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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ageu - informações essenciais



PROPÓSITO:
Convocar o povo para a reconstrução do Templo.

AUTOR:
Ageu.

DESTINATÁRIOS:
O povo que vivia em Jerusalém e o que retornaram do exílio.

DATA:
520 a.C.).

PANORAMA:
O Templo em Jerusalém fora destruído em 586 a.C. Ciro permitiu que os judeus retornassem à sua pátria e reconstruíssem seu Templo em 538 a.C. Começaram o trabalho, mas não conseguiram termina-lo. Através do ministério de Ageu e Zacarias, o Tempo foi concluído (520 – 516 a.C.).

VERSÍCULO CHAVE:
“É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta?” (1.4)

LUGARES CHAVE:
Ageu, Zorobabel e Josué.

CARACTERÍSTICAS PARTICULARES:
Ageu foi o primeiro dos profetas da fase pós exílio. Os outros dois foram Zacarias e Malaquias. O estilo literário deste livro é simples e direto.

Informações extraídas da seção “Informações essenciais” – Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal


Por: Ailton da Silva - Ano IV

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Lição 3 - Proposta


Por: Ailton da Silva - Ano IV




Lição 2 - pós aula

A CULPADA
A mulher que Tú me destes, ela é a culpada” Ainda bem que não existem muitas pessoas assim (?).

E disse Abraão? “A culpada por eu ter aceito a bigamia foi Sara. A mulher que Tú me destes. A culpada pelo meu erro foi ela”. Ainda bem que não existem muitas pessoas assim (?).

Os homens culpam as mulheres pelos seus erros, enquanto as mulheres são, de vez em quando, duras, quando dizem: “agora descobri com quem casei, agora sei quem é você”. Ainda bem que não existem muitas pessoas assim (?).

Eva poderia ter dito a Adão, na saída do paraíso: “já que deu errado, vou seguir o meu caminho, siga o seu. Agora descobri o seu verdadeiro caráter, seu bagre ensaboado, quando a coisa aperta você apela e culpa os outros pelos seus erros”. Ainda bem que não existem muitas pessoas assim (?).

“Ontem eu era osso do seu osso e carne de sua carne, hoje seu sou “a culpada”. Ainda bem que não existem muitas pessoas assim (?).

Para onde Eva iria? Tentaria outra união? Com quem? Ruim com Adão, pior sem ele. Ainda bem que não existem muitas pessoas assim (?).

Eles continuaram juntos, mesmo após o erro.


PRESENÇA DA MISERICÓRDIA E A AUSÊNCIA DE ARREPENDIMENTO
Faltou pouco para Deus tornar Adão ao seu estado original, terra. E quanto a Eva, por pouco que não voltou a ser osso do osso do homem. Por pouco.

Não lembro de ter lido algo do tipo: “Está bom, erramos, eu e ela, por favor nos perdoe”.

Me lembro bem da instituição da misericórdia, mesmo com a ausência do arrependimento.


PROGRAMA TOLERÂNCIA ZERO
Deus não aniquilou o homem no jardim do Éden da mesma forma como não exterminou Israel no deserto, quando ofertou a Moisés a possibilidade de fazer a partir dele uma nova geração (Ex 32.10).

Na ocasião Moisés argumentou: “Os egípcios dirão que o Senhor tirou Israel do Egito para matá-lo no deserto”. O que diria a humanidade que sequer ainda existia: “Deus tirou Adão e Eva do paraíso para que eles morressem na terra”.

Rebeldes como estavam, o que garantia que Adão e Eva não retornariam ao jardim para se aproximarem daquela arvore? Por isto que Deus colocou guardas no caminho dela.

O Maligno pensou rápido: “Se eu cai nesta ladainha, nesta conversinha fiada de querer ser igual a Deus (não maior), mas igual, então vou fazer com que a criação Dele também caia no mesmo erro.

Caso tivessem filhos, na saída do paraíso Eva diria: “Vou para casa da mamãe, vou levar meus filhos, fique ai com seus amigos”.

