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quinta-feira, 22 de julho de 2021

Neemias: como sair do anonimato - Capítulo 11

2) ARREPENDIMENTO (ANTECEDEU O CONCERTO):

O verdadeiro arrependimento move o coração de Deus e implica em mudança de vida e não somente em remorsos. A resposta de Deus à esta atitude humana é a restauração. Vestir-se de panos de sacos e trazerem terras sobre si (Jó 2.12; 1 Sm 4.12; Lm 2.10) eram sinais de profunda humilhação diante de Deus, mas não caracterizavam o verdadeiro arrependimento (Jl 2.12-13).

A exposição da Palavra (leitura, ensino, explicação, entendimento e aplicação) produziu o efeito desejado no povo (8.9) e permitiu uma aproximação a Deus. Neemias e Esdras estiveram preocupados, desde o início, com o entendimento e não com o sentimento.

 

a) Sinais do verdadeiro arrependimento:

O arrependimento e posterior mudança de vida foi notado entre os judeus naquele dias. Foi uma ação consciente e não mero fruto da emoção pelos últimos acontecimentos.

 

b) Apartação de povos idólatras (9.2):

O grande problema de Israel após a sua entrada em Canaã foi a relação com os seus vizinhos e com os povos que não foram expulsos, pois sempre ficaram propensos a idolatria, abominação para Deus (Dt 18.9-12).

Uma das principais evidências da mudança foi o fato de se colocarem em posição para agradarem a Deus, se afastando de outros povos e de seus inúmeros deuses.

A grande preocupação de Esdras, o sacerdote, foi com os casamentos mistos, por isto determinou que os judeus despedissem suas mulheres estrangeiras (Ed 10), pois não tinham a mesma fé e o mesmo Deus (II Co 6.14; Jo 3.19-21).

Isto não caracterizava um conflito racial, mas sim uma preocupação teológica (10.28). A união com outros povos abria as portas para a idolatria e para o maldoso sincretismo disfarçado. Apartando destes povos, os judeus, ficavam livres de seus costumes pagãos. O resultado desta atitude foi o despertamento espiritual de todos.

continua...

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Grandes verdades em poucas palavras - 0027

“Onde a razão fracassa, a fé pode descansar”. J. Blanchard

“Um grama de fé é mais precioso do que um quilo de conhecimento”. Joseph Hall

A fé precisa ter evidência suficiente, senão é mera superstição”. A. A. Hodge

Crença é uma verdade guardada na mente. Fé é fogo no coração”. Joseph Fort Newton

A fé baseia-se tanto no entendimento quanto na vontade. Ela não só tem olhos para ver a Cristo como também asas para voar até Ele”. Thomas Watson

No final das contas, fé significa deixar Deus ser Deus”. Anônimo

“A fé está morta para a dúvida, surda para o desânimo, cega para as impossibilidades”. Anônimo

Algumas pessoas pensam que precisam de uma fé do tamanho de um monte para poder remover um grão de mostarda”. Anônimo

“A ousadia da alma em ir além do que é possível ver”. William N. Clarke

Creia em sua crença e duvide de suas dúvidas; não cometa o erro de duvidar de suas crenças e de crer em suas dúvidas”. Charles F. Deems

Não há nenhum mérito em crer. Trata-se apenas do ato de receber um favor oferecido”. Charles Hodge

“A fé não tem porta dos fundos”. Paul Madsen

Algumas pessoas estão sempre telegrafando para o céu para que Deus lhes mande bênçãos; mas elas nunca estão no porto para descarregá-las quando estas chegam”. F. B. Meyer

Duas características são inerentes à fé: ela é operada por Deus e desejada pelo homem”. Adolf Schlatter

“O crente vê coisas invisíveis”. Richard Sibbes

“Se você não crer, não compreenderá”. Agostinho

Você pode fazer muito sem fé, mas nada que agrade a Deus”. J. Blanchard

“Tire da humanidade o princípio da fé, e os homens não terão mais histórias do que um rebanho de ovelhas”. John Bulwer

Onde não há esperança, não há fé”. William Gouge

“Fé é a medida de Deus para o homem”. Augustus H. Strong

A fé é a artéria vital da alma”. Thomas Watson

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

terça-feira, 20 de julho de 2021

Os primogênitos: Deixa o meu ir, senão levo o seu. Capítulo 2

continuação...

A opressão egípcia, em vez de dizimar, contribuiu para o crescimento dos hebreus que, em breve, estariam sob a responsabilidade e cuidados de Moisés.

