terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
lição 12 - pós aula
“Andando triste aqui na solidão, paz e descanso a mim, teus
braços dão”.
A sociedade somente tenta entender, buscar explicações,
quando o leite já está derramado. Então levantam o histórico de vida daquele a
quem querem condenar, mas não admitem que o erro foi deles próprios. O PROBLEMA NÃO É A REAÇÃO, MAS SIM A AÇÃO do passado, a zombaria o escárnio.
Hoje ao iniciar a aula senti uma forte dor: a dor do
abandono. Onde estavam os alunos, demoraram.
Aproveitei para dar vida à teoria. Seria fácil falarmos das
dores do abandono, mas o duro é quando sentimos e justo no dia em que vamos
falar sobre ela.
Lazaro não foi abandonado pelas suas irmãs durante a sua
enfermidade ou enquanto estava no leito de morte, e muito menos foi abandonado
por Jesus.
Jonatas correu um risco enorme para falar bem do seu amigo
ao pai (I Sm 19.1-4).
Encontraríamos amigos que da mesma forma correriam tamanho
perigo para falarem bem de nós aos outros?
De 1997 a
2000, uma prefeitura da região, ficou devendo aos funcionários, 3 meses de
salários, 5 cestas básicas e passes de ônibus, portanto eles estavam pagando,
sem terem, para trabalhar. Eu vi muitos perderem bens, passarem necessidades.
Quem consolou todo este povo? Quem supriu os recursos necessários? Eu vi uma
irmã de joelhos implorando para liberarem o pagamento dela, mas não liberaram.
Por tudo que Davi havia feito por Israel era para Saul tratá-lo
como um grande amigo.
A amizade de Jonatas com Davi foi útil para a sua
descendência no futuro.
Se fosse preciso creio que Deus reuniria os 7000 fiéis que
ainda existiam em Israel e os colocariam na caverna junto com Elias, somente
para mostrar que nunca abandona ninguém.
Ao primeiro sinal de abandono e Elias fugiu angustiado. Isto
é mesmo do homem.
Muitos procuram postos de Saúde, principalmente os da 3ª
idade, não pelas enfermidades, mas somente para receberem atenção, conversarem
com alguém.
Mesmo após a libertação dos vícios, sempre ficam sequelas no
corpo, já que ele foi a maior vitima deste estado deplorável do ser humano.
Tivemos um caso no passado em nosso grupo de jovens, com um
irmão liberto, mas que apresentava alguns problemas em decorrência dos vícios.
Muitas vezes nos dividimos em grupos, pela alta madrugada, para sairmos à
procura dele pela cidade.
sábado, 15 de setembro de 2012
Abandono: dores e consequências
Rei, meu senhor, o seu filho fugiu (II Sm 13.34, 37, 38). Onde está meu filho? Tragam-no de volta. Estou com saudades (II Sm
13.37-39). Tão belo, agradável, nele não encontramos defeito algum (II Sm
13.25). Três anos afastados em Gesur (II Sm 13.38), mais dois anos que ficou em
Jerusalém sem ver a minha face. Quanta saudade!
Talvez não houvesse nada que o desabonasse diante dos olhos do pai, no
que diz respeito ao exterior, porém no seu caráter havia muitas falhas que
começaram logo a despontar, evidenciando a sua rebeldia, mas ele era o “xodozinho”
do papai. Davi sofreu com este drama familiar? Pelo menos a sua reação foi
verdadeira, já em relação a recíproca não poderíamos dizer o mesmo.
Diante dos primeiros erros de Absalão (II Sm 13.29a), a continuidade de
ações maléficas seriam quase que irrelevantes, se assim as pudéssemos classificar.
Quando ele fugiu, abandonando sua família, abriu as portas para aflorar o seu caráter
corrompido e para que a cada dia fosse tomado pela inveja, mesquinhez (II Sm
15.6b), pois desejou ardentemente o trono do pai. Ele previu cada passo, cada
ato, pensando que estes os levariam até ao palácio.
Ele conseguiu paralisar uma administração seria, pois Davi ao saber de
sua revolta convocou seus servos e auxiliares de governo para saírem da cidade,
a fim de escaparem de Absalão e acima de tudo para proteger a cidade (II Sm
15.14).
Absalão, diante dos olhos atônitos de Israel (II Sm 16.22), se
relacionou com as concumbinas de seu pai e o envergonhou, apesar que isto já havia
sido vaticinado pelo profeta Natã (II Sm 12.11). O conselho de Aitofel foi
aceito e rapidamente estenderam as tendas para o “maior espetáculo da terra no
ano”, naquele circo de horrores.
Antes de iniciar a revolta parecia que tudo havia sido resolvido, pois
Absalão conseguiu o consentimento do rei, o perdão e um beijo. Será que as
dores do pai pelo abandono havia chegado ao fim, ou estavam iniciando, pois
após este episódio tudo piorou (II Sm 18.33; 19.4).