Casamentos mistos – com quem os filhos passam a maior parte de sua vida? Com as mães, portanto não tem cabimento algumas vezes elas dizerem: “Com quem vocês estão aprendendo isto?”. Neemias estava certo quando repreendeu os judeus no tocante a este assunto (Ne 13.23). Cuidado com as moabitas, amonitas e asdoditas.


O PECADO ANTES DA MORTE
Muitas vezes o pecado tenta chegar primeiro para cumprir uma função que não é dele, findar uniões. Quando chega antes, fatalmente alcança o seu objetivo.


“AQUELE ASSUNTO”
Deus não havia mentindo para Adão e Eva em nenhum momento, até então havia feito tudo de bom para eles, porque então NAQUELE ASSUNTO mentiria?

Deus já fez muito por nós, porque NAQUELE ASSUNTO Ele mentira?

Para Deus: 1 + 1 = 2
Para o Maligno: 1 + 1 = 0

Por: Ailton da Silva - Ano IV

sábado, 13 de abril de 2013

Não aguento mais dizer: “Enfim sós”. Estamos? “Enfim sós”

As instruções de Deus são de uma simplicidade que chega a assustar. O que há de estranho ou extraordinário em o homem deixar o seu pai e mãe para apegar-se à sua mulher? Na concepção da Palavra, não existe nada que possa ser interpretado erroneamente ou de forma parcial ou para o próprio favorecimento a não ser que o candidato à futuras confusões tenha em mente que a possível tolerância de Deus lhe isentará destas certeiras e inevitáveis consequências, entre as quais destaco: as decepções (Gn 16.5-6), desobediência (Gn 28.6-9), disputas (Gn 30.1-26), tristezas, choro (1 Sm 1.1-8), crimes inafiançáveis[1] (2 Sm 11.1-27) e revoltas dos filhos e súditos (2 Sm 15.6; 1 Rs 12.1-33). Vejamos alguns exemplos da simplicidade das ordens divinas:

“Portanto, deixará o varão o seu pai (único pai, grifo meu) e a sua mãe (única mãe, grifo meu) e apegar-se-á à sua mulher (única mulher, grifo meu), e serão ambos uma (única carne, grifo meu) carne” (Gn 2.24).

“[...] mas por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher (única mulher, grifo meu), e cada uma tenha o seu próprio marido (único marido, grifo meu)”. (1 Co 7.1-2)

“Vós, maridos, amai vossa (única mulher, grifo meu) mulher [...]” (Ef 5.25; Cl 3.19)

Não há dificuldades aparentes que possam tirar a paz ou atribular corações. Basta esperar a mulher certa e no momento adequado, unir-se a ela nos laços matrimoniais. Uma simplicidade sem precedentes.

Que alegria, quando este dia chega, pois o noivo, ao lado da noiva, certamente dirá satisfeito: “Enfim, sós”! O exemplo clássico que se encaixa neste pensamento foi o caso de Isaque, que aos quarenta anos de idade (Gn 25.20), tomou Rebeca como esposa e honrou[2] durante todos seus dias de vida. Certamente ele se sentiu realizado por ter dito esta expressão uma única vez, mas isto não se tornava em garantia de isenção de problemas, haja vista os inúmeros que teve, principalmente com seus filhos Jacó e Esaú e com a própria esposa[3]. Sua satisfação foi por ter sido fiel às ordens de Deus: “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gn 2.24).

A) O HOMEM QUE USOU A RIQUEZA EM VEZ DA SABEDORIA
Com o decorrer da história dos hebreus encontramos outro vulto, uma sumidade, que não se portou tal como Isaque, pelo contrário, uma vez que usou de sua autoridade, poder, riquezas e sabedoria[4], para selar seus inúmeros feitos matrimonias, os quais ficaram registrados nos anais da história, tornando-o um dos maiores polígamos já vista na humanidade.