Todo o período de caminhada pelo deserto em busca da Terra Prometida serviria de preparação transcultural, para que quando os hebreus adentrassem Canaã não estranhassem a deplorável cultura daquele povo, ou seja, enquanto rodeavam as outras nações deveriam se atentar para as maldades, idolatria, iniquidades para não praticá-las em sua futura terra.

E como seria diferente a nova situação dos hebreus. Algo nunca imaginado, até mesmo pelos mais otimistas. Era o “algo mais[1]” de Deus na vida de seu povo.

Um povo escravizado que preenchia somente um dos quatros requisitos que tornam uma nação de fato reconhecida pelas outras.

Os hebreus não possuíam território, apenas confiavam nas promessas de Deus feitas a Abraão e confirmadas a Isaque, Jacó e José. Não possuíam um código de leis próprias para reger seus costumes, tradições ou para manterem a ordem entre eles.

Não possuíam uma forma de governo estabelecida e respeitada, tanto por eles, quanto pelas outras nações.

Na verdade eram visto como um amontoado de gente e este era o único requisito que cumpriam e que poderia torna-los reconhecidamente uma nação.

A questão do ajuntamento, mesmo em terras estrangeiras, já esta resolvido. Quanto a forma de governo, Deus deixaria bem claro que a partir do momento da chamada de Moisés e seu retorno ao Egito já caracterizava que aquele povo estava sob a autoridade do “Eu Sou”, seno governado com mão forte e acima de tudo misericordiosa (Ex 19.5).

Em relação ao código de Leis, logo receberia através das mãos de Moisés um conjunto de normas que regulariam suas vidas, costumes, tradições e comportamento.



[1] Poucos personagens bíblicos receberam o “algo mais” de Deus, entre eles: Jacó, José, Joquebede, Moisés e Davi. Pediram ou esperavam pouco, mas receberam mais.

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Soteriologia - aula 1

SOTERIOLOGIA

1) DEFINIÇÃO

Soteriologia, do grego "Soteria" (salvação) e "logia" (estudo), portanto Soteriologia significa Estudo da Salvação. Todo o processo de salvação da humanidade culmina com a obra redentora de Jesus.

 