O abandono, o drama de relacionamento familiar, provocou muitas dores no pai, o fez sofrer, mas o que dizermos do sofrimento provocado por um outro drama, a inveja, mesquinhez, visto em seu filho.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
As dores do abandono. Plano de aula.
TEXTO ÁUREO
“Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca” (Sl 68.6).
VERDADE PRÁTICA
Ainda que sejamos abandonados por parentes, amigos ou irmãos, Deus jamais nos desamparará.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
II Timóteo 4.9-18.
9 - Procura vir ter comigo depressa.
10 - Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica; Crescente, para a Galácia, Tito, para a Dalmácia.
11 - Só Lucas está comigo. Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério.
12 - Também enviei Tíquico a Éfeso.
13 - Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos.
14 - Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.
15 - Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras.
16 - Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado.
17 - Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão.
18 - E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!
PROPOSTA DA LIÇÃO
- Doenças: somos abandonados no momento mais difícil;
- Vícios: motivados pela carência afetiva, alguns casos;
- Melhor idade: desamparo, abandono;
- Desemprego: amigos e familiares desaparecem;
- Davi e Jônatas, Noemi e Rute, grandes amizades;
- Igreja: local onde vencemos a solidão e o abandono;
- Elias, você não está só, ainda restam 7.000 fiéis;
- Abraão, amigo de Deus. Lázaro, amigo de Jesus;
- E nós? Não ficamos órfãos, o Consolador foi enviado
O abandono é um dos maiores dramas de relacionamento e é tão cruel quanto a inveja. Sua marca registrada é a separação, rejeição, despreocupação, justamente nos momentos de angustia e aflições, mas o que nos alegra é sabermos que Deus jamais nos esquece, conhece-nos e nos chama pelo nome, Ele não nos deixou órfãos (Jo 14.16).
O fato gerador desta situação é o egocentrismo humano que impede de atentarmos para o outro, por isto muitos estão a mercê do abandono, desprezo, solidão até mesmo dentro das igrejas. Sobre isto o professor Luciano de Paula Lourenço escreveu:
“O abandono é uma das piores experiências pelas quais um ser humano pode passar. Pense em um soldado sendo abandonado para morrer em um campo de combate; ou um pastor, que depois de dedicar toda a sua vida á igreja, ser abandonado por ela na velhice, ou ainda um bebê sendo deixado de lado por sua própria mãe”.
A instituição que mais sofre com este drama é a família, que constantemente é atacada pelo Maligno, que tenta desestruturar seus membros com a intenção de atingir a sociedade. Estes ataques e posteriores abandonos acontecem justamente nos momentos que mais precisamos do amparo e do acompanhamento.
I. O ABANDONO FAMILIAR
1. NA DOENÇA
Ninguém está imune ás doenças, mesmo aqueles que professam a fé em Jesus (Gn 3.16-19), por isto, quando enfermos, precisamos de ajuda e auxilio especializados e apoio familiar, mas o que vemos são muitos casos de abandonos, devido ao estresse, principalmente nos casos crônicos inclusive diante da doença do cônjuge, atitude estas totalmente reprovada por Deus (Mt 19.6).
A queda humana fragilizou o próprio homem no que diz respeito a sua saúde e atingiu também a Terra, pois ela se tornou maldita (Gn 3.17), colaborando assim para o desgaste do corpo humano favorecendo o desequilibro e degeneração do nosso organismo, levando-nos ao pó.
2. NO VICIO
Geralmente é na fase da adolescência que se conhece e que se inicia o consumo do fumo , álcool e até drogas ilícitas, um dos ardis do Maligno (I Pe 5.8). Muitos entram no submundo das drogas por carência efetiva, curiosidade ou para ser aceito por um determinado grupo social. A pessoa viciada perde a noção do certo ou do errado e, para satisfazer o vício, é capaz de roubar e até mesmo matar. Alguns cometem suicídios porque se sentem sozinhos e abandonados por amigos e familiares. Lidar com viciados não é tarefa fácil. Mas é nessa hora que a família precisa fazer-se presente e estar unida para ajudá-los (I Tm 5.8).
3. NA MELHOR IDADE
A terceira idade, também chamada de melhor idade, é composta por aqueles que passaram dos sessenta anos. Em nossa sociedade, os idosos não são prezados, e algumas famílias chegam até a desampará-los. Muitos são colocados em casas de repouso, ou asilos, e lá permanecem sem assistência alguma. As escrituras relatam que os mais velhos devem ser respeitados e ouvidos pelos mais novos (Js 23.1-2; Lm 5.12,14; Ef 6.1-3). Esta fase da vida é “talvez o momento em que as pessoas mais precisam de assistência por parte dos seus familiares, em razão do esmaecimento das forças com as conseqüente doenças”.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
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