O rei Salomão não soube usar tudo o que possuía. Começou bem sua caminhada, mas terminou mal. Ele se esqueceu completamente das advertências de Moisés, através da Lei, as quais diziam respeito ao futuro do povo e em especial ao dos reis (Dt 17.14-20), que seriam levantados, tão logo a monarquia fosse instalada[5]. A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal (BAP) em sua nota de rodapé (1 Rs 10.26; 11.2.3) esclarece a forma como o rei conseguiu arrebanhar e sustentar suas esposas e como mantinha todo o aparato monumental de sua corte.

“Ao acumular carruagens e cavalos, um enorme harém e uma incrível riqueza, Salomão violavas as ordens de Deus para um rei (Dt 17.14-20). Por que eram proibidos? O Senhor sabia que estas atividades feririam a nação tanto política como espiritualmente (1 Sm 8.11-18). Quanto mais luxuosa a corte de Salomão se tornava, mas impostos o povo pagava. O pagamento excessivo de taxas criou um desassossego, e logo as condições se tornaram propicias para um revolução. Embora Salomão tivesse claras instruções da parte de Deus para não se casar com mulheres estrangeiras, optou por desconsideras suas ordens. Não se casou apenas com uma, mas com muitas que subsequentemente afastaram de Deus”. BAP (2003, p. 467).

Ele agiu em desconformidade com o que Moisés havia apresentado como deveres dos reis que seriam eleitos em Israel, aliás, “a maioria dos reis de Israel não deu atenção a esse aviso” (BAP, nota de rodapé, Dt 17.16-17, p. 254). As quedas e perdas foram inevitáveis para tais governantes.

“Tampouco para si multiplicará (uma mulher multiplicada por 1000, grifo meu) mulheres, para que o seu coração não se desvie (consequência inevitável, grifo meu) [...]” (Dt 17.17).

Salomão não somente multiplicou o número de suas mulheres, como também elevou a última potência os seus problemas futuros. Para onde foram os frutos destas relações? Que línguas falavam aquela multidão de filhos? A corte de Salomão se tornaria ou se tornou, uma verdadeira Babel caída (Gn 11.7)?

O mesmo foi atestado, anos mais tarde, pelo grande governador Neemias (Ne 13.23-24), que não se conformava em ver, diante de seus olhos, em plena pós reconstruída Jerusalém, uma infinidade de crianças filhos dos desesperados[6] judeus com mulheres asdoditas[7], amonitas e moabitas[8], com as quais não poderiam sequer manterem contatos[9], não por discriminação, conflitos raciais, ideologismo partidário ou homofobia, mas por questões doutrinarias, pureza da linhagem, para não perderem a identidade nacionalista e religiosa, bem como para privá-los da idolatria e perversão espiritual.

Tanto no caso de Salomão, quanto na devassidão moral e espiritual encontrada por Neemias em Jerusalém, quem mais sofria ou sofreu foram os filhos destas ilícitas misturas. Eles deveriam crescer segundo os costumes e tradições judaicas, no entanto perdiam todas as referências culturais e religiosas, justamente por serem testemunhas oculares dos inevitáveis conflitos conjugais e étnicos. A influência das mães estrangeiras era bem maior que a dos pais judeus (13.24), por isto a perda se iniciava pela língua pátria. Em outras palavras, os filhos não estavam sendo educados no caminho de Deus (Lv 20.7). No futuro, eles colheriam o fruto deste erro.

“E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração”. (1 Rs 11.3).

