segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
sábado, 19 de dezembro de 2015
Quem deve escolher a esposa para o filho? E como escolher.
1)
QUEM DEVE ESCOLHER A ESPOSA?
a)
O PAI? Uma escolha espiritual
Abraão (Gn 24.1-4) resolveu escolher
uma esposa para seu filho Isaque. Sua escolha teria propósitos, certeza e
confirmações rápidas. Eliezer era o servo que teria acesso a fortuna de Abraão
caso ele não tivesse filhos (Gn 15.2).
b)
O próprio jovem? Uma escolha pessoal
Uma escolha com raiva para
contrariar os pais (Gn 28.6-9), para provocá-los. Esaú escolheu uma esposa para
si mesmo.
c)
A mãe? Escolha por conveniência ou política?
Agar escolheu uma esposa para Ismael
(Gn 21.21) após terem sido expulsos por Abraão (Gn 21.14-21). Sua mãe lhe tomou
por esposa uma filha do Egito.
2)
COMO ESCOLHER?
a)
Pela beleza exterior? Escolha superficial
Por este critério as midianitas,
moabitas, asdoditas, as filhas dos cananeus e de outras nações seriam
privilegiadas, pois elas fascinavam facilmente os hebreus (Nm 25.6; Ed 10.1-2;
Ne 13.23);
b)
Pelo caráter? Da família ou da pretendente?
Abraão deixou sua parentela idólatra
(Gn 12.1; Js 24.2), mas anos depois ordenou que seu servo buscasse uma esposa
para seu filho Isaque daquele mesmo povo. Então sua escolha não levou em
consideração a falha do caráter, tanto da família quanto da pretendente. Ele
confiou na escolha do servo que ora entregou a Deus a incumbência de lhe
mostrar a escolhida.
c)
Pelo passado?
Mesmo neste ambiente idolatra uma
moça de sua parentela seria muito melhor que as filhas dos cananeus, por isto
Abraão não considerou o passado de sua família. Se não agisse desta forma ele
poderia cometer injustiça, pois o meio e muito menos o passado de família
interferem na formação do caráter de um jovem.
d)
Pelo futuro? (formação, profissão e perspectivas)
Rebeca quando conheceu Isaque será
que pensou desta forma? Pensou nas possibilidades em terra estranha? Levou em
consideração o presente do pai para imaginar o futuro do filho?
3)
PROCEDIMENTOS APÓS A ESCOLHA:
a)
Homem: recebê-la bem
Isaque voltava de seu devocional
quando se encontrou com Rebeca. Foram 3 pares de olhos envolvidos naquela
escolha, os olhos do servo, de Rebeca e de Isaque, os três olharam, gostaram e
aprovaram a escolha. Ele a aceitou como esposa e não questionou, tal como Adão
quando aceitou Eva.
b)
Mulher – descer do camelo, do salto, fim do feminismo
Era costume na época a mulher descer
do camelo (para representar a descida do salto, o fim do feminismo), cobrir o
rosto para não mostrar as impurezas do rosto ou para não ser tocado antes e por
fim ela fechava os olhos. Desta forma ela se mantinha pura e não mostrava seus
defeitos e não via os obstáculos.
4)
Conseqüências ou bênçãos da escolha
- A escolha do PAI – gerou Israel
- A escolha da mãe – gerou inimigos
- A escolha do jovem – gerou inimigos
Condenação e justificação. Aspectos objetivo e subjetivo da justificação. Reino da Graça e da Glória. Justificação operada pela Trindade. Justificação e transformação. Principio fundamental da herança.
A
condenação pelo erro de Adão (o cabeça da raça humana) passou a todos nós. Esta
condenação sobreveio a nós, não pelo que fizemos, mas sim por causa do que
Adão, ou seja, todos foram destituídos da graça de Deus por um ato que veio de
fora, da mesma maneira, a justificação se deu por Jesus, justificando todos os
homens pela Sua obediência.
Aspecto
objetivo da justificação:
- Cruz
Aspecto
subjetivo da justificação:
- A aceitação do sacrifício vicário de Jesus.
Reino da
Graça – a grande verdade da justificação pela fé:
- Na primeira vinda de Jesus foi estabelecido o reino da graça (fomos transportados para o reino da graça – Cl 1.12);
Reino da
Glória – A grande verdade da vida eterna de fato:
- Na segunda vinda, na segunda fase, será estabelecido o reino da Glória.
A
Justificação – uma operação da Trindade:
- Deus manifestou a Graça;
- O Filho executou a salvação;
- O Espírito Santo opera a regeneração.
Justificação
– um grande ato:
- Produto do que Jesus já fez POR nós
Transformação
– um árduo processo:
- Resultado do que Jesus faz EM nós.
Princípio
fundamental da herança:
Adão gerou
Sete, segundo sua semelhança e imagem. Um homem na condição de escravo gerou um
filho escravo.
Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Pré-aula_Lição 12: Isaque, o sorriso de uma promessa (sem edição)
Por: Ailton da Silva - 6 anos (Ide por todo mundo)
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