2) TERMOS

  • Graça: favor de Deus (imerecido) concedido ao homem. É a mais pura manifestação de seu amor e misericórdia. Na história da humanidade sempre vimos o homem buscando, de forma errada, seus deuses, mas na manifestação da Graça ocorreu justamente o contrário, pois foi Deus que se manifestou para buscar sua criação, a fim de resgatá-la. A Graça tornou-se visível no mundo através da vinda e sacrifício de Jesus na cruz, no entanto, todo este plano já havia sido instituído, por Deus, antes mesmo da fundação do mundo;
  • Predestinação: conselho ou decreto de Deus direcionado aos homens decaídos (Rm 8.29,30; 9.11-24);
  • Eleição: ato eterno de Deus que, sem levar com conta méritos humanos, elege certo número para servirem e receberem a Graça;
  • Vocação ou chamada: ato de Deus, pelo qual convida os homens a aceitarem pela fé a salvação propiciada por Jesus (I Co 1.9; I Ts 2.12; I Pe 5.10; Mt 11.28; Lc 5.32; Jo 7.37; At 2.39; Rm 8.30);
  • Regeneração ou novo nascimento: ação sobrenatural, gratuita e instantânea de Deus, através do Espírito Santo, que concede ao pecador o início de uma nova vida espiritual através do sacrifício de Jesus (2 Pe 1.1-5). Trata-se da mudança que vem do alto e que ocorre dentro do homem, transformando o perdido e condenado pecador em um verdadeiro cidadão dos céus (Cl 2.13). A regeneração não depende de ações humanas, uma vez que sequer sentimos ou temos ciência do inicio deste processo em nossa vida. Tal como ao final de uma gestação uma nova criança é trazida a este mundo, o mesmo ocorre pela regeneração, já que um novo indivíduo é levado aos céus (Ef 2.6);
  • Conversão: resposta consciente (At 2.38; 16.31), a forma pela qual a pessoa regenerada consegue expressar publicamente sua fé. Trata-se da decisão para o abandono do pecado. A conversão se caracteriza pela passagem de uma situação para outra e depende de um ato humano, diferente da justificação e regeneração que são atos exclusivos de Deus. Trata-se do caminho que nos afasta do pecado e nos aproxima do céu;
  • Arrependimento: mudança voluntária e consciente, produzida na vida do pecador pelo Espírito Santo, atingindo sua mente e sentimentos (Mt 21.28-30; II Co 7.9-10). É o caminho que se abre para a manifestação do perdão de Deus;
  • Fé: disposição da alma para confiar em outra pessoa. Trata-se da confiança do coração, que de tão forte que é se torna capaz de influenciar a atividade mental e espiritual dos homens. A fé é o firme e seguro conhecimento do favor de Deus, para conosco, é a completa confiança em Cristo, na sua vida, obra e poder;
  • Justificação: ato judicial de Deus, com base na justiça de Jesus, por onde somos declarados justificados. É o resultado da grande luta espiritual travada no Calvário. Deus justificou o homem, usando Jesus como parâmetro legal para encerrar de vez a condenação. É a mudança de posição espiritual diante de Deus, ou seja, o homem de condenado é alçado à condição de justificado, muito mais do que uma simples absolvição. A justificação não é fruto do que Deus faz por nós diariamente, mas sim é resultado do que Deus fez por nós no Calvário, se tornando a única maneira de nos apresentarmos a Ele sem o peso da culpa;
  • Perdão: É impossível falarmos de perdão, sem mencionarmos Deus, que primeiro perdoou a humanidade (Gn 18.26; Lv 4.20; Nm 14.19; 15.25; Sl 25.18; 32.1,5; 85.2; Rm 4.6-8). Perdoar é deixar nascer uma nova fase na memória, sem a lembrança dos momentos desagradáveis provocados pelo pecado. Trata-se de um alto padrão de vida, algo que ensina, que promove crescimento e que felizmente não se aprende no mundo, pois vem de Deus. Jesus, em sua obra vicária, corrigiu os erros de Adão. O perdão é, portanto, o ato judicial de Deus, que concede ao pecador os benefícios resultantes da obediência passiva de Cristo;
  • Adoção: resultado da ressurreição de Cristo (Rm 4.25). Na morte Cristo aniquilou o pecado e na ressurreição trouxe justiça. O perdão foi operado mediante a substituição na cruz. A justiça é concedida por meio da imputação. A justiça é imputada no tribunal de Deus (I Pe 3.18). Antes de entregarmos nossas vidas a Jesus, éramos simples criaturas afastados do Criador pelo pecado e condenados à perdição eterna. Pela Graça, nos tornamos co-herdeiros de Cristo (Ef 1.13, I Co 3.21) e passamos a viver nas regiões celestiais em Cristo Jesus (Rm 5.2; Ef 2.8). Assumimos a posição de filho, pela adoção (Rm 8.15,23; Gl 4.5; Ef 1.5), que é uma das mais belas doutrinas da Bíblia e passamos a desfrutar de todos os privilégios que Deus preparou para aqueles que aceitam Jesus como Salvador. A adoção nos torna filhos de Deus (1 Jo 3.2), irmãos de Jesus (Hb 2.11), herdeiros dos céus (Rm 8.17);
  • Substituição: ato judicial de Deus, provendo um substituto qualificado, para que tomasse sobre si toda a carga do pecado ora imputada à humanidade (Is 53.4-7; I Co 5.7). Um substituto qualificado que deveria possuir a perfeita encarnação, que representasse fielmente a natureza humana (Hb 2.14-17; 5.1; Jo 1.14), que se identificasse com o sofrimento humano (Hb 4.15; Hb 5.2,3) e que apresentasse a perfeita santidade, sem mácula, um inocente. Jamais um mortal reunia tais condições para assumir a posição de substituto;
  • Santificação: processo pelo qual o Espírito Santo leva o homem a buscar uma identificação com Jesus (Pv 4.18; Fp 3.12-14; 2 Co 3.18). É vestir-se do novo homem e não somente despojar-se da velha criatura (Rm 6.4; Ef 4.22.24, 25-32). É o tipo de vida que nos proporciona a mais profunda comunhão espiritual com Deus (1 Co 1.30; Ef 1.3) e nos faz cada vez mais parecido com Jesus;
  • Glorificação: ponto culminante da obra da salvação. É o premio final do homem que busca a vida eterna. A glorificação significará que as fases da vida, a mais pura vontade de Deus, foram atingidas em sua totalidade. A glorificação da Igreja acontecerá no dia da volta de Jesus, momento em que os mortos ressuscitarão e os vivos serão transformados em corpos incorruptíveis (I Co 15.51-53).

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

domingo, 18 de julho de 2021

Os patriarcas. Coincidências ou repetições da história? – Capítulo 6

 

Em Padã-Arã, Jacó trabalhou para o seu tio, na promessa de que receberia Raquel ao final do período de sete anos, pois não tinha posses para oferecer como dote. Como era acostumado com aquele tipo de serviço, não encontrou dificuldades e contava os dias e horas para receber o seu tão desejado pagamento.