Setecentas mulheres princesas, abraçadas por ele, que seriam sustentadas em sua corte com o dinheiro arrecadado dos leais súditos e mais trezentas concubinas[10] para mostrar aos seus vizinhos toda a sua sapiência em administrar tamanho e nunca visto ajuntamento de esposas. Na verdade este grupo de mulheres, em vez de se tornarem valorosas e edificarem seu reino, elas a destruíram, tanto material quanto espiritualmente. Faltou a prática da sabedoria que Salomão possuía. Josefo descreveu o estrago que estas “senhoras” causaram na vida do sábio rei:

“A voluptuosidade brutal do soberano, porém, o fez esquecer todos os seus deveres. Chegou a desposar setecentas mulheres, todas de muito boa condição, entre as quais estava, como já vimos, a filha de Faraó, rei do Egito. Possuía, além dessas, trezentas concubinas. Sua paixão tornou-o escravo delas, e ele não pôde deixar de imitá-las em sua impiedade. Quanto mais ele alcançava em anos, mais o seu Espírito, enfraquecendo-se, se afastava do serviço de Deus e se entregava às cerimônias sacrílegas da falsa religião. JOSEFO, (Livro 8, capítulo 2).

Esta animalesca vontade se mostrar ao mundo, como um grande conquistador e administrador, tornou Salomão um displicente rei, mesmo depois da grandiosa obra, por ele construída, o grande Templo em Jerusalém, pois o povo carecia de cuidados. Eles esperavam ações dignas de um rei levantado e permitido por Deus.

Que vergonhosa situação esta, que não ficou somente na lembrança de seus súditos ou em sua geração, pois anos mais tarde, o seu pecado foi lembrado por Neemias, quando repreendia os judeus quanto aos vergonhosos casamentos mistos (Ne 13.26). Que belo exemplo usado pelo governador, que bela forma de mostrar ao povo a influência negativa que este tipo de união traz. Salomão, atendendo a pedido de suas mulheres chegou a seguir Astarote, deusa dos sidônios, a Milcom, abominação dos amonitas e a Moloque, o deus de barriga quente, que era alimentado pelos aberrantes vizinhos de Israel. Sabedoria sem obediência é morta.

As princesas tomadas por Salomão, como esposas, para manter a paz com seus vizinhos, resultado de seus acordos políticos, poderiam ser, até certo ponto, aceitáveis, diante da animosidade que havia na região, mas não setecentas. Em tese houve um exagero da parte dele.

Mas o que intriga nesta história, mesmo sendo lícito[11], foi a necessidade de trezentas concubinas, para que tanto? Por que privá-las de sua vida, de seus sonhos, das possibilidades que poderiam surgir em suas vidas para que tivessem suas famílias constituídas conforme as orientações de Deus (Gn 2.24)? Estas questões nos surgem diante da definição do termo, concubina, apresentada na seção “auxílios para o leitor”, na Bíblia Sagrada Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH):

“Concubina: moça, geralmente pobre, que um homem comprava dos seus pais ou aceitava como pagamento de dividas ou tomava como prisioneira de guerra. A concubina tinha direito a casa, comida e relações sexuais com o dono, que era considerado seu marido. A concubina ficava em posição inferior à da esposa, porém não era olhada com desprezo pelos outros, pois nos tempos do Antigo Testamento a lei permitia (tolerava, grifo meu) que um homem tivesse mais de uma mulher (Gênesis 25.6 e HARÉM).

Diante do exposto, como foi possível Salomão dizer à qualquer uma de suas esposas ou concubinas: “Enfim sós”? Foi impossível! O mesmo podemos dizer hoje? “Enfim sós”? Enfim estamos sós neste mundo para servirmos a Deus com zelo, alegria, confiança e sempre certos da vitória? Quando Adão e Eva ainda estavam no paraíso tiveram condições de dizerem o mesmo? Talvez tenham dito, até o momento em que depararam com o inimigo travestido de serpente.

A grande questão é que Deus poderia ter colocado um impedimento ou guardas[12] no jardim, para impedir a entrada do tentador, antes da queda ou então poderia ter atribuído ao casamento poderes e condições para impedir toda e qualquer ação maligna. Não foi esta a função do Éden, tampouco é a do casamento, haja vista se assim o fosse, Salomão teria sido blindado contra qualquer tipo de problema.

O Éden foi um presente de casamento, para celebrar a institucionalização da família. O local ideal para viverem em comunhão com o Criador e para cumprirem as ordens de Deus: “frutifiquem e multipliquem” (Gn 1.27). Naquele ambiente o relacionamento entre o primeiro casal foi favorecido.
  
