar de espanto. Você já pensou que os alunos, desde que organizaram as primeiras idéias matemáticas, lá na Educação Infantil, foram estimulados a realizar as quatro operações somente com os números?

Problema:
Em um estacionamento, há motos e carros. Ambos são chamados de veículos, certo? Posso escrever:

V para representar veículos;
C para carros;
M para motos.

Repare que não há, no enunciado, nenhum conhecimento novo para os alunos. A novidade está na maneira simbólica de tratar a questão. Depois continue a explicação:

Podemos afirmar que, se juntarmos as motos e os carros, temos os veículos. M + C = V

Se dos veículos tirarmos os carros, restam as motos. V – C = M

E se dos veículos subtrairmos as motos, sobram os carros. V – M = C

As três frases tornam-se parâmetros para o pensamento algébrico da criança. Elas se referem a uma única situação e representam todas as relações possíveis dentro dela.

Fonte: Revista Escola - outubro de 2003