No entanto ao final deste período não esperava ser surpreendido por um velho costume da região, que garantia a primogênita o direito de ser a primeira a casar-se e Labão, zeloso pelas tradições regionais, não fugiu a esta regra e entregou Léia.

Que decepção, ver seus sonhos e planos caírem por terra, sentiu na pele a dor do engano, pois o seu tio poderia ter contado sobre o costume, mas Labão viu a possibilidade de tirar proveito daquele jovem trabalhador. O amor por Raquel o encorajou para mais sete anos de trabalho.

Jacó deve ter se lembrado do rosto decepcionado de Esaú quando soube que não era mais detentor das bênçãos da primogenitura e agora estava diante da mesma situação e deveria enfrentar, porém existia um grande diferencial e, esperto, percebeu que não deveria agir como seu irmão, já que não poderia ameaçar seu tio de morte e fugir.

Ao final de outro período de trabalho recebeu a sua amada e novamente teve outra decepção, pois sua esposa apresentou os mesmos problemas de sua mãe e avó, a esterilidade. A certeza que tudo o esforço não havia sido em vão era grande em seu coração.

Sara, Rebeca[1] e Raquel, tão importantes no plano de Deus, mesmo enfrentando estas dificuldades tinham conhecimento da promessa de descendência para Abraão, Isaque e Jacó, portanto aguardavam a intervenção Divina. Estas mulheres viveram ao lado dos patriarcas presenciando milagres e sinais que comprovavam que algo de extraordinário estava reservado para a família.

Raquel sabia que era a amada de Jacó, porém sua esterilidade poderia afetar a sua posição, ainda mais quando viu Léia gerar quatro filhos. Esta foi a declaração de guerra entre as duas. Ela cedeu sua serva Bilá para que tivesse filhos em seu lugar e sua irmã, como já havia cessado de gerar, cedeu sua serva Zilpa.

Jacó amou Raquel, por ter sido a primeira que conheceu, pelo seu comprometimento com o rebanho do pai e pela beleza. O beijo foi mais uma de suas artimanhas, assim como todo o esforço em dar de beber ao seu rebanho.

Dois filhos, Ruben o primogênito e José o primeiro com a mulher que sempre amou, qual deles deveria receber a honra da primogenitura? Qual dos dois deveria receber a atenção dobrada e a benção dupla? A Lei[2] mosaica resolveria fácil este problema, pois reconheceria Ruben como primogênito e condenaria o patriarca.

Raquel também agiu precipitadamente como Sara, pois tentou resolver os problemas pelas suas próprias forças, incluindo outra mulher na história, sem se preocupar com as sequelas ou consequências deste impensado ato, porém a bênção maior estava por acontecer em sua vida, a gravidez tão desejada, seria especial, porque o seu filho mudaria a vida de toda a família. A vergonha e humilhação ficariam no esquecimento.



[1] Isaque, o esposo, orou instantemente para que Deus abrisse a madre de Rebeca, sua esposa (Gn 25.20, 26).

[2] Pela Lei, o primogênito seria o primeiro filho (Dt 21.15-17), independente de quem fosse a mãe.

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Anticristo. A solução material com implicações espirituais! Capítulo 7

C) OBJETIVOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO:

O principal objetivo da Grande Tribulação é o ajuste de contas com a nação de Israel, que será restaurada e para que isto venha de fato ocorrer, a igreja deverá ser retirada da Terra.

A Grande Tribulação será o momento em que os juízos divinos serão deflagrados sobre a Terra, com objetivos bem específicos:

  • Repreensão, castigo e educação para Israel, que aceitará Jesus Cristo como Messias prometido e esperado (Dt 4.30; Ez 20.37). Durante este período os judeus fiéis serão separados, provados e purificados (Zc 13.8-9);
  • Julgamento e castigo das nações gentílicas que rejeitaram a salvação oferecida pelo sacrifício vicário de Jesus e os que firmaram aliança com o Anticristo.
  • Destruição total do império do Anticristo, desestabilizando o seu sistema de governo e controle.

 

D) A PRIMEIRA FASE DA GRANDE TRIBULAÇÃO:

A primeira fase da Grande Tribulação terá a duração de 42 meses ou 1260 dias (Ap 11.2-3; 12.6; 13.5) e será marcada pelo início da administração do Anticristo que reinará absoluto, após o grande concerto que firmará com Israel.

No início, o Anticristo será apenas um pequeno chifre, insignificante, que não despertará suspeita ou muito menos aterrorizará a humanidade, tal como acontecerá nos momentos finais de sua administração.