Estamos rodeados por uma tão grande nuvem de testemunhas (Hb 12.1), não estamos sós, já que somada a esta multidão encontramos o Maligno, que está ao derredor bramando como leão procurando alguns para tragar (1 Pe 5.8). Nossa missão é resistir a ele para sairmos vitoriosos e para não sermos remetidos ao mesmo erro do casal pioneiro, pois a obrigação de impedir a entrada e ação do Maligno é exclusivamente humana, cabe a cada um de nós (Tg 4.7).

Salomão também não esteve só, mas em nenhum momento pode recorrer a estas companhias para que seus problemas pudessem ser resolvidos ou amenizados, mesmo porque elas nada poderiam fazer. Ele deveria ter resistido, através do uso de sua sabedoria. Já de antemão deveria saber que todas as suas ações o levariam a ruína, bastaria consultar a Lei e encontraria a fundamentação teórica que o ajudaria a resistir. Ambientes favoráveis, companhias importantes e ou influentes não nos imunizam contra o pecado. Quanto mais proteção buscamos no humano e no material, mais desprotegidos ficamos. Que nos diga o sábio rei de Israel.

Referências:
Bíblia de estudo aplicação pessoal. CPAD, 2003.

Bíblia Sagrada: Nova tradução na linguagem de hoje. Barueri (SP). Sociedade Bíblica do Brasil, 2000.

Bíblia Sagrada – Harpa Cristã. Baureri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2003.

JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus. De Abraão a queda de Jerusalém. 8ª Ed. Traduzido por Vicente Pedroso. Rio de Janeiro. CPAD, 2004.


[1] A sentença de Deus foi a seguinte: “Israel verá a consequência do seu erro. Fizeste em oculto, mas um de sua casa fará o mesmo debaixo deste sol” (Sm 12.11-12; 16.22).
[2] Honra destinada a Rebeca como tipificação do amor de Jesus pela sua igreja.
[3] Rebeca arquitetou o plano para que Jacó enganasse o pai e requisitou para si toda a responsabilidade e consequências deste ato (Gn 27.6-13).
[4] Se Salomão tivesse feito uso da sabedoria recebida de Deus certamente teria atentado para os deveres dos reis antecipados na Lei pela profecia de Moisés, mesmo antes da instalação da monarquia (Dt 17.14-20; cf Dt cap. 28).
[5] No dia que Israel pediu um rei para ser tornar igual às outras nações, o profeta Samuel quase rasgou suas vestes de tanta indignação (1 Sm 8.1-7).
[6] Alguns judeus não foram capazes de esperarem em Deus o momento certo para deixarem seus pais e mãe para se apegarem à uma mulher da mesma linhagem.
[7] Os asdoditas, moradores de Asdode, na Filistia (I Sm 6.17), berço de Dagom (I Sm 5.1-5). Eles roubaram a arca do concert, mas sofreram com as pragas e enfermidades (I Sm 5.6-12).
[8] Amonitas e moabitas, nações fruto do incesto praticado pelas filhas de Ló (Gn 19.36-37) que se tornaram ferrenhas inimigas de Israel. Foram proibidas de adentrarem o Templo em Jerusalém (Dt 23.3-4) por não terem socorrido os hebreus com pão e água durante a caminhada em direção à Terra Prometida (Nm 22.1-6).
[9] Israel foi avisado desde a saída do Egito sobre o perigo da mistura e envolvimento com os filhos e filhas de outras nações (Ex 34.10-16, cf Dt 7.1-4)
[10] Amantes, conforme definição de Silveira Bueno (Minidicionário da Língua Portuguesa).
[11] Poderia ser licito, mas não era correto. Deus não aprovava, apenas tolerava.
[12] Guardas foram colocados depois da expulsão do homem (Gn 3.24) para guardarem o acesso à árvore da vida.

Por: Ailton da Silva - Ano IV