Na primeira metade da Grande Tribulação, o Anticristo, disfarçado de Jesus, forçará o mundo a acreditar que seja realmente o verdadeiro salvador esperado e assim firmará um acordo com Israel, que se estenderá às outras nações para promoção da falsa paz mundial. Mascarado, carismático e admirado, conseguirá resolver os problemas da humanidade. Se mostrará forte, inteligente e muito político em suas decisões.

A sua mensagem primeiramente será de paz, de reconciliação entre os povos e oferecerá solução para os problemas mundiais, mas para isto serão necessárias várias mudanças no campo político, econômico e social que serão implantadas na intenção de ressaltar a coragem, ousadia e preocupação do Anticristo com todos os povos.

O Anticristo permitirá que Israel retome o controle total sobre Jerusalém e promoverá a reconstrução do Templo, assim os antigos rituais de sacrifícios levíticos serão retomados pelos judeus (Dn 9.24).

 

E) A SEGUNDA FASE DA GRANDE TRIBULAÇÃO:

A segunda fase terá duração de 42 meses ou 1260 dias (Ap 11.2-3; 12.6; 13.5) e terá inicio com o despertamento mundial em relação à falsa paz promovida pelo então Anticristo e pela quebra do acordo entre o governante mundial e Israel. Este momento será marcado pela repentina destruição que sobrevirá (1 Ts 5.3).

Na segunda metade da Grande Tribulação, o Anticristo se declarará um deus e profanará o Templo em Jerusalém, inserindo sua imagem para ser adorada naquele espaço sagrado dos judeus. Isto caracterizará a quebra da aliança entre as duas partes, porém será tarde para Israel tentar anular as forças políticas de seu opositor.

Os sacrifícios diários do Templo serão cessados, muitas blasfêmias contra Deus e sua Lei serão proferidas por este instrumento do Maligno e uma ferrenha perseguição será desencadeada contra os judeus com a ajuda de várias nações, além de alguns sinais e prodígios mentirosos serão realizados por com ajuda de seu mentor espiritual do mal, para que as outras nações sejam seduzidas e para que continuem ao seu entorno (2 Ts 2.4,9) na aliança mundial contra Israel.

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)

Terra. A preparada para o homem - Capítulo 8

 


1º dia – Terra perfeita (homem glorificado)

No primeiro dia estaria a Terra perfeita, bonita, cheia de vida habitada. Isso tudo representaria a supremacia da glória de Deus, pois todo o seu plano de criação estava concretizado, restando somente à volta de seu Filho Unigênito para buscar o seu seleto e santo povo, porém com o passar dos anos o homem tornar-se-ia muito inteligente a ponto de se achar autossuficiente, um deus, detentor de todo o conhecimento, tecnologia, máquinas, computadores, botões, satélites, sistemas de vigilância total, ninguém seria surpreendido. Desta forma poderia prever e decidir a sorte de todos os seres humanos, tornando-se senhor de todos e de tudo.

Muitos morreriam para que este visível poder de decisão e julgamento fossem mantidos, pois a ideia seria invadir, tomar, destituir impérios, redemocratizar países e reinos e medirem forças. Este seria o passo inicial para a destruição da Terra e da raça humana.

 

2º diaO alto preço do custo-benefício

No segundo dia o homem poluiria toda a Terra matando os animais e aves, já que a sua ganância faria com que não pensasse nas consequências de seus atos, somente se preocuparia com construções e produções, sem jamais pensar na preservação da natureza.

Cidades inteiras ficariam sem condições de serem habitadas, pois seriam submersas em todos os tipos de poluição. Isso sem mencionarmos a camada de ozônio que seria destruída deixando toda forma de vida exposta aos raios solares. Nestas condições muitos morreriam sufocados pelos gases poluidores ou por doenças provocadas pela radiação solar.


3º dia – Elementos da natureza fora de controle

No terceiro dia, com a ajuda da tecnologia, o homem tentaria mudar o clima conforme suas necessidades, porém erraria e a natureza reagiria, pois a situação fugiria ao controle quando produzissem calor, chuva ou frio, mais do que o necessário e suportável.

A partir deste momento o clima mudaria, a temperatura subiria onde antes era baixa ou vice-versa, chuvas em lugares áridos, longas estiagem nas regiões chuvosas, derretimentos de geleiras, caos nos polos terrestres, nos desertos e regiões tropicais, maremotos, tsunamis, os mares desrespeitariam os limites estabelecidos por Deus no momento da criação, revolta total da natureza e êxodo final dos humanos e animais para fugirem.

Muitos morreriam por não suportarem esta inversão climática ou pela escassez de alimentos, pois toda a produção agrícola seria atingida, comprometendo o abastecimento.

continua...

Por: Ailton da Silva - 11 anos (Ide por todo mundo)